Cidadania Alagoas

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Ciclone extratropical: ventos de até 72km/h causam arremetidas de aviões em aeroportos de SP

Arquivo Pessoal   A ventania que estava prevista para esta quinta-feira (13) em São Paulo, reflexo do Ciclone extratropical, causou arremetidas de aviões no Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, e no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. Arremetidas são manobras seguras que ocorrem quando a aeronave precisa interromper o pouso por alguma razão. As estações meteorológicas do Centro de Gerenciamento de Emergências, da Prefeitura de São Paulo, apontam que os termômetros marcarm 21,7°C em média à noite. A mínima pode chegar aos 9°C. Nas próximas horas, as rajadas de vento diminuem gradativamente com o afastamento do ciclone extratropical e pode ocorrer chuviscos durante a noite e madrugada. Segundo a Infraero, o Aeroporto de Congonhas opera visualmente para pousos e decolagens. Foram registradas seis arremetidas devido aos ventos fortes. Rajadas em Congonhas 58Km/h às 3h34 no Aeroporto de Congonhas, Zona Sul 72,2km/h, às 12h no aeroporto de Congonhas, Zona Sul 51,9 km/h às 17h no aeroporto de Congonhas, Zona Sul A GRU Airport, concessionária que administra o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, informou que devido às condições meteorológicas três voos alternaram para outros aeroportos e já retornaram para Guarulhos. Neste momento, o aeroporto está operando normalmente para pousos e decolagens. Rajadas em Guarulhos 65,5Km/h às 4h00 no aeroporto de Cumbica 62,6km/h, às 12h no aeroporto de Cumbica 66,6km/h às 13h00 no aeroporto de Cumbica Com informações do g1 Por: redação ANH/AL

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PF mira quadrilha que enviava cocaína em carga de madeira ao exterior

Imagem meramente ilustrativa/Arquivo   Polícia Federal e a Receita Federal deflagram nesta quinta-feira (13) a Operação Woodpecker, para investigar um grupo suspeito de tráfico internacional de drogas. De acordo com os investigadores, os integrantes ocultavam carregamentos de cocaína em cargas de madeira para exportação, saindo do país pelo Porto de Paranaguá. Os investigadores contabilizam pelo menos cinco apreensões de droga vinculadas à atuação deste grupo, totalizando mais de 3 toneladas de cocaína. Segundo a PF, os integrantes do grupo criminoso eram vinculados a uma empresa de transporte de contêineres que levava cargas de madeira até o Porto de Paranaguá para serem exportadas. “Nessa condição, os investigados manipulavam os agendamentos de entrada dos caminhões da empresa no porto, com a intenção de retardar que os contêineres fossem descarregados. Nesse meio tempo, efetuava a ocultação dos carregamentos de cocaína no interior das cargas de madeira”, informou, em nota, a PF. De acordo com os investigadores, o atraso na descarga dos contêineres tinha como finalidade “ganhar tempo para concretizarem a ação criminosa, sendo levados para locais onde eram abertos, desmontados os paletes de madeira e serradas as tábuas para o preparo dos compartimentos ocultos e acondicionamento da droga”. Na sequência, as tábuas eram novamente arqueadas, os paletes remontados e o contêiner era levado o porto para ser enviado ao exterior. “Trata-se de método criminoso com consequências bastante prejudiciais ao comércio exterior e às empresas idôneas que atuam nessa atividade, pois danificam a carga lícita para colocação dissimulada da droga”, complementou a PF. Sete mandados de prisão temporária e nove mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos nas cidades de Paranaguá e Pontal do Paraná, ambas no Paraná; em Balneário Camboriú (SC); e em Guarujá (SP). Suspeitos e empresas tiveram bens e imóveis sequestrados, além do bloqueio de bens, recursos e aplicações financeiras. Se confirmadas as suspeitas, os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, tráfico internacional de drogas e associação para fins de tráfico, com penas que podem chegar a 50 anos de reclusão. Com informações da Agência BRASIL Por: redação ANH/AL

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Casos de covid-19 e de gripe estão em queda, aponta boletim da Fiocruz

