Cidadania Alagoas

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Pela primeira vez, Alagoas recebe copa internacional de futebol amador

Foto: Pei Fon A Secretaria de Estado do Turismo (Setur) e a Secretaria de Estado do Esporte, Lazer e Juventude (Selaj), promovem, entre os dias 25 de novembro e 3 de dezembro, em Alagoas, a Copa AFIA Brasil 2023. O estado estreia como sede da competição esportiva internacional promovida pela Associação de Futebol Internacional Amador (AFIA). Com a edição inédita, o evento contará com a participação de quatro categorias de atletas. Os jogos serão realizados no Estádio Rei Pelé, localizado na capital alagoana. A sede oficial do evento será o Vila Galé Resort, na Barra de Santo Antônio, com serviço all inclusive para todos os atletas nacionais e internacionais durante os dias do campeonato. O Estádio Rei Pelé, com capacidade para 15 mil pessoas, sediará os 28 jogos da competição. A expectativa é de que 900 integrantes, entre atletas, comissão técnica e familiares da AFIA cheguem ao estado, sendo divididos em 24 equipes, com 22 grupos brasileiros e dois times alemães. De acordo com a secretária de Estado do Turismo de Alagoas, Bárbara Braga, a realização do evento deve impulsionar o turismo de eventos no estado, movimentando toda a cadeia do setor. “Aliar o fomento ao esporte e ao turismo em Alagoas é uma importante parceria. Com a realização desta competição, buscamos também movimentar todo o nosso trade turístico. Eles circulam por nossos restaurantes, bares e hotéis, além de estimularem o turismo nacional e internacional no estado”, destacou a secretária. O evento internacional é realizado pela AFIA, a maior entidade de promoção de copas de futebol master do mundo, para atletas de 35 a 70 anos de idade. Nesta edição, as categorias que irão competir serão: Silver (45+), Gold (50+), Platinum (55+) e Diamond (60+). A secretária de Estado do Esporte, Lazer e Juventude de Alagoas, Lydia Pollyana, destacou a oportunidade como mais um grande evento internacional em Alagoas. “Uma grande satisfação e responsabilidade receber esta competição internacional no nosso Estado. Depois de uma longa temporada de apoio ao esporte, de incentivo ao futebol mais especificamente, o Governo de Alagoas, por meio de parceria entre o Esporte e o Turismo, abre as portas do Rei Pelé, de Maceió e de Alagoas, para movimentar o cenário esportivo, a economia e o turismo em terras alagoanas. Expectativa lá em cima para os próximos dias de competição”, afirmou. A copa conta com árbitros renomados, com atuações em campeonatos mundiais, árbitro assistente de vídeo (VAR) auxiliando na legitimação do resultado, e bolas oficiais usadas nas principais competições mundiais. A programação esportiva será transmitida ao vivo, através do canal oficial AFIA Soccer no YouTube, com narração, comentários e entrevistas, além da transmissão de programas exclusivos. A disputa esportiva terá de quatro a cinco jogos por dia, que contemplarão as quatro categorias durante os seis dias de disputa. Com uma programação diversa, o calendário contará ainda com atividades culturais, turísticas e de entretenimento. As equipes irão desfrutar de noites de diversão, com festas e momentos de integração entre os grupos, além da tradicional Olimpíadas AFIA, onde os atletas competem nas modalidades de poker, truco, dominó, sinuca, pebolim, dardos, vôlei, futmesa, beach tênis, dança, entre outros. AFIA – Com o objetivo de transformar o sonho do atleta amador de jogar uma copa de futebol internacional como protagonista, a Copa AFIA possui uma experiência de 100 copas de futebol, nacionais e internacionais, em 10 países, ao longo de 30 anos de atividade. Cerca de 100 mil esportistas já participaram do evento desde a sua fundação. Atualmente a AFIA conta com 400 equipes filiadas ao redor do mundo. Programação: Copa AFIA 26/11 – Cerimônia de abertura no Estádio Rei Pelé 26/11 à 30/11 – Dias dos jogos no Estádio Rei Pelé 01/12 – Jogo final da Copa AFIA no Estádio Rei Pelé 01/12 – Festa dos Campeões no Vila Galé Resort Olimpíadas AFIA 27/11 à 30/11- Tradicional Olimpíadas AFIA no Vila Galé Resort Por: ANH/AL

