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Entenda como fica o IOF após derrubada de decreto

Câmbio, crédito e previdência privada voltam a alíquotas anteriores Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil © José Cruz/Agência Brasil/Arquivo A derrubada do decreto que aumentava o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF)  provocou a terceira mudança nas alíquotas em pouco mais de um mês. As alíquotas que vigoravam até 22 de maio, quando o Ministério da Fazenda anunciou as mudanças, foram retomadas. A revogação do decreto cria um desafio para o governo, ao provocar perda de R$ 12 bilhões em arrecadação para 2025, segundo a Receita Federal. No entanto, para o cidadão, as mudanças aliviam o bolso, com alíquotas menores sobre as operações de câmbio, de empréstimo para empresas e da previdência privada do tipo Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL). Como não tinham sido objeto do decreto, o IOF de crédito para pessoas físicas, para o Pix e para modalidades isentas não foi alterado. Entenda os efeitos da derrubada do decreto sobre o seu bolso: Viagem ao exterior Como estava Unificação do IOF sobre operações de câmbio em 3,5%. A nova alíquota incidia sobre: •     Transações de câmbio com cartões de crédito e débito internacional, compra de moeda em espécie, cartão pré-pago internacional, cheques de viagem para gastos pessoais; •     Empréstimos externos para operações com prazo inferior a 365 dias, para tomadas de empréstimos feitas do Brasil no exterior; •     Para operações não especificadas, a alíquota passou a ser de 0,38% na entrada (do dinheiro no país) e 3,5% na saída; •     Isenção para retorno de investimentos estrangeiros diretos (que geram emprego) no Brasil. Saída de recursos pagava 3,5%. Como voltou a ficar As alíquotas voltam a ser as mesmas de antes do decreto: •     1,1% para compra de moeda em espécie; •     3,38% nas outras transações (cartões de crédito, débito, débito internacional e pré-pago); •     Para operações não especificadas, alíquota voltou a 0,38%, sendo cobrada uma única vez; •     Remessas ao exterior e empréstimo de curto prazo (inferior a um ano) voltam a ter alíquota de 1,1%. A versão mais recente do decreto não tinha alterado as seguintes operações cambiais: •     Operações interbancárias; •     Importação e exportação; •     Ingresso e retorno de recursos de investidor estrangeiro; •     Remessa de dividendos; •     Juros sobre capital próprio para investidores estrangeiros. Crédito para empresas Como estava A tomada de crédito por qualquer pessoa jurídica tinha passado a pagar mais imposto. •     Teto de IOF de operações de crédito para empresas em geral havia subido para 3,38% ao ano; •     Para empresas do Simples Nacional, a cobrança havia aumentado para 1,95% ao ano; •     Alíquota de 3% ao ano sobre risco sacado, operação de antecipação ou financiamento de pagamento a fornecedores. •     Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC): alíquota de 0,38% sobre compra de cotas primárias, inclusive por bancos. Como voltou a ficar •     Teto de IOF de operações de crédito para empresas em geral voltou a 1,88% ao ano; •     No caso de empresas do Simples Nacional, cobrança máxima retornou ao limite de 0,88% ao ano; •     Risco sacado deixou de ser considerado operação de crédito e voltou a ficar isento; •     Compra de cotas primárias do FIDC voltaram a ficar isentas. Previdência VGBL Como estava •     Isenção para aportes de até R$ 300 mil ao ano (R$ 25 mil por mês) até o fim de 2025 e de aportes anuais de até R$ 600 mil (R$ 50 mil por mês) a partir de 2026. Acima desse valor, cobrança de 5%; •     Isenção para a contribuição patronal (do empregador). Como voltou a ficar •     Alíquota zero para aportes mensais de qualquer valor. Bets, fintechs e investimentos incentivados No início de junho, o governo reverteu parte das elevações do IOF, mas editou uma medida provisória (MP) que aumenta outros tributos <https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-06/nova-mp-deve-reforcar-arrecadacao-em-r-105-bi-neste-ano>. Embora enfrente resistências no Congresso Nacional, a MP continua em vigor pelos próximos quatro meses. Caso a MP, que não trata do IOF, seja aprovada, o aumento da contribuição das bets de 12% para 18% entrará em vigor nos próximos três meses. Da mesma forma, a elevação de 9% para 15% da alíquota das fintechs (startups do setor financeiro) e o endurecimento das regras de compensações tributárias (ressarcimento de impostos supostamente pagos a mais) por grandes empresas. Outras medidas de aumento de Imposto de Renda (IR) para a população mais rica só entrarão em vigor em 2026, caso a MP seja aprovada. Estão nessa situação o fim da isenção para títulos privados incentivados (LCI, LCA, CRI, CRA e debêntures) e a elevação de 15% para 20% do Imposto de Renda dos Juros sobre Capital Próprio (JCP), tipo de remuneração paga aos acionistas de empresa. Fonte: portaldealagoas

