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Esgotamento mental no meio do ano é o maior vilão da sua energia

Burnout – Créditos: depositphotos.com / HayDmitriy Entenda os sinais e como proteger sua saúde mental no meio do ano.   Com a chegada do meio do ano, muitas pessoas começam a sentir o peso acumulado das demandas profissionais e pessoais. O chamado burnout de meio de ano é um fenômeno que pode afetar trabalhadores de diferentes áreas, manifestando-se de maneira sutil e, muitas vezes, silenciosa. Reconhecer os primeiros sinais é fundamental para evitar consequências mais graves à saúde mental e ao desempenho no trabalho. O esgotamento não surge de uma hora para outra. Geralmente, ele se desenvolve ao longo dos meses, impulsionado por pressões constantes, prazos apertados e a sensação de não conseguir dar conta de todas as responsabilidades. Por isso, identificar os sintomas ainda no início pode ser o diferencial para buscar apoio e retomar o equilíbrio. O que caracteriza o burnout de meio de ano? O burnout, especialmente nesta época do ano, costuma ser marcado por um cansaço intenso, falta de motivação e queda na produtividade. Esses sintomas podem ser confundidos com simples desânimo ou fadiga passageira, mas, quando persistem, indicam que algo mais sério está acontecendo. O meio do ano é um período crítico porque muitas metas e projetos acumulam-se, aumentando a pressão sobre os profissionais. Além do esgotamento físico, o burnout de meio de ano pode trazer impactos emocionais, como irritabilidade, dificuldade de concentração e sensação de fracasso. Em alguns casos, a pessoa pode começar a se afastar de colegas e familiares, preferindo o isolamento. Esses sinais, embora discretos, merecem atenção redobrada para evitar agravamentos. Quais são os sinais silenciosos da síndrome? Os sintomas do burnout nem sempre são evidentes. Entre os sinais silenciosos mais comuns estão pequenas mudanças de comportamento, como atrasos frequentes, esquecimentos e procrastinação. O trabalhador pode passar a evitar reuniões, sentir-se constantemente sobrecarregado e perder o interesse por atividades que antes eram prazerosas. Outros indícios incluem alterações no sono, como insônia ou sono excessivo, além de dores de cabeça recorrentes e problemas gastrointestinais. Esses sintomas físicos, muitas vezes, são ignorados ou atribuídos a outras causas, mas podem estar diretamente ligados ao esgotamento mental. Por isso, é importante observar o próprio corpo e buscar ajuda quando necessário. Síndrome de Burnout – Créditos: depositphotos.com / grinvalds Como diferenciar a síndrome do cansaço comum? Enquanto o cansaço comum tende a desaparecer após um período de descanso, o burnout persiste mesmo após finais de semana ou férias curtas. A sensação de exaustão é contínua e não melhora com pequenas pausas. Outro ponto importante é a presença de sentimentos de desesperança e distanciamento emocional, que não costumam estar presentes em quadros de fadiga passageira. Além disso, o burnout de meio de ano pode afetar diretamente a autoestima e a percepção de competência profissional. A pessoa começa a duvidar de suas habilidades e pode sentir-se incapaz de realizar tarefas simples. Quando esses sintomas se tornam frequentes, é fundamental procurar orientação especializada para evitar complicações maiores. Quais atitudes ajudam a prevenir o burnout de meio de ano? Adotar medidas preventivas pode fazer toda a diferença para manter o equilíbrio durante o ano. Entre as principais recomendações estão a organização da rotina, definição de prioridades e estabelecimento de limites claros entre trabalho e vida pessoal. Reservar momentos para lazer e descanso também é essencial para recarregar as energias. Outra estratégia importante é o diálogo aberto com líderes e colegas de equipe sobre as dificuldades enfrentadas. Buscar apoio psicológico, quando necessário, pode auxiliar no desenvolvimento de ferramentas para lidar com o estresse. A atenção aos sinais silenciosos do burnout de meio de ano é um passo importante para preservar a saúde mental e garantir uma trajetória profissional mais saudável. Fonte: O antagonista

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Orelhão: 7 coisas que marcaram os anos 80 e 90, e quase ninguém lembra

