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Filarmônica de alagoas celebra a força, diversidade e inventividade musical nordestina

Orquestra apresenta o concerto “Nordeste Vivo” dia 8 de novembro no Anexo ao Teatro Deodoro Paulo Canuto A série “Mundo” da Orquestra Filarmônica de Alagoas é feita da união de sonoridades, pessoas e elementos, também de inventividade, liberdade para explorar e homenagear e, no próximo dia 8 de novembro, às 20h na Sala de Música, no anexo ao Teatro Deodoro, veremos isso mais uma vez com o concerto ‘Nordeste Vivo’, onde a Filarmônica vai entoar uma carta de amor ao nosso amado nordeste e suas potências musicais. Os ingressos podem ser adquiridos pelo link Loja De Ingressos ou presencialmente no Armazém Anandda na R. Dep. José Lages, 372 C – Ponta Verde, os ingressos custam a partir de R$25,00, a ideia é que mais pessoas possam ter acesso a um concerto de uma orquestra, pagando um valor acessível, trabalhando assim o fortalecimento de plateia e a formação de novas. O programa celebra a força, a diversidade e a inventividade musical do Nordeste brasileiro, reunindo obras que transitam entre várias linguagens, em um concerto vibrante que exalta a identidade sonora da região. Ter o nordeste na essência, é coisa séria para a Orquestra Filarmônica de Alagoas, pois a exaltação da cultura nordestina vai do repertório e participações, até o cartaz do concerto. “O símbolo do Pavão Misterioso no cartaz não é a por mera ilustração e o vejo como figura em um realismo fantástico que nos inquieta para as definições sobre o nordeste brasileiro. O cordel original narra a história de amor entre Evangelista e a Condessa Creusa, que, após ser libertada por ele com a ajuda de um aeroplano em forma de pavão, vive ao seu lado diversas aventuras até o casamento. E por aí seguem-se às metáforas! Este é um concerto que conta histórias, passando por costumes, religiosidade, geografia e tantos outros temas de um nordeste tão rico e vivo dentro de nós”, explica o maestro e diretor artístico da orquestra, Luiz Martins O repertório inclui peças icônicas como “Concerto Sinfônico para Asa Branca” de Sivuca, a “Suite Nordestina” de Duda do Recife, e obras emblemáticas como “Mourão” (Clóvis Pereira e Guerra Peixe) e “Fuga pro Nordeste” (Dominguinhos). Também figuram canções que marcaram gerações, entre elas “Pavão Misterioso” (Ednardo), “Retrato da Vida” (Dominguinhos e Djavan), “Frevo Mulher” (Zé Ramalho), “Bicho de 7 Cabeças” (Geraldo Azevedo & Zé Ramalho), além do virtuosismo de “Bebê”, de Hermeto Pascoal. Falando em participações, esse é um detalhe que sempre engrandece os concertos da Filarmônica de Alagoas, e para esse, dois velhos conhecidos do público e da orquestra se juntam para essa celebração, o forrozeiro e irreverente Anderson Fidelis e Wilma Araújo com sua voz potente. “É sempre muito bom trabalhar com Anderson Fidelis e Wilma Araújo. São artistas que compreendem a responsabilidade e generosidade de estar em um palco, compartilhando emoções, contando histórias, as do Fidelis são um show à parte, e acima de tudo, servindo à música que nos move diariamente”, completa o maestro. Com arranjos de Wilbert Fialho, Luiz Martins e Almir Medeiros, mesclando tradição e contemporaneidade, “Nordeste Vivo” reafirma o compromisso da Filarmônica de Alagoas com a valorização da música brasileira, destacando o Nordeste como uma das mais ricas e inspiradoras fontes culturais do país. A orquestra convida o público a uma viagem pelas sonoridades nordestinas, onde o baião, o frevo, o xote e o forró ganham roupagens sinfônicas, revelando novas nuances de clássicos da nossa música. Com o apoio da Diteal , Secretaria de Estado da Cultura e da Economia Criativa, Governo de Alagoas , Armazém Annanda, Sa menina e Padoca do Sá. O concerto “Nordeste Vivo” faz parte da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet, operacionalizada pelo Ministério da Cultura (minc), contando como patrocinadora Master a Sicoob. Serviço: Concerto: Nordeste Vivo – Série Mundo Data: 08 de novembro Hora: 20h Local: Anexo Teatro Deodoro Regência e direção artística: Luiz Martins Realização: Cooperativa dos Músicos da Orquestra Filarmônica de Alagoas, Instituto Cultural e Artístico de Alagoas Vendas: Loja De Ingressos ou presencialmente no Armazém Anandda na R. Dep. José Lages, 372 C – Ponta Verde

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Feriado do Dia do Servidor: veja o que abre e fecha em Maceió nesta terça (28)

