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POLÍTICA

Bolsonaro nega plano de golpe, pede desculpa ao STF e critica urnas

Ex-presidente prestou depoimento ao ministro Moraes nesta terça-feira Agência Brasil © Valter Campanato/Agência Brasil O ex-presidente Jair Bolsonaro depôs nesta terça-feira (10) na ação penal da trama golpista. Ele é um dos oito réus do núcleo 1 da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os acusados de planejar medidas inconstitucionais para tentar reverter o resultado das eleições de 2022 e impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O interrogatório foi conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes, que é relator da ação no Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com a acusação da procuradoria, Bolsonaro tinha conhecimento da minuta golpista que previa a decretação de medidas de estado de sítio e prisão dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e outras autoridades. Além disso, as acusações foram corroboradas pelos depoimentos de delação premiada do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, tenente-coronel Mauro Cid. Veja abaixo alguns trechos do depoimento de Bolsonaro: Plano de golpe de Estado O ex-presidente afirmou que a possibilidade de golpe de Estado nunca foi discutida em seu governo, ao ser questionado sobre as acusações de que teria planejado medidas inconstitucionais para tentar reverter o resultado das eleições de 2022 e impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, a medida seria danosa para o Brasil. “Da minha parte, nunca se falou em golpe. Golpe é abominável. O golpe até seria fácil começar. O afterday é imprevisível e danoso para todo mundo. O Brasil não poderia passar por uma experiência dessa. Não foi sequer cogitada essa hipótese de golpe no meu governo”, disse. Minuta do golpe Bolsonaro também negou ter feito uma minuta de golpe para justificar a intervenção militar após as eleições de 2022. Nesta segunda-feira (9), o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, tenente-coronel Mauro Cid, foi interrogado por Moraes na condição de delator e disse que o ex-presidente presenciou a apresentação do documento golpista, enxugou o texto original e propôs alterações para constar a possibilidade de prisão de ministros, entre eles de Moraes. “Não procede o enxugamento. As informações que eu tenho é de que não tem cabeçalho nem o fecho [parte final]”, comentou. “Da minha parte, eu sempre tive o lado da Constituição. Refuto qualquer possibilidade de falar em minuta de golpe e uma minuta que não esteja enquadrada na Constituição”, completou. Tropas da Marinha Perguntado pelo ministro Moraes se o ex-comandante da Marinha Almir Garnier colocou as tropas à disposição para executar medidas golpistas, Bolsonaro afirmou que a informação não procede. “Em hipótese alguma. Não existe isso. Se nós fossemos prosseguir em um estado de sítio e de defesa, as medidas seriam outras. Não tinha clima, não tinha oportunidade e não tinha uma base minimamente sólida para fazer qualquer coisa”, afirmou. De acordo com a investigação da Polícia Federal, o almirante teria colocado suas tropas à disposição de Bolsonaro durante uma reunião em 2022 com os comandantes das Forças Armadas. Durante o encontro, Bolsonaro apresentou estudos para decretação de medidas de estado de sítio e de decretação de operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para impedir a posse de Lula. Pedido de desculpas O ex-presidente também “pediu desculpas” após ser questionado sobre declarações nas quais afirmou, sem provas, que ministros do STF estariam “levando dinheiro” para fraudar o processo eleitoral. “Não tem indício nenhum. Me desculpe, não tinha essa intenção de acusar qualquer desvio de conduta”, disse. Urnas eletrônicas Em outro momento do depoimento, Bolsonaro foi questionado por Moraes sobre falas nas quais o ex-presidente deslegitimou o processo eleitoral e insinuou que há fraudes na urna eletrônica. Em resposta ao ministro, o ex-presidente afirmou que sempre teve uma retórica a favor do voto impresso, mas nunca tomou nenhuma medida inconstitucional. “Em nenhum momento eu agi contra a Constituição. Joguei dentro das quatro linhas o tempo todo, muitas vezes me revoltava, falava palavrão, falava o que não deveria falar. No meu entender, fiz aquilo que tinha quer ser feito”, afirmou. De acordo com Bolsonaro, não houve pressão ao ex-ministro da Defesa Paulo Sergio Nogueira para apresentar um relatório ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para insinuar que não é possível descartar fraudes nas urnas eletrônicas. “Jamais eu pressionei. Não houve pressão em cima dele para fazer isso ou aquilo”, declarou. Voz de prisão Bolsonaro disse não ter recebido voz de prisão do ex-comandante do Exército Freire Gomes durante reunião com os comandantes das Forças Armadas para adesão das tropas à tentativa de golpe, em 2022. “As Forças Armadas sempre primaram pela disciplina e hierarquia. Aquilo falado pelo brigadeiro Baptista Júnior não procede, tanto é que foi desmentido pelo próprio comandante do Exército. Se dependesse de alguém diferente para levar avante um plano ridículo desse, eu teria trocado o comandante da Aeronáutica”, afirmou. A declaração contradiz o ex-comandante da Aeronáutica Baptista Júnior, que estava no encontro, e afirmou em depoimento à Polícia Federal que a ameaça de prisão de Bolsonaro ocorreu durante a reunião. Depoimentos Em dois dias seguidos de audiência, os oito réus acusados de participar do “núcleo crucial” de uma trama golpista foram interrogados. São eles: Mauro Cid, delator e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro; Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin); Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal e Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Jair Bolsonaro, ex-presidente da República; Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa e da Casa Civil e candidato a vice na chapa de Bolsonaro em 2022. O interrogatório dos réus é uma das últimas fases da ação penal. A expectativa é que o julgamento que vai decidir pela condenação ou absolvição do ex-presidente e dos demais réus ocorra no segundo semestre deste ano.