Orelhão: 7 coisas que marcaram os anos 80 e 90, e quase ninguém lembra — Foto: Reprodução/Pexels/Lucas Souza Antes dos smartphones, os orelhões eram parte da rotina e estão vivos na memória de quem precisou decorar números, fazer filas e até pedir moedas para completar a ligação Popularmente chamado de “orelhão” pelos brasileiros, o Telefone de Uso Público (TUP) fazia parte do cenário urbano e da rotina da maioria da população do país. Espalhados pelas esquinas, praças e portas de escolas, os orelhões cumpriam o papel de conectar as pessoas em uma época onde os smartphones ainda não eram acessíveis. Quem viveu essa época, certamente, guarda na memória os hábitos e situações que, hoje, parecem inimagináveis para as novas gerações. Além de funcionar como uma ferramenta de comunicação, o orelhão podia servir como ponto de referência. Com o avanço dos celulares e da internet, os orelhões foram perdendo espaço, e hoje é muito difícil encontrá-los nas cidades. No entanto, ainda assim, esses aparelhos seguem vivos na memória afetiva de quem cresceu em uma época em que se comunicar exigia mais do que apenas pegar o celular no bolso. Pensando nisso, o TechTudo separou sete coisas que só quem viveu os anos 70, 80 e 90, com os orelhões, vai recordar. Confira nas linhas abaixo. Os orelhões eram muito comuns nos anos 90 — Foto: Júlia Nascimento/G1 Segundo uma reportagem do Jornal Nacional de 2022, o Brasil ainda conta com cerca de 144 mil orelhões espalhados pelo país, dos quais 85 mil estão em funcionamento. A Região Sudeste concentra mais da metade dos aparelhos ativos, com destaque para o estado de São Paulo, que abriga 33,1 mil orelhões, seguido por Minas Gerais, com 8,5 mil. Apesar da presença expressiva, o uso atual é mínimo: em média, apenas uma ligação por dia é feita em cada orelhão, de acordo com uma operadora de telefonia. 1. Ligar a cobrar com 9090   Se você era acostumado a usar os orelhões das cidades, certamente já precisou recorrer à chamada a cobrar. Uma das estratégias mais populares para quem estava sem moedas ou sem o cartão telefônico era ligar a cobrar para a pessoa que desejava falar. Para isso, bastava discar o clássico “9090” seguido do número desejado e aguardar que a pessoa do outro lado aceitasse a chamada. Depois que a pessoa aceitava a chamada, uma musiquinha tocava. Logo depois disso, já era possível falar normalmente. Orelhão: 7 coisas que marcaram os anos 80 e 90, e quase ninguém lembra — Foto: Reprodução/Pexels/Adenir Figueiredo Carvalho 2. Decorar número de cabeça   Como já foi falado, o orelhão era a realidade da maioria das pessoas nos anos 90, quando poucas pessoas tinham acesso a smartphones. Por isso, sem agenda digital ou lista de contatos na palma da nossa mão, era preciso exercitar a memória. Em outras palavras, gravar os números de telefone dos familiares, amigos e até mesmo de serviços essenciais era uma necessidade real. Para minimizar a chance de esquecimento, era comum anotar os números em um papel para ligar assim que encontrasse um orelhão. No entanto, perder o papel com um número importante poderia significar uma verdadeira dor de cabeça, a depender da necessidade de telefonar para aquela pessoa e/ou serviço. 3. Colecionar cartões telefônicos   Além de serem muito utilitários para os usuários do orelhão, os cartões telefônicos viraram itens de coleção. Os cartões eram lançados com diferentes ilustrações e temas. Por conta disso, os itens eram trocados, vendidos e até mesmo guardados como lembrança. Muitos lançamentos eram raros e únicos, que se tornaram itens disputados entre os colecionadores de todo o Brasil. Cartão temático do Museu da Gente Sergipana como exemplo de produção única — Foto: Márcio José Garcez Vieira 4. Pedir ajuda com moedas   Além de poder utilizar o orelhão com cartões telefônicos, também era possível utilizá-lo com moedas. Não era muito incomum ver pessoas revirando os bolsos e mochilas à procura de moedas para fazer uma ligação. Muitas vezes, era preciso recorrer à ajuda de outras pessoas na fila do orelhão pedindo uma moedinha para completar a ligação. Caso contrário, a saída era utilizar o recurso da chamada a cobrar. Para quem não tinha cartão, o ideal era utilizar o orelhão com moedas — Foto: Reprodução/Freepik 5. Fazer fila no orelhão da escola ou da esquina   Enfrentar filas em frente aos orelhões nos horários de saída das escolas era a rotina de muitos estudantes brasileiros nos anos 90. Cada aluno tinha poucos minutos para ligar e dar o recado aos pais ou familiares: dizer que estava saindo da escola ou combinar um ponto de encontro. Além disso, era comum enfrentar filas também nos orelhões das esquinas. Muitas vezes, no entanto, era preciso esperar muito até que as pessoas finalizassem a ligação ou encerrassem a conversa no orelhão. 6. Usar o orelhão como ponto de encontro   O orelhão era muito mais que um meio de comunicação. Além da função principal, o orelhão também servia como ponto de referência geográfica entre as pessoas. Marcar de encontrar algum amigo ou algum familiar “no orelhão da praça” ou “no orelhão da esquina da escola” era comum, sobretudo em lugares em que não havia muitos pontos de fácil identificação. Orelhão: veja curiosidades — Foto: Reprodução/Pexels/Hakan Kayahan 7. Ouvir eco e chiado na linha   As chamadas telefônicas dos orelhões nem sempre tinham uma boa qualidade. O eco e o chiado na linha eram problemas frequentes. Por conta disso, era comum que as pessoas repetissem frases e falassem mais alto para que a pessoa do outro lado da linha conseguisse entender. Em dias de chuva, por exemplo, as chances de a ligação cair ou ficar completamente inaudível devido aos chiados eram ainda maiores. Em outras palavras, se comunicar pelo orelhão às vezes era um verdadeiro desafio. Com informações de G1 e Wikipedia Fonte: tech tudo Por  Fernando Matias para o TechTudo