Foto: Valter Campanato / Agência Brasil O Dia do Servidor Público, comemorado nesta terça-feira (28), foi decretado como ponto facultativo em Maceió. Com isso, alguns serviços vão fechar ou funcionar com horários diferenciados. Shoppings Shopping Pátio Maceió: funcionamento normal, das 10h às 22h Maceió Shopping: funcionamento normal, das 10h às 22h Parque Shopping: funcionamento normal, das 10h às 22h Saúde As Unidades de Saúde e o PAM Salgadinho estarão fechados, retomando os atendimentos na quarta-feira (29). O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) suspende atendimento ao público, mas mantém plantão das 8h às 16h para apreensão de animais e denúncias, pelo telefone (82) 3312-5485. A vacinação nos pontos fixos dos shoppings e no Centro de Atendimento ao Turista (CAT) estará suspensa nesta terça, retomando na quarta-feira (29). O CAT, localizado no Corredor Vera Arruda, na Jatiúca, funcionará normalmente das 8h às 19h. Judiciário Funciona em regime de plantão desde sábado (25). Atividades e prazos processuais serão retomados na quarta-feira (29). Centrais Já! Estarão fechadas e retornam na quarta-feira (29), das 8h às 17h. Trens e VLTs Funcionam em horário normal. Bancos e casas lotéricas Funcionam normalmente, já que o Dia do Servidor Público não é considerado feriado pelo calendário da Febraban TNH1

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Comida afetiva: Sabor da casa da avó vira referência na gastronomia alagoana

À frente do ÔXE, o chef Rodrigo Aragão transformou lembranças de infância em pratos autorais que unem tradição, família e regionalismo Por Nathália Conrado Outubro é o mês em que se celebra o orgulho nordestino. No dia 8, o país comemorou o Dia do Nordestino, data que exalta a força, a cultura e os sabores de uma região que transforma tradição em identidade. Em Maceió, essa celebração ganha sabor especial no restaurante ÔXE, onde a memória e a inovação se misturam em cada prato. À frente da casa está Rodrigo Aragão, professor de História que trocou o quadro negro pelas panelas e fez da cozinha um lugar de afeto, ancestralidade e resistência. A história começou de forma despretensiosa, em 2015, quando Rodrigo ajudava amigos em um pequeno food truck. À época, ainda professor, ele entrou apenas para dar uma força, mas foi a experiência ali, entre fogões e risadas, que o fez descobrir sua nova vocação. Pouco tempo depois, decidiu largar as salas de aula, fazer um curso de cozinheiro no Senac e mergulhar de vez no universo da gastronomia. “Eu gostava de cozinhar, mas não era cozinheiro. Ajudando no food truck, percebi que aquilo me fazia feliz. Quando o pequeno negócio virou restaurante, entendi que era isso que eu queria pra vida”, conta Rodrigo. Após o início modesto, veio a bagagem profissional. Ele passou por cozinhas renomadas em São Paulo, como o D.O.M, o Mocotó e o Cór – uma das primeiras casas de maturação a seco de carnes do país, as chamadas Dry Aged. Essa vivência aprimorou o olhar técnico e despertou uma inquietação: como levar a cozinha nordestina para outro patamar sem perder o sabor de casa? De volta a Maceió, em 2018, Rodrigo assumiu definitivamente o comando do ÔXE. A casa, hoje instalada em uma antiga residência no bairro da Jatiúca, guarda no ambiente e no cardápio a essência de suas origens: é uma homenagem à avó, à família e às memórias que temperam a sua vida. “A ideia sempre foi criar um ambiente onde o cliente pudesse se sentir em ‘casa’. O ÔXE é o reflexo da casa da minha avó. Aqui, tudo tem um pouco dela. A comida, o cheiro, o aconchego. Quero que as pessoas tenham essa experiência, sem formalidades, sem a tensão comportamental que às vezes um restaurante traz”, diz o chef, enquanto aponta os familiares espalhados no quadro de colaboradores do ÔXE. O pai, a mãe e o tio também trabalham com ele, reforçando o caráter afetivo que dá alma ao negócio. Inovação inspirada No cardápio, pratos que contam histórias. O arroz de leite com paçoca de charque nasceu da lembrança das sextas-feiras em família, quando a avó preparava o arroz de leite e, em outros dias, a paçoca de charque. “Ela nunca fazia os dois juntos, porque não comia carne na sexta. Então eu juntei e fiz pra todo mundo”, lembra o chef, sorrindo. Outras criações, como a cartola ÔXE e o queijo brazulaque empanado, servido com mel de engenho, mostram o lado inovador de Rodrigo, que busca valorizar ingredientes locais, como a semente de imburana, o queijo coalho e a tapioca, e transformar receitas tradicionais em experiências únicas. Ele defende o uso de produtos regionais, como o sorvete de tapioca artesanal da sorveteria Belo Monte e o queijo brazulaque, produzido em Viçosa, como forma de movimentar a economia e preservar sabores alagoanos. “É outra relação quando a gente trabalha com quem está perto. O produto chega fresco, e a gente contribui para que esses pequenos produtores cresçam junto com a gente”, afirma. Conexão produtor x empreendedor Entre os fatores que fortaleceram o negócio está a participação de Rodrigo nas rodadas de negócios promovidas pelo Sebrae. Foi nesses encontros que ele descobriu novos fornecedores e ampliou sua rede de contatos, encontrando desde produtores de camarão até quem fabrica leite de coco artesanal. “Essas rodadas são fundamentais. A gente conhece gente boa, que trabalha com seriedade, e que, talvez, eu nunca encontrasse de outra forma. O Sebrae tem esse papel importante de aproximar quem produz e quem transforma”, explica. A conexão com pequenos produtores é hoje um dos diferenciais do ÔXE, que não se limita apenas a servir comida: celebra histórias, culturas e modos de vida que resistem no tempo. Tradição que se reinventa Prestes a completar dez anos, o ÔXE representa uma nova fase da gastronomia nordestina em Alagoas. Rodrigo compreende que, para sobreviver em um mercado competitivo, é preciso inovar sem abandonar as raízes. “Durante muito tempo, restaurantes de comida regional fecharam porque não se reinventaram. A gente sobreviveu porque se abriu para o novo, mas mantendo o que somos. A comida tem que emocionar, contar uma história.” Com o crescimento do turismo em Maceió, o chef acredita que o futuro da gastronomia alagoana está justamente na autenticidade. “As pessoas querem sentir o sabor da nossa terra, viver essa experiência de aconchego. A comida nordestina é a que há de melhor no mundo, só precisa ser mostrada com orgulho.” No ÔXE, a história continua sendo escrita a cada prato servido: uma celebração da memória, da cultura e da força de um povo que transforma o cotidiano em sabor. Quer se inspirar com outras histórias que valorizam a gastronomia e os pequenos negócios de Alagoas? Acesse o nosso canal no YouTube: https://youtu.be/6OWS8ueskP8?si=i4_dW01jOWCRpat8