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Contas de luz permanecem com bandeira tarifária vermelha em julho

Adicional é de R$ 4,46 a cada 100 kW/h consumidos Agência Brasil © Marcelo Camargo/Agência Brasil A bandeira tarifária para o mês de julho permanece vermelha patamar 1, a mesma sinalização que ocorreu em junho. Com isso, as contas de energia elétrica continuarão recebendo adicional de R$ 4,46 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a continuidade do cenário de chuvas abaixo da média em todo o país reduz a geração de energia por hidrelétricas.  “Esse quadro tende a elevar os custos de geração de energia, devido à necessidade de acionamento de fontes mais onerosas para geração, como as usinas termelétricas”, explicou a Agência, em nota. Bandeiras Bandeiras Tarifárias Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. “Com o acionamento da bandeira vermelha patamar 1, a Aneel reforça a importância da conscientização e do uso responsável da energia elétrica. A economia de energia também contribui para a preservação dos recursos naturais e para a sustentabilidade do setor elétrico como um todo”, diz a Aneel. Fonte: alagoasdeverdade

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Lei que cria CNH gratuita para população de baixa renda é sancionada

Multas de trânsito irão custear carteira de habilitação de graça Agência Brasil © Marcello Casal JrAgência Brasil O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta sexta-feira (27), um projeto de lei que permite que recursos arrecadados com multas de trânsito possam ser aplicados para custear a habilitação de condutores de baixa renda. A norma ainda estabelece regras para transferência de propriedade de veículo por meio eletrônico. Pela nova lei, agora em vigor, serão beneficiados as pessoas de baixa renda que estejam no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Até então, a legislação de trânsito previa que os recursos provenientes de multas deveriam ser aplicados exclusivamente em sinalização, engenharia de tráfego, de campo, policiamento, fiscalização e educação de trânsito. O custeio, previsto no projeto, abrangerá as taxas e demais despesas relativas ao processo de formação de condutores e do documento de habilitação. O projeto de autoria do deputado José Guimarães (PT-CE) foi aprovado pelo Congresso Nacional no fim de maio. Segundo o Palácio do Planalto, a lei aprovada ainda estipula regras para a transferência de propriedade e vistoria por meio eletrônico. No caso de transferência de propriedade, o contrato de compra e venda deve conter assinaturas eletrônicas qualificadas ou avançadas. A vistoria de transferência poderá ser realizada em formato eletrônico a partir de critérios do órgão executivo de trânsito dos estados e do Distrito Federal. O contrato de compra e venda de veículo em meio digital, devidamente assinado pelo comprador e pelo vendedor perante o órgão de trânsito da União, terá validade em todo o território nacional e deve ser acatado pelos órgãos de trânsito dos estados e do Distrito Federal. Fonte: portaldealagoas

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Vereadores aprovam alteração na Lei Orgânica para adequação das emendas

