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POLÍTICA

STF homologa plano do INSS para devolução de descontos ilegais

Pagamentos devem começar no dia 24 de julho André Richter – Repórter da Agência Brasil © Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou nesta quinta-feira (3) o plano do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para iniciar o ressarcimento dos descontos irregulares de mensalidades associativas nos benefícios de aposentados e pensionistas. Com a homologação, os pagamentos devem começar no dia 24 de julho e serão feitos de 15 em 15 dias, a partir da data inicial. Cada lote deve contar com o ressarcimento de 1,5 milhão de beneficiários. Os valores serão corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador da inflação. Na mesma decisão, Toffoli determinou a suspensão de processos e decisões judiciais em todo o país que tratam da responsabilidade do INSS e do governo federal sobre os descontos ilegais. O ministro também ressaltou que a adesão dos aposentados ao acordo deve ser voluntária. Conforme uma das cláusulas do acordo, quem aderir deverá retirar a ação na Justiça contra o INSS. “É imperativa a atuação das instituições signatárias na divulgação não apenas do acordo, como também da voluntariedade de sua adesão pelos beneficiários que foram vítimas de fraudes mediante descontos não autorizados por parte de entidades associativas e dos efeitos jurídicos dessa adesão”, afirmou o ministro. Confira reportagem com o detalhamento do acordo Crédito extraordinário Toffoli não aceitou o pedido da AGU para determinar a abertura de crédito extraordinário no orçamento para viabilizar o ressarcimento. Na decisão, o ministro disse que não cabe ao Supremo determinar a medida, que é de competência do Congresso. Contudo, o ministro entendeu que os recursos para o pagamento poderão ficar fora do limite de gastos do Novo Arcabouço Fiscal.  “Essa mesma razão justifica que os valores a serem utilizados para reposição imediata, na via administrativa, do patrimônio dos beneficiários da Previdência Social que foram vítimas das fraudes com descontos não autorizados, acordada nestes autos, sejam excepcionados do cálculo para fins do limite disciplinado no art. 3º da Lei Complementar nº 200/23, conforme 2º do dispositivo, independentemente de figurar em crédito extraordinário”, definiu o ministro. Conciliação O acordo enviado para chancela do STF foi fechado entre a AGU, o INSS, o Ministério da Previdência Social, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Defensoria Pública da União (DPU) e o Ministério Público Federal (MPF). Todos os órgãos participam de uma conciliação aberta por Dias Toffoli. Segundo a AGU, a homologação é necessária para dar segurança jurídica ao processo de devolução dos valores descontados. Bloqueios As fraudes são investigadas na Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, que apura um esquema nacional de descontos de mensalidades associativas não autorizadas. Estima-se que cerca de R$ 6,3 bilhões foram descontados de aposentados e pensionistas entre 2019 e 2024. Até o momento, a Justiça Federal já bloqueou R$ 2,8 bilhões em bens.  Fonte: portaldealagoas

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Ex-presidente Bolsonaro cancela eventos de julho após se sentir mal