Rovena Rosa/Agência Brasil   As infecções pelo vírus Sars-CoV-2, que provoca a covid-19, estão em queda na população adulta na maioria dos estados brasileiros, aponta o Boletim InfoGripe, divulgado nesta quarta-feira (12) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O boletim também mostra que há indícios de interrupção no aumento dos casos relacionados ao vírus Influenza A, que causa gripe. Nas crianças, o vírus sincicial respiratório (VSR) continua sendo o principal vírus identificado. Já em relação ao quadro de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no âmbito nacional, o estudo sinaliza queda nos novos casos na tendência de longo prazo, nas últimas seis semanas, e de crescimento em curto prazo, nos últimos 21 dias. Os dados são referentes à semana epidemiológica de 25 de junho a 1º de julho. Os estados do Acre, Amapá, Goiás, Pará e Rio Grande do Norte apresentam sinal de aumento de SRAG na tendência de longo prazo. Os dados do boletim mostram que, no Acre, Amapá, Pará e Rio Grande do Norte, o crescimento recente está atingindo principalmente as crianças. Já em Goiás, o aumento de síndrome respiratória aguda grave está presente nas crianças e adolescentes e também entre os idosos, a partir de 65 anos. Capitais Nove capitais têm indícios de crescimento de casos de SRAG: Belém, João Pessoa, Macapá, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro e São Luís. Na maioria, as crianças são as mais atingidas. O pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe, alerta que o quadro atual ainda requer cuidados. Ele alerta para a situação de estabilidade em patamares elevados verificada entre a população pediátrica em diversos estados das regiões Norte, Nordeste e Sul. “Tal cenário mantém a necessidade de atenção e ações para diminuição da transmissão de vírus respiratórios. As internações de crianças estiveram em crescimento durante um longo período e, mesmo tendo interrompido em alguns estados, mantêm números expressivos de novas internações. Isso faz com que os leitos pediátricos continuem com alta demanda”, disse Gomes. Faixa etária Os dados referentes aos exames de laboratório por faixa etária apontam queda nos casos positivos para Sars-CoV-2 (Covid-19) em todas as faixas etárias da população adulta. Na população de 15 a 49 anos e de 50 a 64 anos, o volume de casos positivos para influenza A nas semanas recentes é similar ao de Sars-CoV-2. Com informações da Agência Brasil Por: redação ANH/AL

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Fim das escolas cívico-militares repercute entre estudantes e escolas