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Audiência pública na Câmara Municipal vai debater sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias

Presidente da Comissão de Orçamento vereador Samyr Malta Projeto foi encaminhado ao Legislativo pela Prefeitura de Maceió e traz destaques no que se refere a receitas e controle de despesas  Dicom/CMM A Câmara Municipal vai realizar, na próxima segunda-feira (16), a partir das 15h, uma audiência pública para deliberar sobre o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO). Os debates vão acontecer no plenário da Casa após convocação feita pelo presidente da Comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização Financeira, vereador Samyr Malta. O PLDO foi encaminhado pela Prefeitura de Maceió à Câmara Municipal no dia 15 de maio, com destaques no crescimento de receita e controle de despesas do Município, apontado na série histórica entre 2023 a 2026. Assim que o projeto chegou ao Legislativo, o presidente da Câmara, Chico Filho, fez questão de informar em sessão plenária que a mensagem governamental já estava no parlamento para dar os devidos encaminhamentos. Para o presidente da Comissão de Orçamento, Samyr Malta, é importante a participação popular nas discussões referentes ao Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias. “A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) é um documento anual que orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA) e estabelece as metas e prioridades do governo para o ano seguinte e chegou recentemente à Câmara Municipal. Nós vamos analisá-la e é muito importante que todos participem da audiência pública que iremos realizar para que possam dar suas sugestões e assim determinarmos as prioridades da gestão pública para 2026”, reforçou o vereador. Entenda A LDO estabelece as regras para a elaboração do Orçamento do ano seguinte da Prefeitura de Maceió. Cabe ao texto definir, por exemplo, o nível de equilíbrio entre receitas e despesas municipais. Já a audiência pública, também de responsabilidade da Câmara, é uma discussão prévia entre os cidadãos e os vereadores sobre as matérias orçamentárias. Elas são um instrumento para que o cidadão possa exercer seu direito de conhecer melhor os projetos de lei que se transformarão na LDO, bem como sugerir alterações que possam, por exemplo, modificar a destinação de uma verba, ou uma prioridade, ou a execução de uma obra.