Problemas de saúde levam Bolsonaro a cancelar agenda de julho.   Bolsonaro cancela agenda de julho por recomendação médica após mal-estar O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), de 70 anos, suspendeu todos os compromissos públicos programados para o mês de julho. A decisão foi tomada após ele se sentir mal na noite de 1º de julho e buscar atendimento médico de emergência, segundo comunicado divulgado por sua equipe. Bolsonaro, que passou por uma cirurgia em abril para tratar uma obstrução intestinal sequela do atentado sofrido durante a campanha presidencial de 2018, está em recuperação e, segundo seus médicos, deverá permanecer em repouso domiciliar por todo o mês. De acordo com os profissionais de saúde, ele enfrenta crises frequentes de soluços, vômitos e dificuldades para se alimentar e falar, o que motivou a recomendação de repouso absoluto. As viagens a Santa Catarina e Rondônia foram canceladas, assim como outros compromissos políticos, inclusive com o Partido Liberal. O comunicado foi publicado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente. Já os médicos informaram que o objetivo é garantir a plena recuperação após uma cirurgia extensa, agravada por internação prolongada, quadro de pneumonia e episódios recorrentes de desconforto físico. Apesar das orientações médicas anteriores para evitar aglomerações, Bolsonaro havia participado de eventos em Brasília e em São Paulo nos últimos meses, incluindo uma grande manifestação na Avenida Paulista, no último domingo. Michelle Bolsonaro, esposa do ex-presidente, escreveu nas redes sociais que acredita na recuperação do marido: “O Jair precisa deste tempo para se recuperar completamente. Tenho fé de que Deus o ajudará e que em breve ele estará de volta com toda a energia.” Julgamento em andamento Enquanto se recupera, Bolsonaro também enfrenta um processo no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele é acusado de integrar uma organização criminosa que teria planejado um golpe de Estado para evitar a posse de Luiz Inácio Lula da Silva, após sua derrota nas eleições de 2022. Durante depoimento recente, o ex-presidente negou a acusação, afirmando que nunca participou de qualquer tentativa de golpe e que apenas cogitou possibilidades dentro da Constituição. A Procuradoria-Geral da República, no entanto, afirma que havia um plano estruturado, que não se concretizou por falta de apoio militar. Se condenado, Bolsonaro poderá pegar até 40 anos de prisão. Atualmente, ele já está inelegível até 2030 por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que o puniu por disseminar desinformação sobre o sistema eleitoral. Apesar disso, Bolsonaro segue sendo a principal figura da direita no país. No evento em São Paulo, chegou a relativizar sua necessidade de retorno à Presidência: “Me deem 50% da Câmara e do Senado que eu mudo o destino do Brasil. Nem preciso ser presidente.” Redação ANH/DF

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Entenda proposta de acordo do INSS para devolução de descontos ilegais

Beneficiários lesados serão integralmente ressarcidos André Richter – Repórter da Agência Brasil © Marcelo Camargo/Agência Brasil A Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou nesta quarta-feira (2) ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma proposta de acordo para iniciar, a partir de 24 de julho, o ressarcimento dos descontos irregulares de mensalidades associativas dos benefícios de aposentados e pensionistas. De acordo com a proposta, os beneficiários vão ser integralmente ressarcidos pelos descontos não autorizados nos contracheques entre março de 2020 e março de 2025.  Se for homologado pelo Supremo, os pagamentos serão feitos a cada 15 dias, a partir da data inicial. Cada lote deve contar com o ressarcimento de 1,5 milhão de beneficiários. Os valores serão corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador da inflação. Para ter direito a aderir ao acordo, quem foi lesado pelas associações envolvidas no esquema deverá entrar em contato diretamente com o INSS, por meio dos canais de atendimento do órgão. A adesão será voluntária. Após análise do pedido, o aposentado entrará na lista de pessoas que terão direito ao ressarcimento. Em contrapartida, quem entrou na Justiça para receber o ressarcimento deverá desistir da ação contra o INSS, que se compromete a pagar 5% de honorários advocatícios nas ações individuais propostas antes de 23 de abril de 2025. Confira as principais regras do acordo, que ainda depende de validação do STF. Pedido de devolução Canais disponíveis:  Aplicativo Meu INSS, central telefônica 135 e agências dos Correios. Devolução automática Por estarem em grupos de pessoas vulneráveis, idosos maiores de 80 anos, quilombolas e indígenas serão ressarcidos independentemente de requerimento. Processo de contestação O sistema do INSS gera cobrança à entidade associativa quando há contestação; A entidade tem 15 dias para comprovar a autorização ou devolver valores via GRU (Guia de Recolhimento da União); Se a entidade não fizer o reembolso ou não provar a regularização do desconto, o INSS devolverá os valores. Efeitos jurídicos Extinção de ações individuais e coletivas com quitação integral ao INSS; Honorários advocatícios de 5% sobre o valor devolvido administrativamente (ações ajuizadas até 23/4/2025); Afastamento de danos morais e da aplicação do Código de Defesa do Consumidor (CDC) em relação ao INSS; Necessária contestação administrativa prévia; Em caso de não adesão ao acordo, o beneficiário poderá buscar a via judicial. Objeto do acordo Ressarcir integralmente beneficiários por descontos não autorizados entre março de 2020 e março de 2025, independente da prévia responsabilização das associações; Valores devolvidos serão corrigidos pelo IPCA; O INSS adotará todas as medidas necessárias para promover a responsabilização integral das entidades responsáveis pelos descontos. Prevenção de novas fraudes O INSS vai revisar normas e procedimentos para prevenir novas fraudes em descontos associativos. Conciliação O acordo enviado para chancela do STF foi fechado entre a AGU, o INSS, o Ministério da Previdência Social, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Defensoria Pública da União (DPU) e o Ministério Público Federal (MPF). Todos os órgãos participam de uma conciliação aberta pelo ministro Dias Toffoli. Segundo a AGU, a homologação é necessária para dar segurança jurídica ao processo de devolução dos valores descontados. O órgão também aguarda pedido para que Toffoli determine a abertura de crédito extraordinário no orçamento para viabilizar o ressarcimento e a exclusão dos valores do teto de gastos da União para os anos de 2025 e 2026. Bloqueios As fraudes são investigadas na Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, que apura um esquema nacional de descontos de mensalidades associativas não autorizadas. Estima-se que cerca de R$ 6,3 bilhões foram descontados de aposentados e pensionistas entre 2019 e 2024. Até o momento, a Justiça Federal já bloqueou R$ 2,8 bilhões em bens de empresas e investigados envolvidos nas fraudes em descontos irregulares nos benefícios. Fonte: portaldealagoas