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Tarifa zero para 1 milhão de pessoas: região pode ganhar ônibus grátis investindo R$ 60 milhões

Proposta para a Grande Maceió estima custo anual de R$ 60 milhões — 0,26% do orçamento estadual de 2025 — e mira trabalhadores e estudantes que se deslocam entre municípios. Tarifa Zero do ônibus beneficiaria mais de 1 milhão de pessoas na região metropolitana de MaceióFoto: Imagem gerada por IA/ND A tarifa zero no transporte intermunicipal da Região Metropolitana de Maceió, que reúne cerca de 1,3 milhão de habitantes, foi apresentada na última semana à Vice-Governadoria de Alagoas como um programa estadual de subsídio. O custo estimado é de R$ 60 milhões por ano, equivalente a 0,26% do orçamento de 2025, com foco em trabalhadores e estudantes que circulam de ônibus diariamente entre os municípios. O projeto precisa ser analisado pelo governo de Alagoas e pelo legislativo de Alagoas. O governo federal também estuda propostas similares para criar a tarifa zero. Faça como milhões de leitores informados: siga o ND Mais no Google. A proposta, defendida por um grupo técnico e acadêmico, recebeu sinalização de apoio do vice-governador Ronaldo Lessa e agora depende de articulação com Arsal (Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Alagoas) e Assembleia Legislativa para avançar. O modelo foi detalhado em 21 de outubro, na Câmara de Estudos Políticos da Vice-Governadoria, por um grupo de professores e técnicos coordenado pelo professor Cid Olival. O governo não divulgou prazo para avaliar a proposta. Projeto de tarifa zero no transporte público intermunicipal em Maceió está em estágio embrionárioFoto: MCID/Divulgação/ND Mais O texto jurídico se ampara na Constituição e Política Nacional de Mobilidade Urbana e na legislação do estado que prevê Tarifa Zero nas linhas intermunicipais que integram a Grande Maceió. Como seria o modelo do ônibus grátis A nota técnica propõe um Programa Estadual de Subsídio Metropolitano para custear integralmente as passagens nas rotas entre os municípios da região. Segundo os defensores do projeto, mais de 170 sistemas de ônibus no Brasil já adotam Tarifa Zero ou redução significativa de tarifa, o que sustentaria a viabilidade da política também em Alagoas. Quanto custa a Tarifa Zero O custo anual de R$ 60 milhões representa 0,26% do orçamento estadual projetado para 2025. Para efeito de comparação, Maceió deve aportar R$ 160,8 milhões no subsídio urbano municipal em 2025 (3,31% do orçamento local). Tarifa Zero beneficiaria população de Maceió e regiãoFoto: Prefeitura de Maceió/Divulgação/ND Mais Os defensores da a Tarifa Zero metropolitana alegam que o projeto consumiria, proporcionalmente, menos que o subsídio urbano da capital. Estudantes e trabalhadores beneficiados pela Tarifa Zero Os apoiadores do projeto defendem que a gratuidade beneficiaria diretamente trabalhadores e estudantes que dependem do deslocamento intermunicipal por motivos de trabalho, saúde, educação e lazer, com impactos esperados em mobilidade, renda disponível e inclusão social. Para sair do papel, a proposta precisa entrar na pauta do Executivo e da Assembleia; operadores intermunicipais sinalizaram apoio e solicitam prioridade do governo. Com informações de Cada Minuto e Governo de Alagoas