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Câmara recebe secretário do Iplan para discutir andamento do Plano Diretor

 Dicom/CMM Vereadores conheceram partes do documento e pediram agilidade no envio ao Legislativo Os vereadores estiveram nesta sexta-feira (6), com o secretário do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Maceió (Iplan), Antônio Carvalho, para receber informações do andamento do novo plano diretor da cidade. O encontro ocorreu na Câmara.   Carvalho apresentou uma linha do tempo que foi seguida para a construção do documento. Foram levados em conta aspectos técnicos como o zoneamento da cidade, mobilidade urbana e a reabilitação do centro e de partes do Jaraguá. O secretário apontou que foram realizadas audiências públicas e oficinas com as comunidades para ouvir as demandas da população e criar soluções.   “A comissão do plano foi feita de uma forma bastante técnica e participativa. Uma das coisas que buscamos fazer, até para dirimir qualquer dúvida, foi a participação da população na construção do documento”, afirmou.   Durante a reunião, o vereador Allan Pierre apontou a importância de levar em conta os problemas das recorrentes inundações que ocorrem em diversos pontos da cidade quando há chuvas fortes.   O presidente Chico Filho questionou sobre quais mecanismos o plano irá trazer para coibir a especulação imobiliária. Ele ainda demonstrou preocupação com a preservação de imóveis e espaços que são tombados historicamente.   Sobre esses tópicos, o secretário afirmou que o plano irá abordar esse problema por meio de inovações e também com a legislação já existente, levando em conta aspectos socioeconômicos.   Os vereadores cobraram um novo prazo para a entrega do projeto. O secretário afirmou que o Executivo pretende encaminhar até o fim do primeiro semestre. A vereadora Teca Nelma cobrou agilidade e defendeu que o plano tem que ser debatido de forma aprofundada na Câmara.   O plano diretor define regras e diretrizes sobre o uso do solo, transporte, habitação, meio ambiente, infraestrutura e outros aspectos importantes para a organização da cidade. O último plano diretor de Maceió foi aprovado em 2005 e desde então não houve atualização do documento.

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Vereadores criticam Governo do Estado por não repassar recursos à Maternidade Nossa Senhora da Guia

 Dicom/CMM Equipamento de saúde localizado em Maceió estava na iminência de fechar as portas, mas houve reação do Município para evitar prejuízos às famílias O anúncio do prefeito de Maceió, JHC, em garantir apoio integral para reabertura da Maternidade Nossa Senhora da Guia, no bairro do Poço, suscitou debates sobre o tratamento dispensado pelo Governo do Estado ao não repassar recursos para manutenção do equipamento de saúde.   Além dessa abordagem na sessão desta quarta-feira (4), foi aprovado em primeira discussão o projeto de lei apresentado pelo presidente da Câmara Municipal, Chico Filho, que declara de utilidade pública a maternidade. “A Maternidade Nossa Senhora da Guia é fundamental para Maceió e para o Estado de Alagoas. É uma maternidade que nos últimos 15 ou 20 anos, teve registrado o nascimento de mais de 82 mil crianças. O equipamento estava prestes a fechar as suas portas porque o Governo do Estado não cumpria com a sua parte e não fazia os repasses financeiros. Ou seja, o Município cumpre com a sua obrigação, e o Estado, não”, contextualizou Chico Filho.   O presidente da Câmara fez questão de destacar o empenho da Prefeitura de Maceió que acordou com a Santa Casa de Misericórdia a reabertura da maternidade.   “Vi nas redes sociais do prefeito de Maceió, JHC, que foi determinado apoio integral para a reabertura da Maternidade Nossa Senhora da Guia, que vai voltar a funcionar a partir desta sexta-feira [6/6]. Com a reabertura, as mães alagoanas serão beneficiadas. As mães de Maceió, por sua vez, têm acesso ao Hospital da Cidade. É um trabalho muito sério feito pela Prefeitura de Maceió, Secretaria Municipal de Saúde e Santa Casa para que a maternidade não fosse fechada”, disse Chico Filho.   O vereador Kelmann Vieira aproveitou a discussão sobre a crise vivenciada na Maternidade Nossa Senhora da Guia para endossar as críticas e cobrar mais empenho político na garantia de recursos para a saúde municipal e estadual. “Estamos presenciando deputados federais em suas redes sociais anunciando a chegada de emendas parlamentares para municípios, mas fecham os olhos para a capital Maceió, bem como para um equipamento tão importante como a Maternidade Nossa Senhora da Guia. Se não fosse a iniciativa do prefeito JHC, as mães de Maceió, as mães alagoanas, estariam prejudicadas”, ressaltou o parlamentar.  Álbum de Imagens