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Juceal apresenta panorama do setor de mercados para Associação de Supermercados

Entidades estreitam relações para expansão do setor supermercadista alagoano Durante a apresentação, dados da Juceal revelaram que o ambiente de negócios com foco em mercadorias possui 13.849 registros ativos  Ascom Juceal Júlia Lins / Ascom Juceal   A Junta Comercial do Estado de Alagoas (Juceal) recebeu, na quinta-feira (26), representantes da Associação dos Supermercados de Alagoas (ASA) para apresentar a evolução do registro de negócios no estado e um panorama local dos últimos cinco anos do setor supermercadista. Durante a apresentação, os dados da Juceal revelaram que o ambiente de negócios com foco em mercadorias possui 13.849 registros ativos em Alagoas, com destaque para o ramo de minimercados, que possui 13.035 empreendimentos. Em seguida, destacou-se o ramo de supermercados, com 617 empresas e, por fim, os hipermercados, com 197 registros ativos. Para o presidente da Juceal, João Gabriel Costa Lins, o Joãozinho, a evolução dos serviços da autarquia fortalece o crescimento dos mercados alagoanos.  “Mostramos para a Associação de Supermercados do Estado de Alagoas que, à medida que a Juceal evolui, o setor de supermercados também cresce. Nós pretendemos, junto aos outros municípios, expandir esse ambiente de negócios. É um setor que já cresce bastante, mas queremos que as empresas se solidifiquem e permaneçam no mercado’’, frisou. Na ocasião, o presidente da ASA, Raimundo Barreto de Sousa, elogiou a atuação da Juceal, destacando o andamento dos serviços de forma online e integração com outros municípios. “Com certeza, essa parceria é de muita importância para o nosso setor. Essa inovação e tudo o que foi mostrado, todos os diagnósticos, foram muito gratificantes. É satisfatório ver o quanto a Juceal é inovadora e pioneira em vários aspectos’’, destacou. Com o intuito de formalizar a cooperação entre as entidades, a ASA assinou um ofício elaborado pela Junta Comercial com o panorama do setor no estado. Fonte: portalal7

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Veja confrontos, datas e como vai funcionar o mata-mata da Copa do Mundo de Clubes