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Governo brasileiro apoia resolução que prevê pausa humanitária em Gaza

@Marcelo Camargo/Agência Brasil Proposta aprovada na ONU teve 12 votos a favor e três abstenções   O Ministério da Relações Exteriores informou, nesta quarta-feira (15), que o governo brasileiro recebeu “com satisfação” a notícia da aprovação, pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU), da primeira resolução relativa à atual crise humanitária na Faixa de Gaza, resultante do conflito entre Israel e o grupo palestino Hamas. O texto foi apoiado pelo Brasil, que até dezembro ocupa um assento para membros não permanentes no órgão. “A resolução, com foco na proteção de crianças, proposta por Malta e apoiada pelo Brasil e pelos demais membros não permanentes, foi aprovada com 12 votos a favor. Estados Unidos, Reino Unido e Rússia optaram pela abstenção”, diz a pasta, em comunicado, explicando que o texto aprovado exige que as partes cumpram suas obrigações em matéria de direito internacional e do direito internacional humanitário, em especial no que se refere a civis e crianças. Segundo o Itamaraty, a resolução pede a implementação de “pausas e corredores humanitários urgentes e prolongados em toda a Faixa de Gaza por um número suficiente de dias”, para que ajuda humanitária de emergência possa ser prestada à população civil por agências especializadas da ONU, pela Cruz Vermelha Internacional e por outras agências humanitárias imparciais. O texto pede também a “libertação imediata e incondicional de todos os reféns” mantidos pelo Hamas e por outros grupos, rejeita o deslocamento forçado de populações civis e demanda a normalização do fluxo de bens e serviços essenciais para Gaza, com prioridade para água, eletricidade, combustíveis, alimentos e suprimentos médicos. No mês passado, o Conselho de Segurança rejeitou a proposta apresentada pelo governo brasileiro que pedia pausas humanitárias aos ataques entre Israel e o Hamas para permitir o acesso de ajuda à Faixa de Gaza. O resultado da votação foi 12 votos a favor, duas abstenções, sendo uma da Rússia, e um voto contrário, por parte dos Estados Unidos. Por se tratar de um membro permanente, o voto norte-americano resultou na rejeição da proposta brasileira. O Conselho de Segurança da ONU é o responsável por zelar pela paz internacional. São cinco os membros permanentes: China, França, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos. Fazem parte do conselho rotativo Albânia, Brasil, Equador, Gabão, Gana, Japão, Malta, Moçambique, Suíça e Emirados Árabes. Para que uma resolução seja aprovada, é preciso o apoio de nove do total de 15 membros, sendo que nenhum dos membros permanentes pode vetar o texto. O conflito No dia 7 de outubro, o Hamas, que controla a Faixa de Gaza, lançou um ataque surpresa de mísseis contra Israel, com incursão de combatentes armados por terra, matando civis e militares e fazendo centenas de reféns israelenses e estrangeiros. Em resposta, Israel bombardeou várias infraestruturas do Hamas, em Gaza, e impôs cerco total ao território, com o corte do abastecimento de água, combustível e energia elétrica. Os ataques já deixaram milhares de mortos, feridos e desabrigados nos dois territórios. A guerra entre Israel e Hamas tem origem na disputa por territórios que já foram ocupados por diversos povos, como hebreus e filisteus, dos quais descendem israelenses e palestinos. Fonte: Agência Brasil

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Estudo de físico de Alagoas ganha capa em revista científica internacional