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Prefeitura de Maceió inaugura às Vilas de São João nesta quinta-feira (5)

Decoração da Vila de São João no Parque do Centenário anima visitantes.     A Prefeitura de Maceió, através da Autarquia Municipal de Iluminação Pública (Ilumina), dará início à abertura oficial das Vilas de São João nesta quinta-feira (5). Os espaços, decorados especialmente para a ocasião, terão atrações musicais gratuitas e acontecerão no Parque do Centenário, localizado no bairro do Farol, e na Praça Gogó da Ema, na Ponta Verde. A abertura das Vilas de São João em Maceió não é apenas uma celebração típica, mas também um evento que fortalece a identidade cultural da cidade e promove o desenvolvimento local. Por meio da parceria entre a Prefeitura e a Autarquia Municipal de Iluminação Pública (Ilumina), as praças escolhidas para sediar a festa recebem uma transformação que combina tradição, tecnologia e criatividade, resultando em ambientes que encantam moradores e turistas. As atrações musicais gratuitas que animam o Parque do Centenário e a Praça Gogó da Ema trazem ao público o autêntico ritmo do forró, gênero musical que pulsa na alma nordestina. A diversidade de grupos e bandas que se apresentam durante o mês de junho garantem a manutenção da tradição e o incentivo à cultura popular, dando espaço também para novos talentos da região. Outro ponto de destaque das Vilas de São João é o estímulo à economia local. Os quiosques instalados nos espaços comerciais oferecem uma variedade de comidas típicas, como milho verde, canjica, bolo de macaxeira e outras iguarias que fazem parte da culinária junina, além de produtos artesanais confeccionados por artesãos locais. Esse incentivo gera renda para pequenos empreendedores, ambulantes e artesãos, contribuindo para a valorização da economia criativa da cidade. A iluminação cenográfica, com mais de meio milhão de lâmpadas de LED e milhares de metros de mangueiras luminosas, transforma os espaços em verdadeiros cenários mágicos, que atraem visitantes não apenas para o lazer, mas também para a contemplação e registro de momentos especiais. Esse investimento em iluminação também reforça a segurança nas áreas, incentivando a circulação de pessoas durante os eventos. Importante destacar o compromisso com a acessibilidade e a inclusão social nas Vilas de São João. A presença da bailarina cadeirante Gabriela Amorim, que se apresenta com sua dança inspiradora, mostra que o evento valoriza a diversidade e cria oportunidades para que todos possam participar e se emocionar com as manifestações culturais. Essa atitude reflete uma Maceió cada vez mais inclusiva e atenta às diferenças. Para as famílias maceioenses, as Vilas de São João oferecem um espaço seguro e acolhedor para confraternização, onde crianças, jovens, adultos e idosos podem celebrar juntos uma das festas mais queridas do calendário cultural nordestino. A iniciativa ainda contribui para fortalecer os vínculos comunitários e promover o bem-estar social. Em suma, as Vilas de São João em Maceió representam muito mais do que uma festa: são um projeto que integra cultura, lazer, economia e inclusão, mostrando como a gestão pública pode atuar de forma inovadora para resgatar tradições e, ao mesmo tempo, gerar desenvolvimento para toda a cidade. Redação: ANH/AL

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Vereadores debatem sobre o Plano Diretor e a retomada de licenças ambientais para construtoras