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Ronaldo Lessa assume interinamente o governo de Alagoas

Governador interino destacou como prioridade manter a normalidade da administração e garantir respostas rápidas às demandas da população Lessa diz que governador Paulo Dantas deixa a equipe à vontade e confia no trabalho do vice  Errol Flynn / Ascom Vice-governadoria Alexandre Câmara / Ascom Vice-governadoria O vice-governador Ronaldo Lessa assumiu interinamente o governo de Alagoas nesta terça-feira (1º) e permanecerá no cargo até o próximo domingo (6). Em declaração nesta manhã, ele destacou que a prioridade é manter a normalidade da administração e garantir respostas rápidas às demandas da população, especialmente nos municípios atingidos pelas chuvas. Logo no primeiro dia à frente do governo, Lessa reuniu a Defesa Civil para avaliar a situação em cidades que sofreram com enchentes nos últimos dias, como Marechal Deodoro, Coqueiro Seco, Joaquim Gomes, Passo do Camaragibe, Rio Largo e São Miguel dos Campos. “As coisas estão normalizando, a tendência agora é de estiagem, sem risco imediato. Mas é preciso monitorar e oferecer apoio aos prefeitos, seja com cestas básicas ou outras formas de ajuda para garantir condições humanas melhores à população atingida”, explicou. Segundo ele, o governador Paulo Dantas deixa a equipe à vontade e confia no trabalho do vice. “Paulo reconhece que eu sei qual é o meu papel de vice. Ele confia e me deixa à vontade. Então vamos tocar o Estado com a normalidade de sempre”, reforçou. Outro ponto abordado por Lessa foi a paralisação decretada por servidores da Educação. Ele minimizou o impacto imediato, já que o período é de férias escolares. “Ainda bem que ocorreu num momento sem aulas. Dá tempo de conversar, o governador chega segunda-feira e estará aqui para dar encaminhamento. Se quiserem falar comigo nesse período, também estou à disposição. Mas, claro, a última palavra será dele”, afirmou. Inclusão social como prioridade Lessa também fez questão de destacar o lançamento, na segunda-feira (30), da primeira turma do programa É a Minha Vez, no Jacintinho, em Maceió. A iniciativa é promovida pela Vice-Governadoria e pela Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Seades), com autorização do governador. O objetivo é atender pessoas inscritas no CadÚnico, oferecendo cursos de qualificação profissional ou apoio para empreender com microcrédito a juros baixos. “Queremos que o CadÚnico seja só um momento de passagem. Que essas pessoas possam se qualificar, buscar o mercado de trabalho ou mesmo abrir o próprio negócio. Ontem foi só o primeiro passo, mas vamos continuar com novas turmas em outras regiões”, ressaltou o vice-governador. A agenda de Lessa nos próximos dias deverá continuar voltada para o monitoramento das áreas afetadas pelas chuvas, além do acompanhamento das ações sociais em andamento no Estado. Fonte: portaldealagoas