 Dicom/CMM Sessão extraordinária deliberou sobre o tema, e a próxima etapa é incluir o dispositivo na votação da LDO A Câmara Municipal aprovou, durante sessão extraordinária, nesta sexta-feira (27), o Projeto de Emenda à Lei Orgânica, de N° 01/2025, de autoria da Comissão de Orçamento, Finanças e Fiscalização Financeira, que promove alterações na porcentagem das emendas parlamentares impositivas, uma adequação como a  da Câmara Federal. A matéria foi aprovada pelos 25 parlamentares presentes à sessão.   O texto foi aprovado em duas votações e a próxima etapa é incluir a emenda na votação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO), previsto para ser deliberado em plenário na próxima terça-feira (1°).   “A Câmara tem maturidade para dialogar com o Poder Executivo para votar este Projeto de Emenda à Lei Orgânica, que é uma demonstração de fortalecimento do Poder Legislativo, também entendendo a realidade do Município para o ano de 2026”, destaca o presidente da Câmara, Chico Filho.   Com base na legislação, as emendas impositivas são um instrumento pelo qual os vereadores podem propor a destinação de uma parte do orçamento municipal para obras e projetos sociais. Os vereadores, por estarem mais próximos da população, podem identificar as necessidades específicas de suas comunidades e propor a destinação de recursos para atendê-las.   Calendário  Na próxima segunda-feira (30), o calendário de discussões sobre indicação de emendas e votação da LDO terá continuidade com a reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e Comissão de Orçamento, a partir das 10h, para analisar o texto final da lei. Na terça-feira (1°), às 10h, haverá mais uma sessão extraordinária para votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias.  Álbum de Imagens

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Esgotamento mental no meio do ano é o maior vilão da sua energia

Burnout – Créditos: depositphotos.com / HayDmitriy Entenda os sinais e como proteger sua saúde mental no meio do ano.   Com a chegada do meio do ano, muitas pessoas começam a sentir o peso acumulado das demandas profissionais e pessoais. O chamado burnout de meio de ano é um fenômeno que pode afetar trabalhadores de diferentes áreas, manifestando-se de maneira sutil e, muitas vezes, silenciosa. Reconhecer os primeiros sinais é fundamental para evitar consequências mais graves à saúde mental e ao desempenho no trabalho. O esgotamento não surge de uma hora para outra. Geralmente, ele se desenvolve ao longo dos meses, impulsionado por pressões constantes, prazos apertados e a sensação de não conseguir dar conta de todas as responsabilidades. Por isso, identificar os sintomas ainda no início pode ser o diferencial para buscar apoio e retomar o equilíbrio. O que caracteriza o burnout de meio de ano? O burnout, especialmente nesta época do ano, costuma ser marcado por um cansaço intenso, falta de motivação e queda na produtividade. Esses sintomas podem ser confundidos com simples desânimo ou fadiga passageira, mas, quando persistem, indicam que algo mais sério está acontecendo. O meio do ano é um período crítico porque muitas metas e projetos acumulam-se, aumentando a pressão sobre os profissionais. Além do esgotamento físico, o burnout de meio de ano pode trazer impactos emocionais, como irritabilidade, dificuldade de concentração e sensação de fracasso. Em alguns casos, a pessoa pode começar a se afastar de colegas e familiares, preferindo o isolamento. Esses sinais, embora discretos, merecem atenção redobrada para evitar agravamentos. Quais são os sinais silenciosos da síndrome? Os sintomas do burnout nem sempre são evidentes. Entre os sinais silenciosos mais comuns estão pequenas mudanças de comportamento, como atrasos frequentes, esquecimentos e procrastinação. O trabalhador pode passar a evitar reuniões, sentir-se constantemente sobrecarregado e perder o interesse por atividades que antes eram prazerosas. Outros indícios incluem alterações no sono, como insônia ou sono excessivo, além de dores de cabeça recorrentes e problemas gastrointestinais. Esses sintomas físicos, muitas vezes, são ignorados ou atribuídos a outras causas, mas podem estar diretamente ligados ao esgotamento mental. Por isso, é importante observar o próprio corpo e buscar ajuda quando necessário. Síndrome de Burnout – Créditos: depositphotos.com / grinvalds Como diferenciar a síndrome do cansaço comum? Enquanto o cansaço comum tende a desaparecer após um período de descanso, o burnout persiste mesmo após finais de semana ou férias curtas. A sensação de exaustão é contínua e não melhora com pequenas pausas. Outro ponto importante é a presença de sentimentos de desesperança e distanciamento emocional, que não costumam estar presentes em quadros de fadiga passageira. Além disso, o burnout de meio de ano pode afetar diretamente a autoestima e a percepção de competência profissional. A pessoa começa a duvidar de suas habilidades e pode sentir-se incapaz de realizar tarefas simples. Quando esses sintomas se tornam frequentes, é fundamental procurar orientação especializada para evitar complicações maiores. Quais atitudes ajudam a prevenir o burnout de meio de ano? Adotar medidas preventivas pode fazer toda a diferença para manter o equilíbrio durante o ano. Entre as principais recomendações estão a organização da rotina, definição de prioridades e estabelecimento de limites claros entre trabalho e vida pessoal. Reservar momentos para lazer e descanso também é essencial para recarregar as energias. Outra estratégia importante é o diálogo aberto com líderes e colegas de equipe sobre as dificuldades enfrentadas. Buscar apoio psicológico, quando necessário, pode auxiliar no desenvolvimento de ferramentas para lidar com o estresse. A atenção aos sinais silenciosos do burnout de meio de ano é um passo importante para preservar a saúde mental e garantir uma trajetória profissional mais saudável. Fonte: O antagonista