Por recomendação do MP, licenciamento foi suspenso até a aprovação da nova legislação; parlamentares alegam prejuízos às análises técnicas  Dicom/CMM  Pedro Sant   O Plano Diretor foi o tema que movimentou a Câmara Municipal de Maceió durante a sessão dessa terça-feira (03). Os vereadores apontam urgência em atualizar a legislação para evitar um problema que começou a ocorrer, já que construtoras estão procurando a Justiça para obter licenças e alvarás após a suspensão do procedimento pela Prefeitura. O vereador Allan Pierre lembrou que o Município deixou de fazer o licenciamento de grandes prédios no Litoral Norte após acatar recomendação do Ministério Público Estadual feita à Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb). O objetivo é que novas licenças só sejam expedidas após a aprovação do novo Plano Diretor. Sem as permissões da Prefeitura e sem as devidas análises técnicas com base na legislação existente e em vigência, construtoras passaram a recorrer ao Judiciário para instalar novos empreendimentos na região, o que é prejudicial à cidade, segundo avaliam os parlamentares. Kelmann Vieira também demonstrou preocupação com a situação e alertou que o licenciamento não pode ser feito sem os estudos técnicos de competência. “O Município tem um órgão responsável para análise da documentação das empresas e, pelo fato de aceitar a recomendação do MP, de suspender as licenças, simplesmente agora o Poder Judiciário é que se pronuncia. Isso ao meu ver é usurpação de poder”, apontou. O presidente Chico Filho lembrou que Maceió possui uma legislação a ser seguida no contexto das licenças e alvarás, mas ao seguir a recomendação de suspensão proposta pelo MPE, a Prefeitura perde as ferramentas para agir diante dos pedidos das construtoras causando um prejuízo para toda coletividade. Chico comentou ainda que articula com o secretário Antônio Carvalho, presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Maceió, o Iplan, a ida dele à Casa para que apresente os detalhes da proposta do novo Plano Diretor.   “E quando chegar aqui nesta Casa, nós, enquanto vereadores, vamos nos debruçar sobre ele, e tenho certeza absoluta que, com a maturidade que temos hoje, com a qualidade do parlamento que temos hoje, vamos entregar uma legislação adequada para a nossa sociedade. E sei que o prefeito tem interesse de mandar o Plano para esta Casa ainda neste primeiro semestre”, afirmou.

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Governo estuda abertura de crédito para entregadores de apps

Outra proposta é a inclusão de áreas de descanso para caminhoneiros Agência Brasil © Paulo Pinto/Agência Brasil O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira (3) que o governo estuda uma linha de crédito para que entregadores de aplicativos possam comprar motocicletas. Outra proposta em análise, segundo ele, é a inclusão de áreas de descanso para caminhoneiros em todas as concessões de estradas. “Estamos trabalhando com muito afinco um programa de crédito para financiar motocicletas para os entregadores de comida deste país. Temos que cuidar não apenas da questão do crédito, pra ele comprar uma moto, mas também de garantir que ele tenha um lugar pra que possa fazer as necessidades básicas dele.” “Uma novidade que já estamos fazendo e ninguém sabe – nem o [ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social] Sidônio [Palmeira] sabe – é, em todas as concessões de estradas neste país, haverá um lugar para os caminhoneiros descansarem, dormirem tranquilamente, com segurança.” Ainda segundo Lula, no âmbito do programa Agora Tem Especialistas, do Ministério da Saúde, está previsto atendimento médico específico para motoristas que utilizarem esses espaços de descanso. Edição: Graça Adjuto

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Mais de 81 mil eleitores em Alagoas têm título cancelado; veja como regularizar!