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Epidemia da moto: sinistros explodem e colapsam o SUS; ‘genocídio’ do asfalto ocupa 70% dos leitos de trauma no Brasil

“Fraturei a perna esquerda, quebrei parte do maxilar e levei uma pancada na base do crânio, que me prejudicou bastante”, conta Abraão Távora – JAILTON JR./JC IMAGEM Clique aqui e escute a matéria Tempo de leitura: 17 minutos Nesta reportagem especial, com texto da jornalista especializada em saúde Cinthya Leite e fotos de Jailton Jr., convidamos você, leitor, a acompanhar uma investigação sobre a escalada dos sinistros de trânsito envolvendo motocicletas. É uma realidade que tem transformado os corredores e os leitos dos hospitais em verdadeiros retratos da urgência.  Durante um processo intenso e criterioso de apuração, que durou 30 dias, analisamos dados de instituições médicas e órgãos públicos, conversamos com especialistas e conhecemos casos de pessoas que sofreram ferimentos graves, ficaram com sequelas e foram internadas para tratamento prolongado após os traumas sofridos.  O resultado dessa apuração é um retrato duro de um País em movimento, mas ferido: uma crise que atravessa o asfalto e chega aos hospitais, ao cobrar um preço alto em vidas, recursos e tempo; e que exige respostas dos governantes à altura de sua gravidade. Colapso anunciado: sinistros de moto consomem leitos e recursos da Saúde Pública no Brasil Ao longo destes 10 meses de 2025, o Hospital da Restauração (HR), maior emergência pública do Norte e Nordeste que fica no Recife, já atendeu a marca de aproximadamente 3.000 vítimas de sinistros de trânsito que envolvem motocicletas. Já Hospital Miguel Arraes (HMA), referência em ortopedia e traumatologia, localizado em Paulista (município do Grande Recife), ofereceu assistência a 806 pessoas este ano, até setembro, pelo mesmo motivo. Esses são apenas dois cenários específicos, com dados que representam a dimensão de uma crise de saúde pública nacional que sobrecarrega o sistema hospitalar, especialmente o Sistema Único de Saúde (SUS). Nos últimos 30 dias, a reportagem do Jornal do Commercio levantou e analisou dados dessa natureza, conversou com especialistas sobre a escalada de sinistros de trânsito com motocicletas e conheceu casos de pessoas que sofreram ferimentos graves, ficaram com sequelas e foram internadas para tratamento prolongado após os traumas sofridos. Ao darmos o zoom nas estatísticas de todo o Estado de Pernambuco em 2024, foram registradas 36.026 notificações de ocorrências que envolvem motocicletas nas 18 unidades sentinelas do Estado (serviços responsáveis por notificar compulsoriamente sinistros de trânsito). Entre as vítimas, 28.036 mil eram homens e 7.955 mulheres. O número de sinistros apresentou crescimento mês a mês, ao longo do ano de 2024, o que reforça a tendência de expansão de casos: em janeiro, foram 2.789 notificações; em dezembro, o número saltou para 3.512. Vamos conversar no ZAP?Receba notícias na palma da sua mão. Entre agora mesmo no nosso canal exclusivo do WhatsApp ENTRE NO CANAL DO WHATSAPP “Fraturei a perna esquerda, quebrei parte do maxilar e levei uma pancada na base do crânio, que me prejudicou bastante”, conta Abraão Távora – JAILTON JR./JC IMAGEM   Diversos fatores contribuem para as ocorrências com moto. Entre as notificações no Estado, 34,8% envolviam condutores sem habilitação, 23,2% das vítimas não utilizavam capacete, 20,6% dos sinistros ocorreram devido ao excesso de velocidade e 12,2% envolveram consumo de álcool pelo condutor. Sobre a evolução dos pacientes, nas 72 horas seguintes ao sinistro, 22,2% permaneceram internados. Segundo médicos, esse período inicial registra apenas parte das complicações, que podem se manifestar posteriormente. Ou seja, o quadro tende a se tornar mais grave com o passar dos dias de internamento. Esses números estão no boletim Sistema de Informação sobre Acidentes de Transporte Terrestre (Sinatt), divulgado pela Secretaria de Saúde de Pernambuco (SES-PE). “Assistimos ao impacto das motocicletas sobre o sistema público de saúde, sobre os profissionais que tentam manter o atendimento e sobre as famílias que dependem dessas vidas interrompidas”, destaca o diretor do HR, Petrus de Andrade Lima – JAILTON JR./JC IMAGEM   Os dados e relatos apontaram para uma realidade alarmante, e ninguém vivencia isso de forma tão intensa quanto os profissionais que lidam com o problema diariamente. No dia em que marcamos a entrevista sobre o tema no Hospital da Restauração, o diretor da unidade, o médico cirurgião de trauma Petrus de Andrade Lima, chegou atrasado. O motivo do engarrafamento que o prendeu no caminho era o mesmo tema da conversa que teríamos: um sinistro envolvendo motos, com vítimas em atendimento. Quando finalmente atravessou a porta da maior emergência pública do Norte e Nordeste para nos receber, o médico comentou sobre o episódio e já iniciou a fala. “O sistema está em evidente e precisamos chamar a atenção para esse problema. São sinistros que crescem de forma geométrica, exponencial.” A constatação não é retórica. No Hospital da Restauração, referência nacional em trauma, o volume de notificações aumenta em cerca de mil casos a cada ano. Para ele, o cenário resume um fenômeno que há muito extrapolou as estatísticas. “Assistimos ao impacto das motocicletas sobre o sistema público de saúde, sobre os profissionais que tentam manter o atendimento e sobre as famílias que dependem dessas vidas interrompidas”, destaca Petrus. O problema, reconhece o médico, tem múltiplas causas. O transporte público precário empurra a população para a moto, mais barata e ágil; as vias são inadequadas; e a fiscalização, insuficiente. A soma desses fatores tem produzido um crescimento que se tornou insustentável para o trânsito, para os hospitais e para o País. A dor pessoal e a luta pela sobrevivência Internado no Hospital da Restauração, Abraão Távora, 33 anos, trabalhava como repositor de mercadorias em loja. Ao ficar sem o emprego, ele resolveu trabalhar como mototaxista, pois já era condutor de motocicleta desde a adolescência. Mas, na segunda quinzena do mês de setembro, ele sofreu vários traumas após uma colisão no bairro Cidade Tabajara, em Olinda, município do Grande Recife. “Já piloto moto há muito tempo, e antes eu já tinha passado por uma ocorrência, mas estava na garupa, não era o condutor. Dessa última vez, tudo aconteceu enquanto eu pilotava. Minha moto bateu na placa de uma parada de ônibus. Parei, tentei ver o retorno na rodovia, mas escorreguei na pista. E depois disso, não me lembro de nada mais. Tenho certeza de que foi Deus quem me livrou”, relata Abraão. Ele recorda que só