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Embraer entrega quatro aeronaves A-29 Super Tucano para a Força Aérea Paraguaia

Gráfico do Super Tucano da Embraer Embraer Digital A Embraer informou que realizou na segunda-feira (30) a entrega de quatro aeronaves A-29 Super Tucano para a Força Aérea Paraguaia. Essas são as primeiras quatro unidades de um total de seis. Em nota, o general do Ar Júlio Fullaondo, comandante da Força Aérea Paraguaia, destacou que a chegada das aeronaves representa muito mais do que um acréscimo logístico: é um passo firme em direção à modernização das capacidades operacionais. “Esse acréscimo à nossa frota de aeronaves representa a aquisição de defesa mais importante dos últimos 38 anos”, afirmou. Segundo a Embraer, o A-29 Super Tucano atingiu recentemente a marca de 600 mil horas de voo. A aeronave, selecionada por 22 forças aéreas, conta com mais de 290 encomendas em todo o mundo. Fonte: timesbrasil

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Comissões de Orçamento e CCJ aprovam parecer para votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias

 Dicom/CMM Parlamentares trataram sobre indicação de emendas, receitas e despesas do Município. Próxima etapa é votar o projeto nesta terça (1°) Os vereadores integrantes das Comissões de Orçamento e Finanças e de  Constituição e Justiça (CCJ) se reuniram na manhã desta segunda-feira (30) e aprovaram o parecer que viabiliza a votação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) em sessão extraordinária marcada para as 10h, desta terça-feira (1°).   Foram debatidos temas como a inclusão de emendas parlamentares à lei, bem como o fechamento de discussões sobre receitas e despesas do Município para o ano de 2026. Para a presidente da CCJ, vereadora Olívia Tenório, a reunião conjunta entre as comissões foi essencial para gerar os encaminhamentos.   “Conseguimos agilizar os debates sobre a LDO, em consenso com os vereadores e com as demandas da Prefeitura de Maceió. Os parlamentares explicaram o que pensavam sobre indicações à LDO, as nuances do projeto, para não ter problemas orçamentários no futuro. Com parecer aprovado pelas comissões, acredito que não teremos dificuldades em aprovar o projeto amanhã [1°]”, avalia a presidente da CCJ.   Para o presidente da Comissão de Orçamento, vereador Samyr Malta, a inclusão de algumas pautas no projeto da LDO deixou os parlamentares satisfeitos, sobretudo porque as discussões ocorreram de forma transparente.   “Com discussões transparentes, nas mais variadas pautas sobre emendas parlamentares, receitas e despesas do Município para o próximo ano, e estamos prontos para votar a LDO”, destaca o vereador.   Participaram da reunião das comissões os vereadores Silvania Barbosa, Olívia Tenório, Brivaldo Marques, Cal Moreira, Thiago Prado, Eduardo Canuto, Milton Ronalsa e Aldo Loureiro.   PLDO O PLDO foi encaminhado pela Prefeitura de Maceió à Câmara Municipal no dia 15 de maio, com destaques no crescimento de receita e controle de despesas do Município, apontado na série histórica entre 2023 a 2026.   A Comissão de Orçamento já realizou a audiência pública que debateu as abordagens e metas da Lei de Diretrizes Orçamentárias. Também participaram da audiência, os vereadores, a sociedade civil organizada, instituições, associações, lideranças comunitárias, conselheiros tutelares, e coletivos que levaram diversas demandas para implementar na LDO em áreas como assistência social, saúde, educação, turismo, economia solidária, valorização do serviço público, cultura, entre outras pautas.  Álbum de Imagens