Antonio Cruz/Agência Brasil O Ministério da Educação (MEC) começou, esta semana, o processo de extinção do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim). A decisão, que impacta cerca de 200 escolas nas cinco regiões do país, foi comemorada e criticada. Para alguns, o modelo precisa ser extinto e não está em conformidade com o papel da escola pública. Para outros, o modelo gera resultados e deve ser mantido. Para a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), a medida é uma vitória, pois o modelo cívico-militar é “um modelo de escola que acaba privando os estudantes de ter liberdade de expressão”. Para a presidenta da entidade, Jade Beatriz, o modelo “não apoia a formação do pensamento crítico e acaba excluindo uma parcela dos estudantes”. Segundo Beatriz, a escola precisa ser democrática e deve incentivar um maior protagonismo dos estudantes. “Hoje, ter essa vitória representa muito para gente. Mas, de toda forma, a gente continua lutando para que, além de serem democráticas, as escolas tenham infraestrutura adequada e também haja o fortalecimento das escolas técnicas”. Para ela, papel da educação é “fazer com que você vá para além dos muros da escola, que consiga se questionar o que vive hoje. É preciso garantir que a escola seja um instrumento não só de combate à desigualdade social, mas consiga contribuir para formação de pensamento crítico”. Já o diretor do Colégio Estadual Beatriz Faria Ansay Cívico-Militar, localizado em Curitiba, no Paraná, Sandro Mira, recebeu a notícia com preocupação. “Claro que não é uma notícia boa, visto que a implantação do programa foi uma grande vitória, um grande presente para nossa comunidade”. O colégio chegou a ser citado como modelo pela gestão de Jair Bolsonaro na divulgação do balanço do programa no final do ano passado. O caso do Colégio Estadual foi tido como exemplo ao alcançar a meta estabelecida para o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). “Nosso colégio era totalmente desacreditado, tanto por parte da comunidade, quanto por parte dos governantes. Por essa razão, foi um dos selecionados para entrar no programa e, a partir do trabalho, com valores em cima dos nossos alunos, professores e funcionários, nós conseguimos fazer uma transformação no colégio, tanto na parte estrutural, quanto na parte pedagógica e social dos nossos alunos. Hoje a gente tem um colégio que é bonito, que é cuidado pela comunidade. Não existe depredação no nosso colégio”, diz Mira. Escolas cívico-militares O Pecim era a principal bandeira do governo de Bolsonaro na educação. Ao longo da implementação, o modelo recebeu elogios, mas também uma série de críticas e de denúncias de abusos de militares nas escolas e de exclusão de professores e alunos. Acabar com o programa é, da mesma forma, uma bandeira do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Esta semana, o MEC enviou um ofício aos secretários de Educação informando que o programa será finalizado e que deverá ser feita uma transição cuidadosa das atividades para não comprometer o cotidiano das escolas. O programa é executado em parceria entre o MEC e o Ministério da Defesa. Por meio dele, militares atuam na gestão escolar e na gestão educacional. O programa conta com a participação de militares da reserva das Forças Armadas, policiais e bombeiros militares. A proposta do modelo cívico-militar é que militares atuem na administração escolar e na disciplina de estudantes, enquanto os professores são responsáveis pela parte pedagógica. O modelo tem regras rígidas de aparência para os estudantes. Coque para as meninas e o chamado “cabelo no padrão baixo”, cortado com máquina dois, para os meninos. Adereços como piercings não são permitidos. Rede Nacional de Pesquisa De acordo com a professora da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB) e integrante da Rede Nacional de Pesquisa em Militarização da Educação, Catarina de Almeida Santos, o modelo cívico-militar não está em conformidade com a legislação educacional, que não prevê, em lei, a atuação de militares nas escolas. E, além disso, segundo ela, é excludente. Assim, o ofício enviado pelo MEC às secretarias, a professora afirma, é um primeiro passo para a desmobilização do modelo, mas é necessário que um decreto de fato extinga o programa e, depois disso, sejam tomadas outras medidas para coibir que estados e municípios sigam implementando esse regime nas escolas públicas. “Para além das escolas militarizadas pelo Pecim, o próprio programa teve um impacto enorme na ampliação da militarização. Por conta própria, em estados e nos municípios. A gente tinha, no início de 2019, cerca de 200 escolas militarizadas. Hoje temos mais de 1 mil”, diz, Santos. “O Governo Federal tem um papel na coordenação dessa política e na definição de diretrizes. Isso é prerrogativa exclusiva da União, definir diretrizes para a educação nacional”. Catarina ressalta que o modelo é excludente, na medida que acaba deixando de fora aqueles que “não se adequam” a ele. Esses estudantes e professores são transferidos ou são levados a pedir transferência para outras escolas da rede. “O que vimos nesse processo foi isso, a exclusão dos estudantes que dizem que não se adequam ao processo, além do impedimento [de professores] de trabalhar temas que eles entendem que não condiz com a escola. Isso que a gente tem observado nesse processo de militarização, que não é exclusivo das escolas do Pecim, mas que é da lógica dos militares”. De acordo com a professora, o papel da escola pública é ser um espaço que “acolhe todas as crenças, todas as orientações. Pública é para isso, para atender a todas as pessoas”, diz. Razões do MEC Em nota técnica, em que analisa o programa, o MEC conclui que as características do programa e a execução, até agora, indicam que a manutenção não é prioritária e que os objetivos definidos para sua execução devem ser perseguidos mobilizando outras estratégias de política educacional. A nota, assinada pelo Secretário de Educação Básica substituto Alexsandro Santos desaconselha a manutenção do programa por entender que há problemas de coesão/coerência normativa entre sua estrutura e os alicerces normativos do sistema educacional brasileiro. Além disso, induz o desvio de finalidade das

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Ambulatórios Denilma Bulhões e Noélia Lessa realizam mais de 68 mil atendimentos no primeiro semestre