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Nova Orla do Porto tem mais de 70% dos serviços concluídos

Calçadão de 1,5 km com pista de cooper e ciclovia está na reta final de construção Dinêz Costa/Ascom Seminfra Passeio do Porto. Foto: Clara Dâmaso/Seminfra As obras de requalificação do entorno do Porto de Jaraguá seguem avançando e já estão com mais de 70% dos serviços concluídos. Além de impulsionar o turismo, a nova orla marítima vai contribuir para a valorização da região portuária, que além de ser histórica, simboliza um marco no desenvolvimento da economia da capital alagoana. Com o projeto da Prefeitura de Maceió em andamento, a cidade ganhará mais 1,5 km de calçadão à beira-mar, ligando os bairros de Jaraguá e Pajuçara. Antes, a área onde está sendo construído o Passeio do Porto era fechada, não sendo possível o deslocamento entre os dois bairros pelo lado da praia. O calçadão da nova orla com pista de cooper e ciclovia está com os serviços na reta final. Além disso, quatro mirantes para contemplação do mar já foram concluídos e vários postes para iluminação com lâmpadas em LED foram instalados ao longo do percurso, que promete se tornar mais um cartão-postal de Maceió. Executadas pela Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfra), as obras possuem orçamento de R$8,5 milhões e contemplam, ainda, paisagismo e instalação de mobiliário interativo, o que tornará o ambiente mais acolhedor e convidativo. Foram programados espaços “instagramáveis”, de onde as pessoas poderão registrar imagens, observando o azul do mar e o caminho do sol. De acordo com o vice-prefeito de Maceió e titular da Seminfra, Rodrigo Cunha, o empreendimento une economia e turismo, favorecendo o convívio social de moradores e visitantes. “Estamos trabalhando para entregar mais um quilômetro e meio de orla, num espaço público leve e funcional, com total infraestrutura inclusive para atividades noturnas. O que já era bom, ficará ainda melhor, pois estamos ampliando aquilo que é conhecido como nosso maior atrativo, a beleza de nossas praias”, afirma Cunha. Segunda etapa Numa segunda etapa do projeto será feita uma contenção marítima em área de cerca de 150 metros, próxima ao Porto de Jaraguá, e serão instalados guarda-corpos em pontos do trajeto. As medidas visam dar mais segurança e conforto para quem for circular pelo local.