Brazil Photo Press/Folhapress Por UOL O mata-mata da Copa do Mundo de Clubes começa amanhã, e os clubes podem se preparar para maratonas caso empatem os confrontos. O que diz o regulamento? Em caso de empate, as partidas irão para a prorrogação, com dois tempos de 15 minutos e um intervalo de cinco entre eles. Caso persista a igualdade, a disputa irá para os pênaltis. Quem vencer nas penalidades avança de fase. A norma vale para toda a fase eliminatória, das oitavas de final à grande decisão. Cartões amarelos Os cartões serão “zerados” apenas após as quartas de final. Um jogador ou membro de comissão técnica cumprirá suspensão após dois amarelos. Mesmo assim, atletas e técnicos poderão cumprir suspensão na semifinal caso recebam o segundo amarelo nas quartas. O regulamento apenas “salva” — por cartões amarelos — os representantes em uma eventual final. O jogador/técnico só será desfalque caso seja expulso na semi. Os jogos das oitavas de final: 28/06, às 13h (de Brasília) – Palmeiras x Botafogo, no Lincoln Financial Field (Filadélfia); 28/06, às 17h (de Brasília) – Benfica x Chelsea, no Bank of America Stadium (Charlotte); 29/06, às 13h (de Brasília) – PSG x Inter Miami, no Mercedes-Benz Stadium (Atlanta); 29/06, às 17h (de Brasília) – Flamengo x Bayern de Munique, no Hard Rock Stadium (Miami); 30/06, às 16h (de Brasília) – Inter de Milão x Fluminense, no Bank of Stadium (Charlotte); 30/06, às 22h (de Brasília) – Manchester City x Al-Hilal, no Camping World Stadium (Orlando); 01/07, às 16h (de Brasília) – Real Madrid x Juventus, no Hard Rock Stadium (Miami); 01/07, às 22h (de Brasília) – Borussia Dortmund x Monterrey, no Mercedes-Benz Stadium (Atlanta). As datas do mata-mata Quartas de final: 4 e 5 de julho; Semifinal: 8 e 9 de julho; Final: 13 de julho. Fonte: tnh1

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Dia do Comerciário: confira o funcionamento dos shoppings e do Centro de Maceió

Assessoria Por TNH1 O feriado municipal do Dia do Comerciário será no próximo dia 30, pois sempre é celebrado na última segunda-feira do mês de junho. Em Maceió, a data afeta o funcionamento das lojas dos shoppings e do Centro, pois será um dia de descanso para a categoria. O TNH1 fez um levantamento dos horários e do funcionamento dos centros comerciais na capital alagoana. Confira abaixo: Parque Shopping Maceió As lojas, quiosques e loteria do Parque Shopping Maceió estarão fechados. A praça de alimentação, os quiosques de alimentação e as áreas de lazer funcionam das 10h às 22h. Os restaurantes Outback, Castro Bistrô, Armazém Guimarães, We Love Bistrô e Tio Armênio abrem a partir das 12h. O supermercado Unicompra funciona normalmente, das 8h às 23h, assim como o N3AU Coworking, que abre das 8h às 22h. A academia terá horário ampliado para o feriado, das 5h às 23h. Entre os serviços de saúde, a Clínica Pele funcionará das 8h às 20h, a Odonto Family – D32 das 13h às 20h, a Clínica Gettus das 8h às 18h, a Clínica Servimed das 7h às 22h e a Clínica CM Medicina das 7h às 21h. Maceió Shopping As lojas e quiosques do Maceió Shopping estarão fechados na próxima segunda. Os estabelecimentos das praças de alimentação, centro médico, cartório, agência bancária, loteria, cinemas, parque de diversão Game Station e academia Smart funcionam normalmente. Os restaurantes Camarada Camarão, Paris Bistrô e Five Sport Bar também funcionam no horário de 11h30 até 23h. O ponto de vacinação instalado em frente aos cinemas também estará atendendo ao público. FUNCIONAM NORMALMENTE: Caixa Econômica; Cartório; Centro Médico; Cinema Kinoplex; Correios; Ecobrilho; Farmácia Drogasil; Farmácia Pague Menos; Farmácia Permanente; Game Station; Loterias; Smart Fit; vacinação. NÃO FUNCIONAM: Central Já e Farmácia do Trabalhador. Centro de Maceió As lojas do Centro de Maceió estarão fechadas na data, conforme anúncio da Aliança Comercial. Shopping Pátio Maceió Até o fechamento desta matéria, o Shopping Pátio Maceió não havia divulgado como será o funcionamento das lojas no dia 30 de junho. Fonte: tnh1