O trabalho de um pesquisador de Alagoas, que atua na área da física atômica e molecular, ganhou o destaque de “Escolha do editor” e a capa de uma publicação científica de circulação internacional, a Chemical Physics Letters, na edição da primeira quinzena deste novembro.                                                                                                                                       Foto: Divulgação/Fapeal O professor Vinícius Manzoni é docente da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e Doutor em Física da Matéria Condensada. Seu trabalho tem apoio do Governo do Estado, por meio de sua Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapeal). O artigo foi publicado no volume 830 de um tradicional periódico científico holandês que circula globalmente. A Chemical Physics Letters surgiu em 1967, e permanece influente em sua área, tendo a classificação A3 em Física, de acordo com o índice nacional Qualis, controlado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), agência do Ministério da Educação. O pesquisador acredita que seu experimento ganhou destaque por ser inovador, dentre os estudos de moléculas em meios solventes: “Este comportamento nunca foi descrito teoricamente e mostramos que grande parte dos métodos não conseguem descrevê-lo, e mostramos o que precisa incluir para descrever”, observou. “Nós utilizamos simulações computacionais e cálculos de mecânica quântica da molécula no meio solvente para descrever o fenômeno observado experimentalmente”, complementou Manzoni. Por: ANH/AL

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Um mês de guerra: mundo vê escalada de violência no Oriente Médio

© REUTERS/Fadi Whadi Conflito entre Israel e o Hamas é o mais grave em 75 anos   Sem perspectiva de fim, a guerra entre Israel e o Hamas chega a um mês nesta terça-feira (7). São mais de 10 mil palestinos mortos, incluindo 4.104 crianças, na Faixa de Gaza, segundo o Ministério da Saúde de Gaza. Do lado israelense, cerca de 1,4 mil pessoas morreram, a maior parte civis, e 240 são mantidas reféns, segundo o governo de Israel.   Este já é o conflito mais grave em 75 anos de história e desde que Israel e o Hamas se enfrentaram por dez dias em 2021. O mundo acompanha a escalada da violência na guerra no Oriente Médio e mobiliza-se para um cessar-fogo, sem sucesso até o momento. Ataque do Hamas No dia 7 de outubro, o Hamas deu início ao mais grave ataque já promovido contra os israelenses. As ações, sem precedentes na história, foram realizadas por mar, ar e terra, envolvendo ataques a um festival de música, invasão de kibutzim, sequestro de reféns, deixando centenas de civis israelenses mortos e feridos. Eram 6h30 (horário local), um sábado, quando o Hamas disparou 5 mil foguetes, a partir da Faixa de Gaza, para atingir cidades israelenses, conforme notícias de agências internacionais.  Lideranças do grupo afirmaram que a operação tem o propósito de “acabar com a última ocupação na Terra” e é uma resposta ao bloqueio imposto por Israel aos palestinos de Gaza, que já dura mais de uma década. Por  terra, homens armados se infiltraram no território israelense rompendo a cerca de arame farpado que separa Gaza e Israel. Ofensiva israelense Diante do ataque surpresa, Israel acionou as forças de segurança e declarou guerra, dando início à Operação Espadas de Ferro, com bombardeios intensos à Faixa de Gaza, onde ficam as bases do Hamas. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse que o grupo “pagará preço sem precedentes” e prometeu exterminar o Hamas. Desde então, Israel tem disparado ataques aéreos diários à Gaza, estabeleceu bloqueio total – sem permissão para entrada de água, comida e combustível -, determinou que a população local, majoritariamente palestina, deixe o norte da região e se desloque para o sul; e convocou mais de 300 mil reservistas. Neste momento, as forças de segurança afirmam ter cercado a cidade de Gaza e intensificam as ações terrestres. Hamas reagiu, ameaçando executar um refém civil israelense a cada novo bombardeio em Gaza. O grupo permanece com contra-ataques a partir de túneis subterrâneos. Crise humanitária A escalada de violência do conflito passou a atingir hospitais, escolas e abrigos de refugiados em Gaza, ferindo e matando os civis mais vulneráveis, entre mulheres e crianças. A região, onde vivem 2,3 milhões de pessoas – a maioria palestina – enfrenta grave crise humanitária. Organizações humanitárias internacionais e quem está no meio do conflito relatam a falta de água, alimentos, remédios, energia, internet e combustível. Israel passou a autorizar a entrada de ajuda humanitária, em caminhões procedentes do Egito, em Gaza, porém especialistas argumentam que o volume é insuficiente. Cessar-fogo Desde o dia 7 de outubro, a comunidade internacional apela a um cessar-fogo imediato entre Israel e o Hamas para que os civis possam receber socorro e serem retirados da região do conflito. Observadores acusam Israel e o Hamas de crimes de guerra. O Conselho de Segurança das Nações Unidas – formado pelos Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido – reuniu-se diversas vezes para definir qual ação tomar diante do conflito, mas não chegou a um consenso.  Durante os 31 dias em que ficou à frente do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU), o Brasil liderou tentativas de acordo entre os países-membros, mas as quatro propostas de resolução sobre o conflito foram rejeitadas. Apesar da pressão internacional, Israel nega a possibilidade de encerrar os bombardeios na Faixa de Gaza e condiciona um cessar-fogo à libertação de todos os reféns pelo Hamas. Fonte: Agência Brasil    