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Defesa Civil de Maceió atende chamados da população pelo 199 para ações de prevenção e resposta a emergências

Maceioenses podem entrar em contato 24 horas por dia, todos os dias da semana Luís Eduardo Ramalho (estagiário)/ Ascom Defesa Civil Maceió Agentes ficam em protidão 24 horas, todos os dias, para atender a população de Maceió. Foto: Secom Maceió A Defesa Civil de Maceió reforça o papel do número 199 como o principal meio de comunicação entre a população e o órgão em emergências. Somente em 2025, foram registradas 2.375 ocorrências, sendo 1.734 entre abril e agosto, quando as chuvas intensas aumentaram o número de chamados.  O atendimento, que funciona ininterruptamente, é fundamental para garantir resposta rápida e coordenada das equipes operacionais. O serviço atende casos de alagamentos, deslizamentos, estruturas comprometidas, quedas de árvores e outros incidentes que ofereçam risco à vida.  Segundo o diretor operacional da Defesa Civil, Matheus Montenegro, o aumento de chamadas demonstra a confiança da população no canal. “Os números mostram que as pessoas estão, cada vez mais, conscientes da importância de acionar a Defesa Civil. Isso nos permite agir de forma mais ágil e eficiente nas ocorrências”, afirmou.  O contato ficou temporariamente fora do ar para manutenção de ajustes técnicos, mas já está operando normalmente. A Defesa Civil reforça o compromisso de manter o canal ativo e acessível, garantindo respostas rápidas e eficientes sempre que houver risco à segurança da população. 

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Moradores comemoram revitalização de praça no Osman Loureiro: “Esperança de dias melhores”

Comunidade festeja novo espaço de lazer com diversas opções de convívio social e atividades físicas Dinêz Costa/Ascom Seminfra    Praça é ponto de encontro da população local. Foto: Itawi Albuquerque\Secom Maceió “Com a revitalização da nossa praça, vida, paz, lazer e esperança de dias melhores foram resgatados”. A afirmação é de Bruno Santana, morador do Conjunto Osman Loureiro há 34 anos. Localizado no bairro Clima Bom, o conjunto recebeu, no último dia 16, a Praça Engenheiro Gustavo Lúcio Rodrigues Barbosa totalmente revitalizada e requalificada. Com área de 17.087,00m², a praça é uma das maiores da cidade e foi transformada em parque linear pela Prefeitura de Maceió. O equipamento público possui mini arena, quadras de areia, quadras poliesportivas, espaço saúde, parque infantil, academia do povo, bancos e espreguiçadeiras, entre outros atrativos. Bruno Santana: “O sonho dos moradores está sendo realizado”. Foto: cortesia De acordo com Bruno Santana, a população estava ansiosa pela nova praça, que além de ser um ponto de encontro da comunidade, reúne também muitos adeptos do esporte, que agora têm à disposição uma estrutura moderna para diversas atividades físicas. “Um sonho antigo sendo realizado, não tem sensação melhor. É um prazer participar desse momento histórico para nós, moradores do Clima Bom”, completou Bruno. Já Allisson Moura, que reside no Osman Loureiro há 32 anos, destacou a qualidade do empreendimento. “Foi entregue uma praça com os melhores equipamentos que poderíamos ter. Isso está trazendo mais convivência social, mais esporte e lazer. Antes, a praça era abandonada pela própria população. Hoje vemos muita vida, crianças brincando. E tem espaço para todas as idades, são pessoas jogando futebol, futsal, vôlei, pessoas caminhando, virou realmente um espaço de esporte e lazer”, disse. Ele se congratulou com a gestão municipal, pela conquista do parque, de grande significado para todo o bairro Clima Bom. “Gostaria de agradecer ao prefeito JHC e ao vereador Galba Netto por nos conceder o direito de ter esse sonho, sem esquecer da Seminfra e do secretário e vice-prefeito Rodrigo Cunha. Muito obrigado a todos”, enfatizou Allisson. Moradora do Clima Bom há mais de 50 anos, Eliane Lima demonstrou sua satisfação tanto pela qualidade do equipamento público, como pela facilidade de acesso para quem vive naquela região. Eliane Lima: “Só gratidão”. Foto: cortesia “Essa praça representa um verdadeiro presente para várias comunidades que, por muito tempo, foram esquecidas e carentes de espaços de lazer e convivência. Agora temos uma quadra para os jovens praticarem esportes, equipamentos de exercícios que promovem qualidade de vida para os mais velhos, brinquedos para as crianças e até um espaço de eventos para toda a população”, observou Eliane. Segundo ela, agora ninguém precisa se deslocar para lugares distantes, em busca de lazer e diversão.  “Temos tudo isso aqui, perto de casa. Me sinto privilegiada e muito feliz por morar aqui e poder vivenciar essa transformação na minha comunidade. Agradeço do fundo meu coração a parceria que existe entre o vereador Galba Netto, que fez o pedido da reforma, e ao prefeito JHC, por ter autorizado não só a reforma da praça, mas a construção desse parque linear que favorece todas as idades. Só gratidão”, concluiu a moradora.