Ambulatórios Noélia Lessa e Denilma Bulhões asseguram assistência pré-hospitalar   Localizados na capital alagoana, os Ambulatórios 24 Horas Denilma Bulhões, no Benedito Bentes, e Noélia Lessa, na Levada, realizaram 68.487 atendimentos nos primeiros seis meses deste ano. As duas unidades são vinculadas à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e asseguram assistência intermediária entre a Atenção Primária e a Alta Complexidade. Do total de atendimentos registrados pelos dois equipamentos de saúde, que funcionam de domingo a domingo, 24 horas por dia, o Noélia Lessa registrou 27.249 assistências. Já o Denilma Bulhões efetuou 41.238 admissões no período de 1º de janeiro a 30 de junho deste ano, conforme dados divulgados pela Superintendência de Atenção à Saúde (Suas). De acordo com o secretário de Estado da Saúde, médico Gustavo Pontes de Miranda, o número de atendimentos das duas unidades, que funcionam em Maceió desde a década de 1990, atesta o alto poder de resolutividade de ambas. “Os Ambulatórios 24 Horas prestam assistência pré-hospitalar e asseguram aos usuários do SUS atendimento de qualidade, em que a população da parte alta e da parte baixa da capital alagoana confia”, frisou o gestor. Secretário Gustavo Pontes de Miranda ressalta que os mais de 68 mil atendimentos realizados pelos dois Ambulatórios 24 Horas no primeiro semestre deste ano atestam o alto poder de resolutividade de ambos Denilma Bulhões Situado no complexo populacional mais habitado do Estado, o Benedito Bentes, o Ambulatório Denilma Bulhões realizou 32.848 atendimentos clínicos e 8.390 pediátricos no primeiro semestre deste ano, totalizando 41.238. Deste total, fevereiro foi o mês com o menor número de atendimentos (5.879), enquanto que maio de contabilizou o maior número de assistências do período (7.496). Conforme o diretor da unidade, Carlos Barbosa, os números reforçam a confiança da população nos serviços prestados, bem como o compromisso da gestão estadual de saúde em disponibilizar a melhor assistência para a população. “Como sabemos, a saúde é um direito de todos e dever do Estado. Por isso mesmo, não medimos esforços para que nossos usuários tenham acesso a assistência mais ágil e qualificada possível”, destacou. Dos mais de 68 mil atendimentos, 27.249 foram no Noélia Lessa e 41.238 no Denilma Bulhões Noélia Lessa Já o Ambulatório Noélia Lessa, que está situado no bairro Levada, possui uma tradição de décadas tendo sua importância para os residentes na parte baixa da capital alagoana. Além de atender 27.249 pacientes, a unidade realizou 21.099 procedimentos, entre a administração de medicamentos, curativos, nebulizações, profilaxia antirrábica, suturas e troca de sondas. Para o diretor da unidade, Danilo Messias, as centenas de procedimentos realizados, que vão desde curativos a consultas especializadas, mostram a eficiência do Ambulatório Noélia Lessa. “A população confia na unidade porque sabe que terá um acolhimento focado nas boas práticas de assistência, visando sempre o bem-estar do paciente”, salientou. Fonte: saude.al

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Governo do Estado anuncia criação de comitê para acompanhar obras de combate às enchentes

O secretário de Estado de Governo, Vitor Pereira, anunciou nesta terça-feira (11) que Alagoas vai criar um comitê reunindo todos os prefeitos atingidos pelas cheias para discutir as chamadas obras estruturantes que podem minimizar os efeitos das enchentes. O comitê, determinado pelo governador Paulo Dantas, será constituído nos próximos dias e contará com a participação de várias secretarias estaduais. De acordo com Vitor Pereira, a principal função do comitê, que será coordenado por ele, é articular as ações e os investimentos para melhorar a infraestrutura dos municípios, em conjunto com as obras que serão realizadas pelo Governo Federal. “Vamos juntar todos os prefeitos das cidades que recorrentemente sofrem com as cheias para discutir as obras e ações que possam reduzir consideravelmente os efeitos das enchentes”, afirmou. “Mas é importante que os prefeitos fiquem atentos às ocupações nas áreas de rios e lagoas. As enchentes de 2010 e do ano passado ensinaram que as residências precisam ficar distantes dos cursos d’água”. Segundo o secretário, o decreto que estabelece os critérios para distribuição de recursos para o atendimento de emergência aos municípios será publicado nos próximos dias. “Estamos em contato com o presidente da Associação dos Municípios Alagoanos, Hugo Wanderley, e os demais prefeitos para definir os detalhes. Precisamos que as prefeituras enviem os dados à Defesa Civil estadual para que esses dados se transformem em ajuda a quem precisa, com a compra de água, colchões e mantimentos de primeira necessidade”. Comitê Interestadual Vitor Pereira enfatizou, no entanto, que a resolução para o problema das enchentes passa pela realização de grandes obras que devem ficar a cargo do Governo Federal. Para isso, um comitê interestadual será criado pela União envolvendo técnicos, secretários e os governos de Alagoas e Pernambuco. “É preciso a união dos dois estados para resolver esse problema, porque as bacias dos rios estão conectadas. O que acontece em Pernambuco reverbera aqui em Alagoas”, explica o secretário. “São obras que custam cerca de R$ 3 bilhões, e só o Governo Federal tem condições de fazer esse investimento”. Vitor enfatiza que essa união só é possível graças ao novo momento em que o país vive, após a posse do presidente Lula. “A vinda dos ministros a Alagoas aponta um novo rumo político no Brasil. Uma integração total entre todos os níveis de governança do Estado brasileiro. É esse novo status político que temos que enaltecer. Nos últimos quatro anos, tudo que era feito pelos estados e municípios era desprezado pelo governo federal”, disse. Com informações da Agência Alagoas Por: redação ANH/AL