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Orelhão: 7 coisas que marcaram os anos 80 e 90, e quase ninguém lembra

Orelhão: 7 coisas que marcaram os anos 80 e 90, e quase ninguém lembra — Foto: Reprodução/Pexels/Lucas Souza Antes dos smartphones, os orelhões eram parte da rotina e estão vivos na memória de quem precisou decorar números, fazer filas e até pedir moedas para completar a ligação Popularmente chamado de “orelhão” pelos brasileiros, o Telefone de Uso Público (TUP) fazia parte do cenário urbano e da rotina da maioria da população do país. Espalhados pelas esquinas, praças e portas de escolas, os orelhões cumpriam o papel de conectar as pessoas em uma época onde os smartphones ainda não eram acessíveis. Quem viveu essa época, certamente, guarda na memória os hábitos e situações que, hoje, parecem inimagináveis para as novas gerações. Além de funcionar como uma ferramenta de comunicação, o orelhão podia servir como ponto de referência. Com o avanço dos celulares e da internet, os orelhões foram perdendo espaço, e hoje é muito difícil encontrá-los nas cidades. No entanto, ainda assim, esses aparelhos seguem vivos na memória afetiva de quem cresceu em uma época em que se comunicar exigia mais do que apenas pegar o celular no bolso. Pensando nisso, o TechTudo separou sete coisas que só quem viveu os anos 70, 80 e 90, com os orelhões, vai recordar. Confira nas linhas abaixo. Os orelhões eram muito comuns nos anos 90 — Foto: Júlia Nascimento/G1 Segundo uma reportagem do Jornal Nacional de 2022, o Brasil ainda conta com cerca de 144 mil orelhões espalhados pelo país, dos quais 85 mil estão em funcionamento. A Região Sudeste concentra mais da metade dos aparelhos ativos, com destaque para o estado de São Paulo, que abriga 33,1 mil orelhões, seguido por Minas Gerais, com 8,5 mil. Apesar da presença expressiva, o uso atual é mínimo: em média, apenas uma ligação por dia é feita em cada orelhão, de acordo com uma operadora de telefonia. 1. Ligar a cobrar com 9090   Se você era acostumado a usar os orelhões das cidades, certamente já precisou recorrer à chamada a cobrar. Uma das estratégias mais populares para quem estava sem moedas ou sem o cartão telefônico era ligar a cobrar para a pessoa que desejava falar. Para isso, bastava discar o clássico “9090” seguido do número desejado e aguardar que a pessoa do outro lado aceitasse a chamada. Depois que a pessoa aceitava a chamada, uma musiquinha tocava. Logo depois disso, já era possível falar normalmente. Orelhão: 7 coisas que marcaram os anos 80 e 90, e quase ninguém lembra — Foto: Reprodução/Pexels/Adenir Figueiredo Carvalho 2. Decorar número de cabeça   Como já foi falado, o orelhão era a realidade da maioria das pessoas nos anos 90, quando poucas pessoas tinham acesso a smartphones. Por isso, sem agenda digital ou lista de contatos na palma da nossa mão, era preciso exercitar a memória. Em outras palavras, gravar os números de telefone dos familiares, amigos e até mesmo de serviços essenciais era uma necessidade real. Para minimizar a chance de esquecimento, era comum anotar os números em um papel para ligar assim que encontrasse um orelhão. No entanto, perder o papel com um número importante poderia significar uma verdadeira dor de cabeça, a depender da necessidade de telefonar para aquela pessoa e/ou serviço. 