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Os melhores livros alagoanos de todos os tempos e os 10 mais importantes do século 21

Na esteira da 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas, Gazeta compila ranking inédito que contou com júri formado por mais de 60 votantes, entre leitores, pesquisadores, críticos e escritores | Foto: Ailton Cruz Nas páginas da história de Alagoas, a literatura sempre se impôs, seja com a força seca de Graciliano, o delírio imagético de Jorge de Lima ou a elegância e irreverência de Lêdo Ivo. Entre eles e depois deles, muitos outros escreveram o que somos: nas margens, nas praças, nas salas de aula e nas feiras, com a mesma obstinação e talento dos que acreditam que a palavra também é um modo de existir. E é essa crença que celebramos hoje. A seguir, reunimos uma lista que tenta dar forma a esse caminho simbólico que percorremos. Longe de ser apenas um ranking, é, na verdade, a tentativa de retratar uma literatura que continua viva, múltipla e necessária, sem esquecer, claro, das histórias que nos trouxeram até aqui. É assim que vemos esta compilação inédita dos melhores livros alagoanos de todos os tempos e, ainda, dos melhores livros da literatura contemporânea de Alagoas. Este material integra a cobertura especial do Caderno B na 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas, que soleniza a herança africana que, inclusive, é tão fundamentada nas palavras. A festa das utopias em Alagoas ocorre entre os dias 31 de outubro e 9 de novembro, no Centro de Convenções de Maceió. O convite é para que continuemos a caminhar. COMO FAZER UMA LISTA Listas são sempre polêmicas. E talvez seja esse o seu maior mérito. Funcionam como provocações, pontos de partida, pequenas fagulhas capazes de acender conversas mais longas sobre o que lemos, o que lembramos, esquecemos, e o que, de alguma forma, nos representa. Este especial da Gazeta de Alagoas nasce deste desejo: o de propor uma conversa produtiva sobre a literatura alagoana. Para chegar ao resultado, a editoria convidou 61 pessoas com diferentes trajetórias — escritores, críticos, professores, jornalistas, editores, leitores e pesquisadores — para apontar seus dez livros indispensáveis da literatura alagoana de todos os tempos. Cada participante recebeu um formulário e a liberdade de montar sua lista conforme seus próprios critérios, ainda que houvesse uma orientação inicial: levar em conta impacto cultural e literário, qualidade estética e técnica, inovação, contribuição à literatura local, alcance entre leitores e representatividade. Nenhuma dessas diretrizes era uma regra; eram apenas faróis para quem quisesse se guiar por eles. O que se esperava era uma fotografia sincera das paixões literárias de cada um. Lista inédita em Alagoas é destaque na cobertura do Caderno B, da Gazeta de Alagoas, na 11ª Bienal do Livro | Foto: Gazeta de Alagoas Além dos dez títulos principais, os votantes podiam acrescentar um livro contemporâneo, publicado a partir dos anos 2001. Esse destaque contemporâneo, embora opcional, recebeu um ponto adicional cumulativo na contagem final, criando assim uma segunda lista, paralela e complementar à geral. Para transformar as listas individuais em um ranking coletivo, foi adotado um sistema de pontuação ponderada, comum em premiações e votações culturais e semelhante ao chamado método de Borda. As obras indicadas em primeiro lugar receberam 10 pontos; as segundas colocadas, 9 pontos; e assim sucessivamente até o décimo lugar, que recebeu 1 ponto. As que se repetiram em listas diferentes acumularam esses pontos, refletindo tanto a recorrência quanto a posição média em que foram lembradas. OS MELHORES LIVROS ALAGOANOS DE TODOS OS TEMPOS 1º – VIDAS SECAS GRACILIANO RAMOS Editora Record | Foto: Reprodução “Vidas secas foi premiada pela Fundação William Faulkner em 1962, foi traduzida para nove idiomas e é reeditada há mais de oito décadas. É um livro que continua vivo, sendo lido e redescoberto por novas gerações. Com sua narrativa fragmentada, o uso ousado do discurso indireto livre e uma escrita precisa, enxuta, essa obra mudou para sempre o modo de contar histórias no Brasil.” Guilherme de Miranda Ramos, escritor, compositor e produtor cultural “Vidas secas traz a seca não apenas na temática da trama de Fabiano e de sua família, mas também na própria forma do romance. A linguagem é ressecada na ausência de nome das crianças (aqui a cachorra Baleia estabelece o irônico contraponto) e na escassez de diálogo entre as personagens (embora o leitor tenha acesso à riquíssima complexidade interior de cada uma por meio da voz narrativa), chegando ao ponto extremo de o menino mais velho desconhecer o significado da palavra ‘inferno’.” Ana Maria Vasconcelos, escritora e doutora em Teoria Literária _______ 2º – ANGÚSTIA GRACILIANO RAMOS Editora Record | Foto: Reprodução “Angústia é um livro que revisito sempre. E sempre saio de sua leitura num estado febril. As últimas 20 páginas são sublimes. Luís da Silva é nosso Raskolnikov!” Erom Cordeiro, ator e diretor _______ 3º – INVENÇÃO DE ORFEU JORGE DE LIMA Livros de Portugal (1952) | Alfaguara (foto) | Foto: Reprodução “Considero uma obra desafiadora para todo leitor. Um delírio lírico que só um gênio insone poderia parir. Para retratar o poeta que desce ao inferno pela amada, o alagoano constrói um universo simbólico em que a linguagem figura como redenção e ruína. Imagens visionárias a serviço da invenção estética.” Fernando Coelho, jornalista _______ 4º – NINHO DE COBRAS LÊDO IVO Imprensa Oficial Graciliano Ramos | Foto: Reprodução “Eu acho que existem quatro romances para quem quiser entender Alagoas. Todos eles têm o mesmo núcleo temático: a violência. A violência que está em Calunga, em Angústia, em Ninho de Cobras e em O Anjo Americano, de Luiz Gutemberg. O Anjo Americano é o mais violento. Mas Ninho de Cobras tem uma estética e uma beleza belíssimas, com frases emblemáticas sobre a violência alagoana e o esquecimento da intelectualidade local. Há momentos marcantes. Sobre a morte de Alexandre Viana. Um dos personagens, ao comentar o suicídio, diz: ‘Era um rapaz inteligente. Podia ter ido embora de Maceió, feito carreira lá fora.’ Ao que um outro acrescenta: ‘Maceió é um grande cemitério. No fundo, todos nós já estamos enterrados’.” Edson Bezerra, escritor e autor do Manifesto Sururu _______ 5º – S. BERNARDO GRACILIANO RAMOS Editora Record | Foto: Reprodução