Cidadão pode baixar gratuitamente o aplicativo e-Título, que fornece informações sobre o cadastro do eleitor Mais de 81 mil eleitores em Alagoas têm título cancelado. CECilia_Bastos/USP_ImagemGazetaweb Mais de 81 mil alagoanos e alagoanas estão com o título eleitoral cancelado por não terem votado nem justificado a ausência em três eleições consecutivas. Para regularizar a situação, o eleitor deve acessar o portal do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL), clicar na aba de serviços eleitorais e utilizar o sistema Título Net para emitir a guia de pagamento de multas e solicitar a regularização. De acordo com estatísticas do TRE-AL, 81.944 eleitores e eleitoras em Alagoas precisam regularizar seu título até maio de 2026, prazo limite antes do fechamento do cadastro eleitoral que antecede as eleições gerais de outubro. A recomendação do tribunal é que a regularização seja feita com antecedência, para evitar filas e garantir um atendimento mais ágil. Para consultar a situação do título eleitoral, o cidadão pode baixar gratuitamente o aplicativo e-Título, que fornece informações sobre o cadastro do eleitor, incluindo o local de votação e a emissão automática da certidão de quitação eleitoral. O app informa se o eleitor está em situação regular ou irregular com a Justiça Eleitoral. Caso esteja irregular, o procedimento de regularização pode ser feito pelo site www.tre-al.jus.br. Basta acessar a página “Autoatendimento do eleitor (Título Net)”, clicar em “Título Eleitoral” e, em seguida, em “Regularize seu título eleitoral cancelado”. O sistema orienta o eleitor a emitir e pagar as multas e preencher o formulário de solicitação. A análise da Justiça Eleitoral leva, em média, cinco dias úteis. Quem não regularizar a situação pode enfrentar impedimentos como obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em concurso público, realizar matrícula em universidades e obter empréstimos bancários, entre outros. Fonte: portaldeAlagoas

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Câmara Municipal entrega Título de Cidadão Honorário de Maceió ao delegado Eduardo Maia

 Dicom/CMM Homenagem foi proposta pelo vereador Thiago Prado e referendou o legado do delegado nascido na Paraíba Por iniciativa do vereador Thiago Prado, a Câmara Municipal entregou na tarde desta segunda-feira (2), o título de Cidadão Honorário de Maceió, ao delegado aposentado Eduardo Moraes Maia. A sessão solene foi presidida pelo propositor da homenagem, que contou com as presenças de familiares, amigos e representantes da Secretaria de Estado da Segurança Pública, Polícia Militar de Alagoas, Ministério Público Estadual e Associação dos Delegados de Polícia de Alagoas.   Para Thiago Prado, a honraria entregue a Eduardo Maia é justa devido à sua dedicação ao bem comum e ao fortalecimento das instituições.   “Eduardo Maia teve uma vida dedicada ao bem comum, à coletividade, ao fortalecimento das instituições. Sempre foi combativo no enfrentamento à criminalidade e na sua época, contribuiu para a redução dos crimes no estado. A honra é nossa em poder conceder este Título de Cidadão Honorário e prestar esta homenagem a Eduardo Maia”, justificou o vereador.   O filho de Eduardo Maia, o jornalista Erik Maia, fez um pronunciamento em agradecimento à homenagem recebida, destacando o legado de amizade e acolhimento.   “Estamos tomados pela emoção em presenciar o meu pai, Eduardo Maia, recebendo a sua segunda homenagem em vida. Ele que já teve a honra de ser homenageado pelo Corpo de Bombeiros Militar, agora recebe o Título de Cidadão Honorário de Maceió, uma cidade que o acolheu tão bem. Só temos a agradecer ao vereador Thiago Prado em poder proporcionar este momento. Por mais de 40 anos meu pai dedicou a vida pela segurança pública, deixou um legado de amizade e atuação correta nos municípios onde esteve como delegado”, disse Erik Maia.   Durante a sessão, foi exibido um vídeo do filho Euler Maia e a neta Mirla Maia fez um pronunciamento. A esposa, Fátima Maia, netos e bisnetos também prestigiaram a solenidade.   Presente à sessão, o titular da SSP-AL, Flávio Saraiva, lembrou que sempre foi tratado por Eduardo Maia como um filho.   “Eduardo Maia sempre teve muito cuidado comigo, fomos corregedores, e durante a sua atuação, a corregedoria da Polícia Civil de Alagoas passou por uma verdadeira transformação. Ele sempre me incentivou, sempre cuidou de mim, e foram anos de aprendizado. Eduardo Maia é um homem de virtudes, uma pessoa nobre. Obrigado por tudo”, discursou o secretário, que também é delegado da PC-AL.   O legado do delegado Eduardo Maia também foi ressaltado pelo promotor de Justiça Edelzito Andrade, pelo presidente da Adepol, Antônio Carlos Lessa, e pelo comandante de policiamento especializado da PM-AL, coronel Carlos Azevedo. O presidente do Sindicato dos Jornalistas de Alagoas e diretor de Comunicação da Câmara, Alexandre Lino, participou da solenidade. Perfil Nascido em 04 de abril de 1942, o delegado Eduardo Moraes Maia é natural da cidade de Campina Grande, agreste paraibano, vindo para o estado de Alagoas no ano de 1982, após ingressar na Polícia Civil. Inicialmente, fixou residência no município de Arapiraca, onde começou a trabalhar na função de delegado, atuando na delegacia especializada na proteção de crianças e adolescentes, sendo em seguida designado Delegado Regional das cidades de Arapiraca, Batalha e Palmeira dos Índios.  Álbum de Imagens