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Ministros anunciam ajuda emergencial para atingidos pelas chuvas em Alagoas

Pei Fon/Agência Alagoas   Os ministros Renan Filho (Transportes), Wellington Dias (Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome) e Waldez Góes (Integração e do Desenvolvimento Regional) anunciaram nesta terça-feira (11), ao lado do governador Paulo Dantas, ajuda humanitária emergencial para as famílias atingidas pelas chuvas em Alagoas. Em solenidade ocorrida no Palácio República dos Palmares, em Maceió, os representantes do governo federal informaram que, em princípio, será liberado um auxílio no valor de R$ 800 para cada família afetada nos 32 municípios que tiveram a situação de emergência reconhecida pelos governos estadual e federal. Segundo o ministro Wellington Dias, neste primeiro momento os recursos serão utilizados para aquisição de colchões, alimentos e material de limpeza.  “Além disso, o governo federal autorizou a liberação de quatro mil cestas de alimentos – era o número que a gente tinha no primeiro momento –, mas [faremos] o atendimento do que for necessário”, garantiu o ministro. Dias revelou também que o governo federal solicitou à Caixa Econômica que as famílias cadastradas no Bolsa Família nos municípios que tiveram a situação emergencial decretada possam receber o auxílio primeiro, sem a necessidade de seguir o cronograma de saques estabelecido pelo banco. Habitualmente, o pagamento é escalonado, com início no dia 20 e término no dia 31. “São R$ 388 milhões que serão antecipados, e isso ajuda às famílias, não só as desabrigadas, mas aquelas que estão nos municípios afetados. E isso é um dinheiro que também circula na economia [local]”, explicou Dias. O ministro também anunciou, nesta primeira fase, a antecipação do saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para as famílias afetadas. No campo da agricultura familiar, Wellington Dias também anunciou a possibilidade de financiamento especial, por meio do Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), no valor de R$ 4,6 mil por família. Os recursos – destinados aos agricultores que perderam suas safras em consequência das chuvas – não são reembolsáveis, ou seja, o trabalhador não precisa devolver o dinheiro para o governo. Segundo momento O ministro Renan Filho lembrou que o governo federal trabalha com duas etapas. Nesta primeira fase – considerada emergencial – será para garantir a liberação dos recursos o quanto antes. “[Para isso] É importante contar mais uma vez com o apoio do presidente Lula”, disse. Num segundo momento, o governo federal e o governo do Estado trabalharão em ações estruturantes para minimizar o impacto das enchentes, que sempre provocam estragos em muitos municípios alagoanos. “No ano passado, foram mais de 100 mil desalojados”, lembrou o ministro. Ele atentou também para o fato de que o El Niño deverá se intensificar pelos próximos quatro anos, causando cheias e secas em algumas regiões. Por isso, segundo Renan Filho, é necessário fazer uma obra de contenção de barragens tanto em Alagoas como em Pernambuco. O projeto, que havia sido engavetado no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, será retomado pelo governo Lula, ao custo de R$ 3 bilhões. “Se conseguirmos criar as condições com o apoio do governador Paulo e do presidente Lula, vamos dar às pessoas o necessário para tirar o Estado dessa situação”, disse Renan Filho. O governador Paulo Dantas lembrou que o primeiro passo para a construção das obras estruturantes que minimizem os impactos causados pelas enchentes já foi dado com a criação de um comitê gestor formado pelo Governo do Estado e prefeitos dos municípios afetados. “Vamos pedir uma agenda com o presidente Lula para tratar desse assunto”, disse. “O governo federal abre as portas para o povo de Alagoas, para as famílias atingidas, mostrando solidariedade, consideração e respeito ao povo de Alagoas e do Nordeste”, destacou. Além dos ministros, estiveram presentes à solenidade, o vice-governador Ronaldo Lessa,  presidente da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), Hugo Wanderley, vice-presidente da Assembleia Legislativa de Alagoas, Bruno Toledo, deputado federal Paulo Fernando do Santos, secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolf Barreiros, comandante-geral do Corpo de Bombeiros de Alagoas, coronel Jacques Wolbeck, coordenador da Defesa Civil do Estado, coronel Moisés Melo e secretários de Estado, além de parte dos prefeitos dos municípios afetados pelas chuvas. Com informações da Agência Alagoas Por: redação ANH/AL