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Homem é encontrado morto no estádio do Napoli após jogo contra o Milan

Foto: Divulgação Um homem, identificado como Antonio Scotto Di Luzio, foi encontrado morto nas dependências do Estádio Diego Armando Maradona após o jogo entre Napoli e Milan, no último domingo (29). O homem foi encontrado em um estacionamento abandonado. As autoridades locais encontraram o corpo da vítima de 42 anos em uma área que não é utilizada no estádio há algum tempo e que fica próxima ao setor visitante. A causa da morte foi uma queda de cerca de 20 metros. Segundo um amigo de Antonio, os dois tentaram entrar no estádio sem ingressos e, para isso, teriam que escalar uma pilastra para acessar as arquibancadas. Antonio Scotto Di Luzio foi achado morto no local por volta das 2h (horário local), ou seja, 22h (horário de Brasília). A partida entre Milan e Napoli foi encerrada próxima das 22h45 do horário italiano. As investigações a respeito do caso seguem em curso nos arredores do estádio. Por: ANH/Redação

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Capitão do Vasco, ex-zagueiro é condenado por tráfico internacional

Foto: Reprodução/GloboNews A Justiça Federal no Rio condenou por tráfico internacional de drogas e organização criminosa os donos dos 280 quilos de cocaína que, segundo a Polícia Federal, foram desviados por três agentes e um delegado da Polícia Civil do Rio. Entre os condenados está o ex-zagueiro do Vasco, Alexsandro Marques de Oliveira, conhecido como Alex. Alex foi titular e capitão na campanha do título carioca em 2003. Ele está preso desde fevereiro do ano passado, quando foi detido na Operação Turfe, da PF. No total, nove pessoas ligadas à quadrilha foram condenadas pela Justiça. Alex foi condenado a 10 anos de prisão. Os investigadores dizem que a função do ex-jogador na quadrilha era alugar os galpões onde a cocaína era colocada dentro dos contêineres, antes de se encaminhada para o porto. De acordo com as investigações da PF e do Gaeco do MPF, a quadrilha enviou 6,68 toneladas de cocaína para a Europa e África em 14 operações distintas, entre dezembro de 2020 e fevereiro de 2022. A droga era escondida em contêineres, transportados em navios que partiam do porto do Rio. Alex ficou no Vasco até o final da temporada de 2003, mas perdeu espaço no Campeonato Brasileiro. Após deixar o clube, ele ainda jogou na Portuguesa, no Santo André e no futebol asiático, antes de encerrar a carreira. Por: ANH/AL

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Aeronave da FAB com 8º grupo de repatriados de Israel deve chegar ao Brasil nesta segunda-feira (23)