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Defensoria Pública diz que bairro do Bom Parto está afundando rápido

Para Ricardo Melro, não basta monitorar, famílias em situação de risco têm que ser retiradas e indenizadas – Foto: Edilson Omena   Estudos sobre impactos da mineração na região mostram problemas que tendem a se agravar A Defensoria Pública do Estado (DPE) recebeu novos estudos sobre os impactos da mineração da Braskem, que confirmam o afundamento do solo, cada vez mais acelerado, na região do Bom Parto. Com base nessas informações, divulgadas ontem pelo defensor público estadual Ricardo Melro, a Defensoria vai pedir à Justiça a atualização do mapa de risco. O objetivo é a inclusão de todos os imóveis do bairro, localizados nas bordas na área de risco, para que essas famílias – a exemplo da dona Socorro, que teve que deixar sua casa, na rua General Hermes, por conta das rachaduras – sejam realocadas, indenizadas e tenham direito ao pagamento de danos morais. Apesar de reconhecer as avarias em vários imóveis na região, a Defesa Civil Municipal se recusa a interditar os imóveis, para não criar precedente. Embora que reconheça que a situação seja crítica, o órgão diz apenas que “continua monitorando toda a região do Mapa de Criticidade e toda área adjacente”. Para Ricardo Melro, não basta apenas monitorar, tem que retirar as famílias em situação de risco e indenizá-las. “O bairro Bom Parto está afundando, e os próprios dados de origem oficial, processados de forma independente, comprovam isso. Todos os setores que estão na criticidade 01 já deviam estar como 00, desde dezembro de 2024”, alertou. Segundo o defensor, o mais grave de tudo é que “há áreas sem nenhuma classificação no Mapa de Criticidade oficial (versão 5), que também já se enquadram como 00, com subsidência intensa e contínua, principalmente na porção Sudoeste do bairro, conforme mostra o mapa que tivemos acesso”. Os estudos constataram que as regiões registraram velocidades de afundamento do solo acima de –5 milímetros/ano, com pontos críticos chegando a –10, –20 e até –50 milímetros/ano. Segundo o próprio Comitê de Acompanhamento Técnico (CAT), coordenado pela Defesa Civil Municipal, essas áreas sofrem com a subsidência do solo, mas estariam “fora de risco” porque estão sendo “monitoradas”. De acordo com os estudos, o primeiro mapa da região é referente a movimentação do solo em dezembro de 2024. Já o segundo mapa, com os dados mais alarmantes, apresenta o acumulado dos últimos seis anos, de 2018 até 2024. PROVIDÊNCIAS “Diante disso, peticionamos em duas ações civis públicas (ACPs): uma específica sobre o bairro do Bom Parto; e outra, pedindo o retorno do Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) para Maceió, com o objetivo de retomar os estudos presenciais”, adiantou Melro. Segundo ele, o pedido é direto: “Queremos que o SGB confirme os dados e, diante disso, que a Justiça determine a elaboração do Mapa 06 para realocação da área”. O defensor disse ainda que na ação civil pública há pedidos de reanálise feito pela Defensoria. “Vários pedidos, sempre com links nas petições mostrando vídeos, imagens e relatos das vítimas. Está tudo nos autos — no 1º e no 2º grau — com pedidos de realocação e indenização justa”, acrescentou. Para o defensor, essa iniciativa, de acrescentar aos autos esses estudos, é um fato novo dentro do processo. “Mais um reforço. Por isso, queremos que o próprio Serviço Geológico Brasileiro, que já esteve aqui em Maceió, retorne e confirme essas informações”, concluiu.   Casa da dona Socorro, na Rua General Hermes, no Bom Parto (Foto: Sandro Lima)   Moradora diz que Prefeitura de Maceió ofereceu 200 reais de aluguel social Moradora do Bom Parto há anos, dona Maria Socorro da Silva, teve que deixar sua casa, na Rua General Hermes, número 1367, porque o imóvel ameaçava cair de tantas rachaduras, fissuras e infiltrações provocadas pelo afundamento do solo, na região. A residência dela foi vistoriada pela Defesa Civil de Maceió no dia 6 de outubro de 2021, várias avarias foram constatadas pela equipe da vistoria, mas até hoje o imóvel não foi interditado. Na conclusão do laudo, assinado por Osvaldo Palagani, diretor de operações da Defesa Civil Municipal, o órgão ligado à Prefeitura de Maceió confirma que o imóvel está com a estrutura comprometida, mas recomenda apenas que a dona da casa isole e deixe de usar o banheiro e a cozinha, até que os reparos sejam feitos. Detalhe: tudo por conta da dona do imóvel, embora os danos tenham sido causados pela mineração da Braskem. Em contato com a reportagem da Tribuna Independente, dona Socorro disse que depois dessa vistoria, a Defesa Civil Municipal não retornou ao imóvel. “A última vez que eu chamei a Defesa Civil, eles aconselharam a gente sair da casa. Mandaram isolar o banheiro e a cozinha. Como a gente vai morar numa casa, sem poder usar o banheiro social e a cozinha?”, questionou ela. No laudo, o chefe de operações de proteção da Defesa Civil afirma que encaminhou o caso da dona Socorro ao serviço social da Prefeitura de Maceió, mas o valor do aluguel social oferecido era tão baixo que a moradora declinou da ajuda. “A assistente social perguntou se queríamos que ela nos cadastrasse no aluguel social, que era de 200 reais. Perguntei se era piada. Ela disse ‘infelizmente não’. Por isso, preferimos não aceitar esse tipo de ajuda”, relatou Socorro. “Ou seja, com receio que a casa caísse em cima da gente, desocupamos o imóvel. Deixamos fechado, já que não podemos alugar nem vender, até essa situação seja resolvida. Por enquanto, ninguém vai querer pagar um preço justo”, acrescentou. “Meu pai que é o dono da casa piorou de saúde depois dessa situação, pois é o único bem que ele possui”, disse dona Socorro. “E essa triste novela continua, infelizmente”, completou. A advogada Michele Gusmão, contratada pela dona Socorro, disse que até agora nenhuma proposta de acordo foi feita pela Braskem, mas a família espera ser indenizada. “Estamos avaliando o que fazer, se for preciso entraremos com uma reclamação na Justiça”, afirmou a advogada. Segundo ela, a avarias no imóvel de dona Socorro, provocadas pelo afundamento