3. Colecionar cartões telefônicos   Além de serem muito utilitários para os usuários do orelhão, os cartões telefônicos viraram itens de coleção. Os cartões eram lançados com diferentes ilustrações e temas. Por conta disso, os itens eram trocados, vendidos e até mesmo guardados como lembrança. Muitos lançamentos eram raros e únicos, que se tornaram itens disputados entre os colecionadores de todo o Brasil. Cartão temático do Museu da Gente Sergipana como exemplo de produção única — Foto: Márcio José Garcez Vieira 4. Pedir ajuda com moedas   Além de poder utilizar o orelhão com cartões telefônicos, também era possível utilizá-lo com moedas. Não era muito incomum ver pessoas revirando os bolsos e mochilas à procura de moedas para fazer uma ligação. Muitas vezes, era preciso recorrer à ajuda de outras pessoas na fila do orelhão pedindo uma moedinha para completar a ligação. Caso contrário, a saída era utilizar o recurso da chamada a cobrar. Para quem não tinha cartão, o ideal era utilizar o orelhão com moedas — Foto: Reprodução/Freepik 5. Fazer fila no orelhão da escola ou da esquina   Enfrentar filas em frente aos orelhões nos horários de saída das escolas era a rotina de muitos estudantes brasileiros nos anos 90. Cada aluno tinha poucos minutos para ligar e dar o recado aos pais ou familiares: dizer que estava saindo da escola ou combinar um ponto de encontro. Além disso, era comum enfrentar filas também nos orelhões das esquinas. Muitas vezes, no entanto, era preciso esperar muito até que as pessoas finalizassem a ligação ou encerrassem a conversa no orelhão. 6. Usar o orelhão como ponto de encontro   O orelhão era muito mais que um meio de comunicação. Além da função principal, o orelhão também servia como ponto de referência geográfica entre as pessoas. Marcar de encontrar algum amigo ou algum familiar “no orelhão da praça” ou “no orelhão da esquina da escola” era comum, sobretudo em lugares em que não havia muitos pontos de fácil identificação. Orelhão: veja curiosidades — Foto: Reprodução/Pexels/Hakan Kayahan 7. Ouvir eco e chiado na linha   As chamadas telefônicas dos orelhões nem sempre tinham uma boa qualidade. O eco e o chiado na linha eram problemas frequentes. Por conta disso, era comum que as pessoas repetissem frases e falassem mais alto para que a pessoa do outro lado da linha conseguisse entender. Em dias de chuva, por exemplo, as chances de a ligação cair ou ficar completamente inaudível devido aos chiados eram ainda maiores. Em outras palavras, se comunicar pelo orelhão às vezes era um verdadeiro desafio. Com informações de G1 e Wikipedia Fonte: tech tudo Por  Fernando Matias para o TechTudo

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Juceal apresenta panorama do setor de mercados para Associação de Supermercados