Foto: Gov BR / FAB A Força Aérea Brasileira (FAB) informou a decolagem de mais uma aeronave neste domingo (22), de Roma, na Itália, com destino a Tel Aviv, em Israel. O avião permitirá o embarque do oitavo grupo de brasileiros repatriados pelo governo federal desde o início do conflito no Oriente Médio. Segundo a Secretaria de Comunicação da Presidência da República, a previsão é que a aeronave com o novo grupo de repatriados aterrisse no Brasil nesta segunda-feira (23). “A aeronave KC-30 da Força Aérea Brasileira (FAB 2901) decolou hoje (22/10) de Roma (Itália), às 09h45 (horário local, 04h45 no horário de Brasília), com destino à Tel Aviv (Israel). No país do Oriente Médio, embarcarão mais brasileiros repatriados”, informou a FAB, na rede social X (antigo Twitter). No último sábado (21), um voo operado pela FAB chegou ao Brasil com 69 pessoas e nove animais de estimação. Mais de 1.200 brasileiros e 44 animais de estimação já foram repatriados pelo governo federal desde o início da guerra de Israel contra o Hamas na Faixa de Gaza. “O Brasil também enviou purificadores de água, kits de saúde e outros insumos para atender às necessidades de civis em Gaza, além de seguir reforçando a nossa posição na busca incessante pela paz”, divulgou o governo federal, em postagem neste sábado. Sete voos operados pelo governo brasileiro trouxeram cidadãos da região do conflito desde o dia 11 de outubro. O último grupo de repatriados fez um pouso técnico no Recife, em Pernambuco, onde desembarcaram dois passageiros. Os demais embarcados seguiram viagem até a Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro, onde a aeronave pousou às 10h48 da manhã de sábado. Por: ANH/Redação

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Paciente acorda horas após ser declarada morta por médicos na Inglaterra

Foto: Reprodução/Redes Sociais Uma mulher despertou no hospital horas após ser declarada morta em Durham, na Inglaterra. As informações são do jornal The Northern Echo. Após ser declarada morta pelo serviço de ambulâncias NEAS, uma mulher, que não teve sua identidade revelada, acordou no hospital Memorial Darlington. Segundo a polícia local, a suposta morte foi “inesperada”, mas não disseram o que teria levado à conclusão que ela teria morrido. A paciente teria cerca de 50 anos. O serviço de ambulâncias NEAS pediu desculpas publicamente e afirmou que contatou a família da pessoa dada como morta. O diretor de paramedicina do NEAS, Andrew Hodge, afirmou também que “uma investigação completa desse incidente está ocorrendo”. No ano passado, o NEAS se desculpou com familiares enlutados por encobrir erros de paramédicos com pacientes que posteriormente faleceram. Por: ANH/Redação

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Países sul-americanos pedem carona da FAB para repatriar cidadãos em Israel

Foto: Ministério das Relações Exteriores O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse nesta segunda-feira (16) que vários países da América do Sul solicitaram ajuda do Brasil para repatriar seus cidadãos no conflito Israel-Hamas. Ele ressaltou, no entanto, que o governo está concentrado em repatriar primeiro os brasileiros nas operações. Chile, Paraguai, Uruguai e Argentina são alguns dos que teriam pedido ao governo brasileiro carona para que seus cidadãos voltassem ao continente nos voos da FAB (Força Aérea Brasileira) que têm partido de Israel. A operação brasileira, batizada de Voltando em Paz, já trouxe 916 pessoas e 24 animais domésticos de volta do Oriente Médio. Até a quarta-feira (18), terão sido mais de 1.100 resgatados. Padilha participou de uma videoconferência do presidente Lula (PT) com outros ministros em que a guerra foi discutida. A prioridade do governo no conflito tem sido repatriar com segurança os brasileiros na região. Há um grupo de 28 pessoas que tenta há dias deixar a Faixa de Gaza, mas a fronteira com o Egito está fechada para passagem. As negociações para permitir a saída do grupo envolvem Egito, Israel e Estados Unidos. O objetivo do governo brasileiro é garantir uma saída segura para eles, além de ajudar a estabelecer um corredor humanitário para a entrada de ajuda em Gaza. O governo de Israel negou nesta segunda-feira (16) ter firmado um cessar-fogo temporário com o grupo terrorista Hamas para a retirada de civis de Gaza. Milhares de pessoas continuam encurraladas no território à espera de um acordo para fugir da região rumo ao Egito. O comunicado israelense foi publicado após a agência de notícias Reuters divulgar que Israel, Egito e EUA tinham concordado com uma trégua na região sul a partir das 3h (no horário de Brasília) desta segunda para a reabertura da passagem de Rafah, que liga Gaza ao território egípcio. Por: ANH/Redação