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Revitalização de canais pluviais avança em Delmiro Gouveia

Ação visa melhorar o escoamento da água da chuva e reduzir transtornos à população A Prefeitura de Delmiro Gouveia iniciou mais uma etapa de obras voltadas à infraestrutura urbana, com foco na limpeza e revitalização dos canais pluviais do município. O trabalho tem como principal objetivo garantir o escoamento adequado das águas das chuvas, prevenindo alagamentos e outros transtornos à população, especialmente em períodos de maior intensidade pluviométrica. A intervenção teve início no Bairro Novo e deve se estender gradualmente para outros trechos da cidade. As equipes estão atuando diretamente dentro dos canais, promovendo a retirada de entulhos, lama e demais resíduos acumulados, além de reparos estruturais com uso de concreto e contenção com pedras, o piso dos canais está sendo completamente refeito, garantindo maior resistência e durabilidade à estrutura. A medida ampliará a segurança, a salubridade e a qualidade de vida dos moradores, ao passo que contribui também para a preservação da infraestrutura urbana e a prevenção de danos futuros. A colaboração da população para manter os canais limpos é crucial. Os moradores devem fazer sua parte, evitando jogar lixo nas margens ou dentro dos canais, uma vez que esse tipo de prática compromete o escoamento da água e pode causar entupimentos, alagamentos e prejuízos à saúde pública. Prefeitura Municipal de Delmiro Gouveia – Trabalho que não para!