Entidades estreitam relações para expansão do setor supermercadista alagoano Durante a apresentação, dados da Juceal revelaram que o ambiente de negócios com foco em mercadorias possui 13.849 registros ativos  Ascom Juceal Júlia Lins / Ascom Juceal   A Junta Comercial do Estado de Alagoas (Juceal) recebeu, na quinta-feira (26), representantes da Associação dos Supermercados de Alagoas (ASA) para apresentar a evolução do registro de negócios no estado e um panorama local dos últimos cinco anos do setor supermercadista. Durante a apresentação, os dados da Juceal revelaram que o ambiente de negócios com foco em mercadorias possui 13.849 registros ativos em Alagoas, com destaque para o ramo de minimercados, que possui 13.035 empreendimentos. Em seguida, destacou-se o ramo de supermercados, com 617 empresas e, por fim, os hipermercados, com 197 registros ativos. Para o presidente da Juceal, João Gabriel Costa Lins, o Joãozinho, a evolução dos serviços da autarquia fortalece o crescimento dos mercados alagoanos.  “Mostramos para a Associação de Supermercados do Estado de Alagoas que, à medida que a Juceal evolui, o setor de supermercados também cresce. Nós pretendemos, junto aos outros municípios, expandir esse ambiente de negócios. É um setor que já cresce bastante, mas queremos que as empresas se solidifiquem e permaneçam no mercado’’, frisou. Na ocasião, o presidente da ASA, Raimundo Barreto de Sousa, elogiou a atuação da Juceal, destacando o andamento dos serviços de forma online e integração com outros municípios. “Com certeza, essa parceria é de muita importância para o nosso setor. Essa inovação e tudo o que foi mostrado, todos os diagnósticos, foram muito gratificantes. É satisfatório ver o quanto a Juceal é inovadora e pioneira em vários aspectos’’, destacou. Com o intuito de formalizar a cooperação entre as entidades, a ASA assinou um ofício elaborado pela Junta Comercial com o panorama do setor no estado. Fonte: portalal7

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Veja confrontos, datas e como vai funcionar o mata-mata da Copa do Mundo de Clubes

Brazil Photo Press/Folhapress Por UOL O mata-mata da Copa do Mundo de Clubes começa amanhã, e os clubes podem se preparar para maratonas caso empatem os confrontos. O que diz o regulamento? Em caso de empate, as partidas irão para a prorrogação, com dois tempos de 15 minutos e um intervalo de cinco entre eles. Caso persista a igualdade, a disputa irá para os pênaltis. Quem vencer nas penalidades avança de fase. A norma vale para toda a fase eliminatória, das oitavas de final à grande decisão. Cartões amarelos Os cartões serão “zerados” apenas após as quartas de final. Um jogador ou membro de comissão técnica cumprirá suspensão após dois amarelos. Mesmo assim, atletas e técnicos poderão cumprir suspensão na semifinal caso recebam o segundo amarelo nas quartas. O regulamento apenas “salva” — por cartões amarelos — os representantes em uma eventual final. O jogador/técnico só será desfalque caso seja expulso na semi. Os jogos das oitavas de final: 28/06, às 13h (de Brasília) – Palmeiras x Botafogo, no Lincoln Financial Field (Filadélfia); 28/06, às 17h (de Brasília) – Benfica x Chelsea, no Bank of America Stadium (Charlotte); 29/06, às 13h (de Brasília) – PSG x Inter Miami, no Mercedes-Benz Stadium (Atlanta); 29/06, às 17h (de Brasília) – Flamengo x Bayern de Munique, no Hard Rock Stadium (Miami); 30/06, às 16h (de Brasília) – Inter de Milão x Fluminense, no Bank of Stadium (Charlotte); 30/06, às 22h (de Brasília) – Manchester City x Al-Hilal, no Camping World Stadium (Orlando); 01/07, às 16h (de Brasília) – Real Madrid x Juventus, no Hard Rock Stadium (Miami); 01/07, às 22h (de Brasília) – Borussia Dortmund x Monterrey, no Mercedes-Benz Stadium (Atlanta). As datas do mata-mata Quartas de final: 4 e 5 de julho; Semifinal: 8 e 9 de julho; Final: 13 de julho. Fonte: tnh1

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Dia do Comerciário: confira o funcionamento dos shoppings e do Centro de Maceió