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Copa Kart Zé Frôxin começa neste sábado; confira programação

Primeira etapa das disputas no Circuito M3 reúne 12 pilotos e promete fortes emoções; saiba como acompanhar ao vivo Ascom/Bruno Soriano A espera acabou. Na tarde deste sábado (25), o Circuito M3 Speed Racing, localizado na cidade de Pilar-AL, recebe a etapa de abertura da 1ª Copa Kart Zé Frôxin. A partir das 14 horas, os 12 pilotos participantes estarão reunidos para iniciarem as disputas, com direito à sessão de fotos, entrevistas e transmissão ao vivo, além, é claro, de muita adrenalina e velocidade. Idealizador da competição cuja principal finalidade é fomentar o kartismo em Alagoas, Rodrigo Cortez afirma ter preparado uma estrutura que vai surpreender a todos. “Vai muito além da paixão pelo automobilismo. Será uma experiência incrível. E é graças a grandes parceiros que a Copa Zé Frôxin chegou para ficar”, atesta o empresário, acrescentando que todos os pilotos vão receber medalhas ao término das duas baterias. “Também teremos troféus para os cinco primeiros colocados desta etapa”, reforça Cortez. O narrador da prova de estreia será Yuri Veiga, que vai dar o tom das disputas antes mesmo de os karts invadirem a pista, às 15h. A corrida será transmitida no canal da Copa Zé Frôxin no You Tube: youtube.com/copakartzefroxin. “Pilotos e espectadores podem esperar algo diferente e especial. Daremos o nosso melhor, inovando e transmitindo cada detalhe com muito carinho e emoção”, afirma o locutor, lembrando que a competição terá, ainda, mais duas etapas, marcadas para os dias 29 de novembro e 13 de dezembro, respectivamente. A 1ª Copa de Kart Zé Frôxin conta com o apoio de Palagani Sports; Jacintinho Frios; Rodauto; PolySport; AV Contabilidade; Nova Pizza; Grupo LL; Power Sound – Acessórios Automotivos; Drº Fabiano França; Pastel Chinês Toda Hora; Neto Passos – Assessoria Mangalarga Marchador; CNA Idiomas; Ecomobi – Mobilidade elétrica; Engenharq; Cláudio Imóveis;; MCZ Resinas; Tempermac Vidros; Agência Traquejo; DEAZ – Criative Solutions; Amostradinho Petiscaria; Laila Kalliny – Fisioterapeuta; e Restaurante Zé Frôxin. Para mais informações, basta acessar o site oficial (kartzefroxin.com.br) ou visitar o perfil da Copa Zé Frôxin no Instagram (@copakartzefroxin).

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