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DMTT alerta para falsa informação sobre instalação de radares

O Departamento Municipal de Transportes e Trânsito (DMTT) informou que é falsa a informação que circula em grupos de mensagens sobre a instalação de radares em vias das partes alta e baixa de Maceió. O órgão ressalta que os equipamentos instalados são parte do reforço na fiscalização por videomonitoramento, que já é feita na capital alagoana, inclusive nos locais que receberam as câmeras. A assessoria de Comunicação da pasta destacou que no total, 21 equipamentos foram instalados em cruzamentos semafóricos e pontos de avenidas situadas em bairros como Tabuleiro do Martins, Cidade Universitária, Cruz das Almas, Serraria e Benedito Bentes, entre outras localidades. As novas câmeras auxiliam na fiscalização do DMTT e otimizam o trabalho que visa garantir a segurança viária de condutores e pedestres que trafegam diariamente pelas ruas e avenidas de Maceió, além da mobilidade urbana na cidade. Com os equipamentos, ainda é possível direcionar equipes com mais precisão e rapidez em casos de acidentes de trânsito e, se necessário, acionar órgãos de atendimento como ambulâncias, por exemplo. O DMTT reforça também que os trechos com câmeras são devidamente sinalizados, alertando para a fiscalização da via por videomonitoramento, conforme exige a legislação. *Com assessoria Fonte: cada minuto

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Câmara estabelece cronograma para emendas e votação da LDO

Câmara Municipal de Maceió Câmara Municipal avança com transparência na votação da LDO 2026 e amplia diálogo com a sociedade A Câmara Municipal de Maceió concluiu, nesta quarta-feira (25), a definição do calendário de tramitação e votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o exercício financeiro de 2026. O cronograma foi construído de forma coletiva entre os parlamentares, com base no entendimento, transparência e compromisso com a responsabilidade fiscal e social do município. A LDO é uma peça fundamental no planejamento orçamentário, pois estabelece as metas e prioridades da gestão pública, servindo como base para a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA). Ela define, entre outros pontos, os limites para os gastos públicos, as projeções de arrecadação e o equilíbrio fiscal necessário para garantir investimentos sustentáveis nas políticas públicas. Compromisso com prazos e participação A votação da LDO será concluída antes do recesso parlamentar de julho. O presidente da Câmara, Chico Filho, destacou que o calendário acordado reflete o esforço conjunto dos vereadores para concluir o semestre legislativo com responsabilidade. “Esse alinhamento entre os parlamentares permite que o Legislativo cumpra sua missão institucional, garantindo tempo hábil para o debate das emendas e a escuta das demandas da sociedade”, afirmou. Além da tramitação formal da matéria, a Câmara tem adotado uma postura de aproximação com a população, fortalecendo o processo democrático. Prova disso foi a audiência pública realizada pela Comissão de Orçamento, que contou com forte presença de lideranças comunitárias, movimentos sociais e representantes de conselhos e coletivos de diversas áreas. Durante o encontro, foram apresentadas demandas populares para a inserção de recursos e ações voltadas para áreas sensíveis da gestão pública, como: Ampliação de serviços na assistência social Fortalecimento da saúde básica e da atenção especializada Investimentos na educação infantil e ensino em tempo integral Ações para turismo, cultura e economia criativa Apoio à economia solidária e ao empreendedorismo local Valorização dos servidores públicos Olhar técnico e sensível para o futuro da cidade A proposta enviada pela Prefeitura em maio traz, além de diretrizes fiscais, projeções de crescimento de receita e controle das despesas públicas até 2026, com base em dados da execução orçamentária dos últimos anos. A análise feita pelas comissões técnicas da Câmara tem se pautado por critérios técnicos, mas também pelo olhar sensível para as desigualdades sociais e territoriais de Maceió. Segundo o vereador Samyr Malta, presidente da Comissão de Orçamento, o trabalho da comissão tem sido focado em garantir que a LDO reflita os reais anseios da população. “Nossa prioridade é construir uma lei que tenha efetividade, que oriente o orçamento municipal para onde realmente importa, com justiça social e eficiência nos gastos”, destacou. ️ Papel do Legislativo e próximos passos Com a aprovação da LDO, a Câmara encerra o primeiro semestre legislativo com um marco importante de responsabilidade institucional. A atuação dos vereadores tem sido decisiva não apenas no voto, mas na escuta ativa das comunidades e na proposição de emendas que tornem o orçamento mais inclusivo. A LDO, após aprovada, servirá de norte para a elaboração da LOA, que será debatida no segundo semestre. Até lá, os parlamentares seguem acompanhando a execução orçamentária do município e dialogando com os órgãos da administração pública e a sociedade civil organizada. Redação ANH/AL