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Escolas recebem donativos para famílias desabrigadas pelas chuvas

Thiago Ataíde / Ascom Seduc   As chuvas que atingiram Alagoas no último final de semana e afetaram mais de 25 mil pessoas uniram o estado em uma corrente de solidariedade e reconstrução para ajudar as famílias que tiveram que sair de suas casas. Na rede estadual, não é diferente e algumas escolas já iniciaram campanha para arrecadação de donativos. Em uma iniciativa de grêmios estudantis em parceria com as equipes gestoras de escolas, uma campanha foi iniciada para arrecadação de donativos para as famílias afetadas, o que inclui itens como alimentos não perecíveis, água potável, roupas, agasalhos, brinquedos e materiais de higiene. Algumas escolas estaduais também receberam vítimas das enchentes que estão desalojadas e sem para onde ir. Onde doar – Veja quais escolas estão recebendo donativos para famílias afetadas pelas chuvas: Maceió Escola Estadual Theonilo Gama: Rua Coronel Paranhos, Jacintinho; Escola Estadual Princesa Isabel: Avenida Fernandes Lima, s/n, Cepa; Arapiraca Escola Estadual Senador Rui Palmeira: Rua Manoel Nunes Neto, 80, Capiatã; União dos Palmares Escola Estadual Dr. Carlos Gomes: Av João Lyra Filho, s/n, Roberto Correia de Araújo Murici Escola Estadual Professora Benedita Maria Rufino das Chagas Coelho: Conjunto Habitacional Olavo Calheiros Quadra Q, s/n Com informações da Agência Alagoas Por: redação ANH/AL

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Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira prêmio acumulado em R$ 35 milhões

Marcelo Camargo/Agência Brasil   As seis dezenas do concurso 2.610 serão sorteadas nesta quarta-feira (12), a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo, com transmissão ao vivo pelas redes sociais das Loterias Caixa no Facebook e canal da Caixa no YouTube. O prêmio da faixa principal está estimado em R$ 35 milhões.  Caso apenas um único apostador acerte os seis números e aplique o valor total na poupança, receberá R$ 238,2 mil de rendimento no primeiro mês. A aposta simples – com seis dezenas marcadas – custa R$ 5. As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas lojas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. Com informações da Agência Brasil Por: redação ANH/AL

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86 MIGRANTES AFRICANOS SÃO RESGATADOS EM BARCO NO OCEANO ATLÂNTICO

86 migrantes são esgatados pela Espanha. Imagem: AFP Português   Equipes de resgate da Espanha, atuaram em alto mar para o resgate de 86 tripulantes que estavam a bordo de uma embarcação precária, sem rumo, perto da costa do arquipélago das Ilhas Canárias. Todos eram migrantes, crentes de que seriam ajudados a chegar na Europa. Bandidos aliciam pessoas em situação de vulnerabilidade, e prometem levá -las em segurança até algum país europeu para que possam recomeçar suas vidas de forma mais digna, uma vez que todos estão fugindo da guerra, da fome e da pobreza extrema em que vivem em seus países de origem. No meio do caminho, os bandidos (que são resgatados por lanchas modernas) quebram o leme da embarcação e retiram o motor, deixando as vítimas (que estão em uma embarcação precária) completamente à deriva à mercê da própria sorte. Os migrantes resgatados, eram do Senegal, região subsaariana da África. No desembarque, todos foram atendidos por funcionários da Cruz Vermelha, e encaminhados para serviço de assistência social. Por: Gabriel Maia, ANH/Redação.

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