Assessoria Por TNH1 O feriado municipal do Dia do Comerciário será no próximo dia 30, pois sempre é celebrado na última segunda-feira do mês de junho. Em Maceió, a data afeta o funcionamento das lojas dos shoppings e do Centro, pois será um dia de descanso para a categoria. O TNH1 fez um levantamento dos horários e do funcionamento dos centros comerciais na capital alagoana. Confira abaixo: Parque Shopping Maceió As lojas, quiosques e loteria do Parque Shopping Maceió estarão fechados. A praça de alimentação, os quiosques de alimentação e as áreas de lazer funcionam das 10h às 22h. Os restaurantes Outback, Castro Bistrô, Armazém Guimarães, We Love Bistrô e Tio Armênio abrem a partir das 12h. O supermercado Unicompra funciona normalmente, das 8h às 23h, assim como o N3AU Coworking, que abre das 8h às 22h. A academia terá horário ampliado para o feriado, das 5h às 23h. Entre os serviços de saúde, a Clínica Pele funcionará das 8h às 20h, a Odonto Family – D32 das 13h às 20h, a Clínica Gettus das 8h às 18h, a Clínica Servimed das 7h às 22h e a Clínica CM Medicina das 7h às 21h. Maceió Shopping As lojas e quiosques do Maceió Shopping estarão fechados na próxima segunda. Os estabelecimentos das praças de alimentação, centro médico, cartório, agência bancária, loteria, cinemas, parque de diversão Game Station e academia Smart funcionam normalmente. Os restaurantes Camarada Camarão, Paris Bistrô e Five Sport Bar também funcionam no horário de 11h30 até 23h. O ponto de vacinação instalado em frente aos cinemas também estará atendendo ao público. FUNCIONAM NORMALMENTE: Caixa Econômica; Cartório; Centro Médico; Cinema Kinoplex; Correios; Ecobrilho; Farmácia Drogasil; Farmácia Pague Menos; Farmácia Permanente; Game Station; Loterias; Smart Fit; vacinação. NÃO FUNCIONAM: Central Já e Farmácia do Trabalhador. Centro de Maceió As lojas do Centro de Maceió estarão fechadas na data, conforme anúncio da Aliança Comercial. Shopping Pátio Maceió Até o fechamento desta matéria, o Shopping Pátio Maceió não havia divulgado como será o funcionamento das lojas no dia 30 de junho. Fonte: tnh1

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Defensoria Pública diz que bairro do Bom Parto está afundando rápido