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Governo define distribuição de cotas raciais em concursos públicos

Reserva de 30% será dividida entre negros, indígenas e quilombolas Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil © Joel Rodrigues/Agência Brasília Decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva definiu como será a nova distribuição das vagas por cotas raciais em concursos públicos. O texto foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União, na noite dessa sexta-feira (27), e regulamenta a lei federal sancionada no início do mês, que ampliou para 30% a reserva de vagas em seleções oficiais. De acordo com o decreto, 25% das vagas serão reservadas para pessoas pretas e pardas, 3% para indígenas e 2% para quilombolas. Essa regra será válida para concursos e seleções públicas em órgãos da administração pública federal direta, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União. Pelas regras, se não houver candidatos suficientes de um grupo, as vagas são redistribuídas entre os demais, seguindo ordem de prioridade, até a ampla concorrência. Nesse caso, por exemplo, na hipótese de não haver candidatos quilombolas em número suficiente para ocupar as vagas reservadas, as remanescentes serão revertidas para as pessoas indígenas. Na sequência, se não houver candidatos indígenas em número suficiente para ocupar as cotas, as vagas remanescentes serão revertidas para as pessoas quilombolas. E, caso não haja candidatos indígenas e quilombolas suficientes para ocupar as vagas reservadas, elas serão revertidas para pessoas pretas e pardas e, por último, para a ampla concorrência. Candidatos que se encaixam em mais de uma reserva serão classificados apenas na de maior percentual. Todos os candidatos que se inscreverem por cotas também concorrerão na ampla concorrência e, se tiverem nota suficiente para serem aprovados pela ampla, não ocupam a vaga reservada. O decreto não trata da reserva de vagas para pessoas com deficiência, que já é regulamentada em norma própria com cota de 5% das vagas ofertadas. Além do decreto, o governo federal também publicou a Instrução Normativa conjunta MGI/MIR/MPI Nº 261, elaborada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, com os ministérios da Igualdade Racial e dos Povos Indígenas, que define regras de aplicação da reserva de vagas e orienta sobre a classificação em caso de inclusão, em múltiplas hipóteses, de reserva de vagas. Procedimentos de verificação Para concorrer às vagas reservadas em cotas, a pessoa deverá se autodeclarar negra, indígena ou quilombola no momento da inscrição no certame, de acordo com os critérios de raça, cor e etnia utilizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No caso de candidato autodeclarado negro, a confirmação se dará mediante procedimento complementar de confirmação, conduzido por uma banca de heteroidentificação composta por cinco membros. Mesmo quem alcance pontuação para aprovação pela ampla concorrência deve passar por essa avaliação, se tiver optado pela cota. E caso haja decisões divergentes nas comissões (de confirmação e recursal), prevalece a autodeclaração do candidato. Pessoas indígenas e quilombolas terão seus procedimentos de confirmação da autodeclaração validados por comissões específicas, de maioria indígena e quilombola, em cada caso. Os documentos exigidos poderão incluir carteira de identidade, declaração da comunidade indígena assinada por três membros da etnia, ou por três lideranças de uma comunidade quilombola, bem como, no caso dos quilombolas, certificação da Fundação Cultural Palmares. Comprovantes diversos, como escola, saúde indígena, Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico), entre outros, também poderão ser requisitados para validação da inscrição. Outras regras Os editais também devem garantir que candidatos cotistas tenham acesso a todas as fases do concurso, desde que atinjam a nota mínima. Ainda segundo o decreto, será proibido dividir vagas entre vários editais, com o objetivo de evitar a aplicação da política de cotas. As exceções a essa regra serão permitidas apenas mediante justificativa formal e fundamentada. Um comitê será instituído pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos para acompanhar a aplicação das cotas e propor melhorias. Após dois anos, os procedimentos de confirmação poderão ser reavaliados com participação da sociedade civil. Fonte: portalal7