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Prefeito JHC enfatiza geração de emprego e renda com o São João Massayó

Noites de shows atraem público e fortalecem o comércio ambulante. Foto: Itawi Albuquerque   São João Massayó transforma Maceió com geração de renda, cultura e valorização do comércio popular Com a força da cultura popular nordestina e um planejamento que alia lazer e desenvolvimento econômico, o São João Massayó 2025 tem se consolidado como um dos maiores eventos juninos do Brasil. O prefeito de Maceió, JHC, destacou na última quarta-feira (25) que a festa junina vai além da celebração: ela se tornou um instrumento de impacto social e geração de oportunidades. Mais de mil ambulantes credenciados estão trabalhando nos dois polos do evento: Jaraguá (centro) e Benedito Bentes (parte alta). A presença de pequenos comerciantes é uma das marcas da festa e evidencia a preocupação da Prefeitura com a inclusão econômica de quem vive do trabalho informal. “O São João Massayó é, hoje, uma política pública que movimenta todos os setores da cidade: do turismo ao comércio, da cultura ao transporte. Conseguimos aquecer a economia local justamente num período em que antes havia pouca movimentação. Estamos transformando a baixa temporada em alta expectativa para milhares de trabalhadores”, afirmou JHC. Efeito multiplicador na economia local Desde sua primeira edição, o São João Massayó já movimentou mais de R$ 800 milhões, conforme aponta o Estudo de Impacto Econômico elaborado nos últimos três anos (2022 a 2024). A projeção é que em 2025 esse número seja ainda maior, diante do crescimento do evento e da presença de turistas de outras regiões do país. O impacto financeiro se espalha por vários setores da economia: vendedores ambulantes, empresas de som e iluminação, transporte por aplicativo, hotéis, bares, restaurantes, costureiras, artesãos, produtores culturais e trabalhadores temporários. Além disso, com o aumento do fluxo de turistas, pequenos empreendimentos locais ganham visibilidade, fortalecendo a economia de bairro e descentralizando os benefícios da festa. ‍‍ Histórias reais de transformação A ambulante Ruslenye da Silva, junto com o marido e a filha, conseguiu triplicar sua renda diária ao participar do evento. Já o comerciante Alexsandro dos Santos, em sua primeira experiência, viu no São João Massayó uma chance de mudar de vida. Esses exemplos refletem como o evento atua como porta de entrada para inclusão produtiva, especialmente para famílias que dependem da renda informal para sobreviver. Capacitação e segurança: pilares do sucesso Para garantir qualidade e segurança ao público, a Prefeitura exigiu que todos os ambulantes passassem por capacitação em boas práticas. Foram ministrados cursos sobre:   Higiene e manipulação de alimentos   Atendimento ao consumidor   Normas sanitárias e de segurança   Legislação sobre o comércio em eventos   Além disso, fiscais atuam em tempo integral durante os dias de festa para coibir práticas perigosas, como a venda de bebidas em garrafas de vidro ou alimentos servidos de forma inadequada. Cultura acessível e descentralizada Com 55 atrações entre artistas locais e grandes nomes nacionais, o evento é gratuito e distribuído em dois polos da cidade — o que reforça o compromisso com a democratização do acesso à cultura. A descentralização da programação também tem impacto direto na ocupação da cidade, movimentando regiões com menor histórico de grandes eventos e promovendo a inclusão territorial. Além da programação artística, o evento inclui espaço para apresentações culturais tradicionais, como quadrilhas juninas, bumba meu boi, coco de roda e forró pé de serra, preservando a identidade cultural alagoana e nordestina. ️ Segurança reforçada e acolhimento Com público estimado em centenas de milhares de pessoas, o evento conta com reforço na segurança pública, incluindo atuação integrada da Guarda Municipal, SMTT, Polícia Militar, Bombeiros e equipes de saúde e assistência social. Há também pontos de apoio para crianças e pessoas com deficiência, além de sinalização acessível e orientadores de público. Redação ANH/AL

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