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Senado restringe propaganda de bets; veja o que pode e o que não pode

Projeto ainda precisa de aprovação na Câmara dos Deputados Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil © EBC Um projeto de lei aprovado pelo Senado nesta semana estabelece restrições para a propaganda de jogos de apostas esportivas de quotas fixas, as chamadas bets. O texto, que ainda precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados para entrar em vigor, proíbe a realização de anúncios ou ações de publicidade com atletas, artistas, comunicadores, influenciadores ou autoridades. De autoria do senador Styvenson Valentim (PSDB-RN), o texto foi aprovado na quarta-feira (28) na Comissão de Esporte, na forma de um substitutivo do relator, Carlos Portinho (PL-RJ). A votação final seria na Comissão de Comunicação e Direito Digital (CCDD), que ainda não foi instalada. Por esse motivo, o texto foi encaminhado para o plenário com pedido de urgência. Senador Styvenson Valentim, autor do projeto – Arquivo/Agência Brasil   O objetivo do projeto é evitar o impacto da prática de apostas esportivas na população brasileira, especialmente com foco na proteção de públicos vulneráveis, como crianças e adolescentes. A regulação das ações de marketing e propaganda desse tipo de aposta busca estabelecer critérios e limites claros para a veiculação de conteúdos publicitários, “contribuindo para a transparência do setor e a preservação do interesse público”. O projeto proíbe a promoção de programas e ações de comunicação que ensinem ou estimulem de forma direta ou subliminar a prática de jogos de apostas, além de não permitir o uso da imagem ou a participação de atletas, ex-atletas, artistas, comunicadores, influenciadores, autoridades, membros de comissões técnicas profissionais ou qualquer pessoa física, ainda que na condição de figurantes, na publicidade das bets. A única exceção é de ex-atletas, após cinco anos de encerramento da carreira. Também é proibido o patrocínio, direto ou indireto, a juízes e demais membros da equipe de arbitragem de competições esportivas, assim como o uso de animações, desenhos, mascotes, personagens ou quaisquer recursos audiovisuais, inclusive gerados por inteligência artificial, dirigidos ao público infantojuvenil de forma direta ou subliminar. Além disso, as peças publicitárias não deverão mostrar as apostas como socialmente atraentes, como forma de promoção do êxito pessoal, alternativa a emprego, solução para problemas financeiros, fonte de renda adicional, forma de investimento financeiro, garantia ou promessa de retorno financeiro. Outro ponto é que não será permitida a promoção de programas e ações de comunicação que ensinem ou estimulem de forma direta ou subliminar a prática de jogos de apostas e o envio de mensagens, chamadas, correspondências, notificações por aplicativos ou quaisquer outras formas de comunicação sem o consentimento prévio, livre, informado e expresso do destinatário. As restrições aprovadas pelos senadores também incluem a proibição de publicidade em suporte impresso; do impulsionamento de conteúdo fora dos horários permitidos, ainda que originado dos canais oficiais dos operadores de apostas, e a veiculação de publicidade de teor sexista, misógino ou discriminatório, inclusive a objetificação do corpo humano ou a associação de apostas a estereótipos de gênero. Fica proibida a veiculação de cotações (odds) dinâmicas ou probabilidades atualizadas em tempo real durante a transmissão