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Vereadores aprovam alteração na Lei Orgânica para adequação das emendas

 Dicom/CMM Sessão extraordinária deliberou sobre o tema, e a próxima etapa é incluir o dispositivo na votação da LDO A Câmara Municipal aprovou, durante sessão extraordinária, nesta sexta-feira (27), o Projeto de Emenda à Lei Orgânica, de N° 01/2025, de autoria da Comissão de Orçamento, Finanças e Fiscalização Financeira, que promove alterações na porcentagem das emendas parlamentares impositivas, uma adequação como a  da Câmara Federal. A matéria foi aprovada pelos 25 parlamentares presentes à sessão.   O texto foi aprovado em duas votações e a próxima etapa é incluir a emenda na votação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO), previsto para ser deliberado em plenário na próxima terça-feira (1°).   “A Câmara tem maturidade para dialogar com o Poder Executivo para votar este Projeto de Emenda à Lei Orgânica, que é uma demonstração de fortalecimento do Poder Legislativo, também entendendo a realidade do Município para o ano de 2026”, destaca o presidente da Câmara, Chico Filho.   Com base na legislação, as emendas impositivas são um instrumento pelo qual os vereadores podem propor a destinação de uma parte do orçamento municipal para obras e projetos sociais. Os vereadores, por estarem mais próximos da população, podem identificar as necessidades específicas de suas comunidades e propor a destinação de recursos para atendê-las.   Calendário  Na próxima segunda-feira (30), o calendário de discussões sobre indicação de emendas e votação da LDO terá continuidade com a reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e Comissão de Orçamento, a partir das 10h, para analisar o texto final da lei. Na terça-feira (1°), às 10h, haverá mais uma sessão extraordinária para votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias.  Álbum de Imagens

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Câmara estabelece cronograma para emendas e votação da LDO