Para Ricardo Melro, não basta monitorar, famílias em situação de risco têm que ser retiradas e indenizadas – Foto: Edilson Omena   Estudos sobre impactos da mineração na região mostram problemas que tendem a se agravar A Defensoria Pública do Estado (DPE) recebeu novos estudos sobre os impactos da mineração da Braskem, que confirmam o afundamento do solo, cada vez mais acelerado, na região do Bom Parto. Com base nessas informações, divulgadas ontem pelo defensor público estadual Ricardo Melro, a Defensoria vai pedir à Justiça a atualização do mapa de risco. O objetivo é a inclusão de todos os imóveis do bairro, localizados nas bordas na área de risco, para que essas famílias – a exemplo da dona Socorro, que teve que deixar sua casa, na rua General Hermes, por conta das rachaduras – sejam realocadas, indenizadas e tenham direito ao pagamento de danos morais. Apesar de reconhecer as avarias em vários imóveis na região, a Defesa Civil Municipal se recusa a interditar os imóveis, para não criar precedente. Embora que reconheça que a situação seja crítica, o órgão diz apenas que “continua monitorando toda a região do Mapa de Criticidade e toda área adjacente”. Para Ricardo Melro, não basta apenas monitorar, tem que retirar as famílias em situação de risco e indenizá-las. “O bairro Bom Parto está afundando, e os próprios dados de origem oficial, processados de forma independente, comprovam isso. Todos os setores que estão na criticidade 01 já deviam estar como 00, desde dezembro de 2024”, alertou. Segundo o defensor, o mais grave de tudo é que “há áreas sem nenhuma classificação no Mapa de Criticidade oficial (versão 5), que também já se enquadram como 00, com subsidência intensa e contínua, principalmente na porção Sudoeste do bairro, conforme mostra o mapa que tivemos acesso”. Os estudos constataram que as regiões registraram velocidades de afundamento do solo acima de –5 milímetros/ano, com pontos críticos chegando a –10, –20 e até –50 milímetros/ano. Segundo o próprio Comitê de Acompanhamento Técnico (CAT), coordenado pela Defesa Civil Municipal, essas áreas sofrem com a subsidência do solo, mas estariam “fora de risco” porque estão sendo “monitoradas”. De acordo com os estudos, o primeiro mapa da região é referente a movimentação do solo em dezembro de 2024. Já o segundo mapa, com os dados mais alarmantes, apresenta o acumulado dos últimos seis anos, de 2018 até 2024. PROVIDÊNCIAS “Diante disso, peticionamos em duas ações civis públicas (ACPs): uma específica sobre o bairro do Bom Parto; e outra, pedindo o retorno do Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) para Maceió, com o objetivo de retomar os estudos presenciais”, adiantou Melro. Segundo ele, o pedido é direto: “Queremos que o SGB confirme os dados e, diante disso, que a Justiça determine a elaboração do Mapa 06 para realocação da área”. O defensor disse ainda que na ação civil pública há pedidos de reanálise feito pela Defensoria. “Vários pedidos, sempre com links nas petições mostrando vídeos, imagens e relatos das vítimas. Está tudo nos autos — no 1º e no 2º grau — com pedidos de realocação e indenização justa”, acrescentou. Para o defensor, essa iniciativa, de acrescentar aos autos esses estudos, é um fato novo dentro do processo. “Mais um reforço. Por isso, queremos que o próprio Serviço Geológico Brasileiro, que já esteve aqui em Maceió, retorne e confirme essas informações”, concluiu.   Casa da dona Socorro, na Rua General Hermes, no Bom Parto (Foto: Sandro Lima)   Moradora diz que Prefeitura de Maceió ofereceu 200 reais de aluguel social Moradora do Bom Parto há anos, dona Maria Socorro da Silva, teve que deixar sua casa, na Rua General Hermes, número 1367, porque o imóvel ameaçava cair de tantas rachaduras, fissuras e infiltrações provocadas pelo afundamento do solo, na região. A residência dela foi vistoriada pela Defesa Civil de Maceió no dia 6 de outubro de 2021, várias avarias foram constatadas pela equipe da vistoria, mas até hoje o imóvel não foi interditado. Na conclusão do laudo, assinado por Osvaldo Palagani, diretor de operações da Defesa Civil Municipal, o órgão ligado à Prefeitura de Maceió confirma que o imóvel está com a estrutura comprometida, mas recomenda apenas que a dona da casa isole e deixe de usar o banheiro e a cozinha, até que os reparos sejam feitos. Detalhe: tudo por conta da dona do imóvel, embora os danos tenham sido causados pela mineração da Braskem. Em contato com a reportagem da Tribuna Independente, dona Socorro disse que depois dessa vistoria, a Defesa Civil Municipal não retornou ao imóvel. “A última vez que eu chamei a Defesa Civil, eles aconselharam a gente sair da casa. Mandaram isolar o banheiro e a cozinha. Como a gente vai morar numa casa, sem poder usar o banheiro social e a cozinha?”, questionou ela. No laudo, o chefe de operações de proteção da Defesa Civil afirma que encaminhou o caso da dona Socorro ao serviço social da Prefeitura de Maceió, mas o valor do aluguel social oferecido era tão baixo que a moradora declinou da ajuda. “A assistente social perguntou se queríamos que ela nos cadastrasse no aluguel social, que era de 200 reais. Perguntei se era piada. Ela disse ‘infelizmente não’. Por isso, preferimos não aceitar esse tipo de ajuda”, relatou Socorro. “Ou seja, com receio que a casa caísse em cima da gente, desocupamos o imóvel. Deixamos fechado, já que não podemos alugar nem vender, até essa situação seja resolvida. Por enquanto, ninguém vai querer pagar um preço justo”, acrescentou. “Meu pai que é o dono da casa piorou de saúde depois dessa situação, pois é o único bem que ele possui”, disse dona Socorro. “E essa triste novela continua, infelizmente”, completou. A advogada Michele Gusmão, contratada pela dona Socorro, disse que até agora nenhuma proposta de acordo foi feita pela Braskem, mas a família espera ser indenizada. “Estamos avaliando o que fazer, se for preciso entraremos com uma reclamação na Justiça”, afirmou a advogada. Segundo ela, a avarias no imóvel de dona Socorro, provocadas pelo afundamento

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