de jogos e eventos esportivos ao vivo, salvo quando exibidas exclusivamente nas próprias páginas, sites de internet ou aplicativos dos agentes operadores licenciados. Permissões A publicidade estática ou eletrônica das bets em estádio e praças esportivas será permitida apenas para o caso de patrocinador do evento, detentor de direitos do estádio ou quando a bet for patrocinadora no uniforme das equipes. As peças publicitárias deverão transmitir avisos de desestímulo ao jogo e de advertência sobre os malefícios da prática e ser veiculados pelos agentes operadores de forma clara e ostensiva, permitindo sua fácil leitura ou audição pelo público. Os avisos conterão, obrigatoriamente, a frase “apostas causam dependência e prejuízos a você e a sua família”, sem prejuízo de outras mensagens previstas em regulamento ou acrescidas pelas operadoras de bets. O projeto mantém a permissão para que as bets possam patrocinar equipes esportivas, com a aposição de suas marcas nos uniformes, equipamentos e material de campo das equipes. Também permanece a proibição para a aplicação em uniformes de atletas menores de 18 anos. Quando destinada ao público infantojuvenil, ou ofertada em tamanhos infantis, a venda de uniforme de agremiações ou equipes esportivas patrocinadas pelas operadoras de bets não poderá conter a marca, logomarca ou qualquer outro elemento identificador do patrocinador. O texto estabelece limitações para a veiculação de publicidade de bets no rádio, na TV aberta, por assinatura, streaming, redes sociais e internet. No caso do rádio, a legislação estabelece limitação para veiculação em dois períodos: das 9h às 11h e das 17h às 19h30. Na TV aberta, por assinatura, serviços de streaming, redes sociais e demais provedores de aplicação de internet será admitida exclusivamente no período compreendido entre 19h30 e 24h. A limitação horária não se aplica ao conteúdo disponibilizado diretamente em sites, páginas ou aplicativos de titularidade dos patrocinados por operadores de apostas de quota fixa, cujo acesso dependa de ato voluntário do usuário, sendo vedado o impulsionamento de conteúdo fora dos horários permitidos. Por outro lado, o projeto permite o patrocínio, sem restrição de horário, a eventos e programas esportivos, culturais ou jornalísticos, inclusive aqueles transmitidos por rádio, televisão ou plataformas digitais, mediante simples exposição da marca, logomarca ou outro elemento identificador do patrocinador. Fica vedada a inserção de mensagens publicitárias, além daquelas estritamente necessárias à identificação do patrocínio. Durante a transmissão de jogos e eventos esportivos ao vivo, a publicidade é autorizada no período compreendido entre 15 minutos antes do início e 15 minutos após o término da transmissão da partida, prova, competição, evento esportivo ou equivalente, mesmo durante o horário de restrição. Fica permitida ainda a exibição da marca dos patrocinadores e operadores das bets nas chamadas destinadas a anunciar a transmissão de eventos esportivos veiculadas das 21h às 6h, desde que não contenham convite, incentivo ou promessa de ganhos relacionados às apostas, não façam referência a probabilidades, cotações ou bônus promocionais e observem a classificação indicativa. Também fica permitida a veiculação de publicidade de apostas em plataformas de redes sociais ou em outras aplicações de internet para usuários autenticados que tenham mais de 18 anos. O projeto autoriza ainda as bets a se

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