Câmara Municipal de Maceió Câmara Municipal avança com transparência na votação da LDO 2026 e amplia diálogo com a sociedade A Câmara Municipal de Maceió concluiu, nesta quarta-feira (25), a definição do calendário de tramitação e votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o exercício financeiro de 2026. O cronograma foi construído de forma coletiva entre os parlamentares, com base no entendimento, transparência e compromisso com a responsabilidade fiscal e social do município. A LDO é uma peça fundamental no planejamento orçamentário, pois estabelece as metas e prioridades da gestão pública, servindo como base para a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA). Ela define, entre outros pontos, os limites para os gastos públicos, as projeções de arrecadação e o equilíbrio fiscal necessário para garantir investimentos sustentáveis nas políticas públicas. Compromisso com prazos e participação A votação da LDO será concluída antes do recesso parlamentar de julho. O presidente da Câmara, Chico Filho, destacou que o calendário acordado reflete o esforço conjunto dos vereadores para concluir o semestre legislativo com responsabilidade. “Esse alinhamento entre os parlamentares permite que o Legislativo cumpra sua missão institucional, garantindo tempo hábil para o debate das emendas e a escuta das demandas da sociedade”, afirmou. Além da tramitação formal da matéria, a Câmara tem adotado uma postura de aproximação com a população, fortalecendo o processo democrático. Prova disso foi a audiência pública realizada pela Comissão de Orçamento, que contou com forte presença de lideranças comunitárias, movimentos sociais e representantes de conselhos e coletivos de diversas áreas. Durante o encontro, foram apresentadas demandas populares para a inserção de recursos e ações voltadas para áreas sensíveis da gestão pública, como: Ampliação de serviços na assistência social Fortalecimento da saúde básica e da atenção especializada Investimentos na educação infantil e ensino em tempo integral Ações para turismo, cultura e economia criativa Apoio à economia solidária e ao empreendedorismo local Valorização dos servidores públicos Olhar técnico e sensível para o futuro da cidade A proposta enviada pela Prefeitura em maio traz, além de diretrizes fiscais, projeções de crescimento de receita e controle das despesas públicas até 2026, com base em dados da execução orçamentária dos últimos anos. A análise feita pelas comissões técnicas da Câmara tem se pautado por critérios técnicos, mas também pelo olhar sensível para as desigualdades sociais e territoriais de Maceió. Segundo o vereador Samyr Malta, presidente da Comissão de Orçamento, o trabalho da comissão tem sido focado em garantir que a LDO reflita os reais anseios da população. “Nossa prioridade é construir uma lei que tenha efetividade, que oriente o orçamento municipal para onde realmente importa, com justiça social e eficiência nos gastos”, destacou. ️ Papel do Legislativo e próximos passos Com a aprovação da LDO, a Câmara encerra o primeiro semestre legislativo com um marco importante de responsabilidade institucional. A atuação dos vereadores tem sido decisiva não apenas no voto, mas na escuta ativa das comunidades e na proposição de emendas que tornem o orçamento mais inclusivo. A LDO, após aprovada, servirá de norte para a elaboração da LOA, que será debatida no segundo semestre. Até lá, os parlamentares seguem acompanhando a execução orçamentária do município e dialogando com os órgãos da administração pública e a sociedade civil organizada. Redação ANH/AL

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Câmara Municipal define calendário para indicação de emendas e votação da LDO

 Dicom/CMM Vereadores irão se reunir em sessões extraordinárias e deliberações nas comissões sobre as metas, receitas e despesas municipais Com diálogo, transparência e entendimento entre os vereadores, a Câmara Municipal definiu durante a sessão desta quarta-feira (25), o calendário para indicação de emendas parlamentares até a aprovação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO), que está em tramitação no Legislativo.   O presidente da Câmara, Chico Filho, se reuniu com os 22 vereadores presentes à sessão para deliberar a respeito da LDO, texto enviado pela Prefeitura de Maceió para análise dos parlamentares, que estabelece as regras para a elaboração do Orçamento para 2026. Cabe ao texto definir, por exemplo, o nível de equilíbrio entre receitas e despesas municipais.   De acordo com o presidente da Casa, o calendário de debates até a aprovação ficou da seguinte forma: na sexta-feira (27), haverá uma sessão extraordinária, a partir das 10h, para votação do Projeto de Lei de Emenda à Lei Orgânica; já na segunda-feira (30), também às 10h, terá uma reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e Comissão de Orçamento para analisar o texto final da LDO; e na terça-feira (1°), às 10h, mais uma sessão extraordinária para votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias.   “Assim, iremos encerrar os trabalhos neste primeiro semestre aqui na Câmara Municipal, e este entendimento com os vereadores é importante para que este calendário até a votação da LDO seja feito”, destacou Chico Filho.   Rito e tramitação O PLDO foi encaminhado pela Prefeitura de Maceió à Câmara Municipal no dia 15 de maio, com destaques no crescimento de receita e controle de despesas do Município, apontado na série histórica entre 2023 a 2026.   A Comissão de Orçamento, presidida pelo vereador Samyr Malta, realizou, na semana passada, a audiência pública que debateu as abordagens e metas da Lei de Diretrizes Orçamentárias.   Também participaram da audiência pública os vereadores, a sociedade civil organizada, instituições, associações, lideranças comunitárias, conselheiros tutelares, e coletivos que levaram diversas demandas para implementar na LDO em áreas como assistência social, saúde, educação, turismo, economia solidária, valorização do serviço público, cultura, entre outras pautas.  Álbum de Imagens

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