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Entenda o que são considerados crimes de guerra

Reuters Observadores da ONU apontam atrocidades cometidas pelo Hamas e Israel Share on WhatsApp Share on Facebook Share on Twitter Share on Linkedin Publicado em 14/10/2023 – 18:19 Por Da Agência Brasil – Brasília ouvir: Na avaliação de observadores independentes das Nações Unidas, o governo de Israel e o comando do Hamas estão cometendo crimes de guerra. Em relatório de avaliação, os observadores condenaram os atentados cometidos pelo Hamas em território israelense e o ataques de Israel que atingiram palestinos em Gaza. O direito internacional humanitário regula as relações entre organizações e Estados e estabelece regras para limitar a legalidade de guerras, como restrição para uso de armamento químico. A normas só autorizam o conflito armado no caso de autodefesa contra ataques armados ou mediante autorização do Conselho de Segurança da ONU. As regras básicas do direito internacional também estabelecem que as partes envolvidas devem distinguir entre civis e combatentes inimigos. REUTERS/Ronen Zvulun O estatuto do Tribunal Internacional de Haia e as convenções de Genebra definiram os crimes de guerra e as condições julgamento. Entre os crimes de guerra estão ataques à população civil, uso de armas ou métodos de guerra proibidos, homicídio, tortura, uso indevido de uniformes de entidades humanitárias, entre outros. Em caso de descumprimento, os acusados devem ser processados e julgados pelo Tribunal Internacional. Violações O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, afirmou que as regras de direito humanitário internacional e os direitos humanos devem ser respeitados e cumpridos durante a guerra entre Israel e o Hamas. De acordo com informações divulgadas por agências internacionais, o número de mortes após uma semana de guerra chegou a 4 mil, entre israelenses e palestinos. Segundo a ONU, cerca de 1 milhão de moradores da Faixa da Gaza estão fora de suas casas, sem acesso a comida, água, luz, medicamentos e atendimento médico. A declaração de Guterres foi dada ontem (13) antes da reunião na qual o Conselho de Segurança da ONU não chegou a acordo sobre o texto final sobre a guerra. Segundo o secretário-geral, os civis envolvidos no conflito devem ser protegidos e não podem ser usados como escudos. Para ele, “até mesmo guerras têm regras”. No mesmo sentido, a organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) defendeu que os civis em Gaza devem ter acesso à ajuda humanitária. A entidade trabalha para enviar alimentos, água e medicamentos, mas a fronteira com o Egito continua fechada e não foram criados corredores humanitários. “Médicos Sem Fronteiras (MSF) está horrorizada com o brutal assassinato em massa de civis perpetrado pelo Hamas e com os intensos ataques a Gaza que estão sendo realizados por Israel. MSF pede a interrupção imediata do derramamento de sangue, o estabelecimento de espaços e passagens seguros para as pessoas chegarem a eles com urgência”, afirmou a entidade. O diretor da Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), Fabrizio Carboni, defendeu a proteção dos civis e a autorização para entrada de ajuda humanitária. “Com a falta de eletricidade em Gaza, falta luz nos hospitais, o que coloca em perigo recém-nascidos em incubadoras e pacientes idosos que precisam de oxigenação. A hemodiálise deixa de funcionar e não é possível tirar raios X. Sem eletricidade, os hospitais correm perigo de se transformar em necrotérios”, alertou o diretor. * Com informações da Reuters e Lusa. Fonte: Agência brasil

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