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Prefeitura de Delmiro Gouveia inicia companha antirrábica nesta segunda-feira (1°)

A partir desta segunda-feira (01/04), a Prefeitura de Delmiro Gouveia através da Secretaria Municipal de Saúde, estará iniciando a Campanha de Vacinação Antirrábica 2024, nas zonas urbana e rural. A vacinação é obrigatória para cães e gatos e tem o objetivo de proteger os animais e seus tutores contra o vírus da raiva. A doença pode ser transmitida aos humanos através de mordidas, arranhões e lambidas, possuindo alta letalidade. Para alcançar uma maior cobertura vacinal, a Secretaria Municipal de Saúde preparou um cronograma de vacinação que atenderá todos as comunidades rurais, bem como, a zona urbana de Delmiro Gouveia, com a realização do Dia D da campanha por meio de pontos fixos em escolas e postos de saúde. Confira abaixo o cronograma, verifique o local mais próximo e leve seu pet. – Zona Rural: 01/04 – Barragem Leste e São Francisco 02/04 – Morro, Turco, Sucupira e Serra Negra 03/04 – São Sebastião e Jardim Cordeiro 04/04 – Lagoinha, Salgado, Monte Escuro e Assentamento Maxixe 05/04 – Sinimbú e Sem Terra 08/04 – Rabeca, Cruz e Associação Boa Vista 09/04 – Malhada, Volta, Lameirão e Peba 10/04 – Porto da Barra, Valha Me Deus e Vila Moxotó 11/04 – Matadouro, Vila 25 e Chácaras 12/04 – Alto da Paz, Craibeirinhas e Assentamento Genival Moura I 15/04 – Olho D’águinha, Pedrão, Araçá, Assentamento Mandacarú, Jurema e Riacho da Areia 16/04 – Lagoa dos Patos, Fazenda 44, Sem Terra e Alto Do Touro 17/04 – Alto Bonito, Caraíbas do Lino e Lajedo 18/04 – Gangorra, Canafístula e Juá – Zona Urbana: 13/04 – Dia D: Postos de Saúde e escolas do munícipio Fonte: ASCOM Prefeitura Municipal de Delmiro Gouveia

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Caminhada em São Paulo lembra golpe militar e faz homenagem às vítimas

© Paulo Pinto/Agência Brasil Ato teve início na antiga sede do DOI-Codi   Uma caminhada em São Paulo lembrou os 60 anos do golpe que instaurou a ditadura civil-militar no Brasil. Chamada de Caminhada do Silêncio pelas Vítimas de Violência do Estado, o ato teve início na antiga sede do Departamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), na Rua Tutóia, na Vila Mariana. “Esse é um ato que relembra os 60 anos da malfadada ditadura. Estamos em frente a um dos mais importantes centros de repressão da ditadura militar brasileira que é a antiga sede do DOI-Codi, onde as Forças Armadas, associada à sociedade civil de São Paulo, torturaram milhares de pessoas no fundo desse prédio e onde dezenas de companheiros e companheiras foram assassinados”, disse Henrique Olita, membro do Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores (PT). Foi nesse lugar que o ex-deputado estadual e presidente da Comissão da Verdade da Assembleia Legislativa de São Paulo, Adriano Diogo, ficou preso por 90 dias durante a ditadura militar. “Fiquei 90 dias aqui. Fiquei 90 dias em uma cela solitária bebendo água de boi”, relembrou ele hoje, em entrevista à Agência Brasil. “Aqui é uma casa de morte”, reforçou. Também foi no DOI-Codi que Maria Amélia de Almeida Teles, a Amelinha, foi presa, torturada e estuprada. “Fui presa política aqui no DOI-Codi entre 1972 e 1973. Aqui fui torturada e estuprada. Minha família toda foi sequestrada e trazida aqui para o DOI-Codi. Minha filha, Janaína, tinha cinco anos de idade [na época] e meu filho tinha quatro anos. Os 60 anos do golpe militar de 1964 não tem como serem esquecidos. Esse é um passado que está muito presente ainda. São feridas que não cicatrizaram e que continuam sangrando nos dias de hoje. O Brasil continua ameaçado de golpes e de violência do Estado”, disse ela. “As novas gerações precisam conhecer isso para se fortalecer e para investir mais na construção da democracia brasileira”, acrescentou. São Paulo (SP) 31/03/2024 – Ato 60 Anos do Golpe de 64 na frente do DOI-CODI em São Paulo. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil   Memória Nesta quarta edição da caminhada, os manifestantes reforçaram a necessidade da memória, adotando como tema a frase: “Para que Não se Esqueça, Para que Não Continue Acontecendo”. E lembraram que as populações periféricas seguem sofrendo com a violência policial, mesmo nos dias atuais. “Temos um passivo que não é só a questão de memória ou de reverenciar aquelas pessoas que deram o melhor da sua vida pela luta da liberdade do Brasil e dos direitos do povo. A ditadura militar deixou uma série de passivos [no país]. Mesmo com o remendo de Constituinte de 1988, a estrutura de repressão no Brasil não se alterou. Temos uma Polícia Militar – que deveria ser uma Polícia Civil – totalmente militarizada e que tem feito o que estamos assistindo hoje, como essa operação policial no litoral de São Paulo [Operações Verão e Escudo] onde mais de 50 pessoas foram assassinadas. Essa é a maior chacina da polícia depois do caso do Carandiru. Isso é absurdo. Esse é um dos passivos da ditadura, que temos que superar”, disse Olita, em entrevista à Agência Brasil. Participaram do ato deste domingo na capital paulista personalidades como o ex-deputado José Genoíno, o deputado estadual Eduardo Suplicy e a deputada federal Luiza Erundina. “O 8 de janeiro de 2023 tem a ver com 2016 [impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff], que foi um golpe. E esses dois [eventos] têm a ver com 1964 porque a transição da ditadura para a democracia se deu num pacto pelo alto, num pacto das elites que não mexeu com as estruturas de poder. Eu estava na Constituinte (de 1988) e vivi isso”, disse Genoíno, à Agência Brasil. Para Erundina, lembrar os 60 anos do golpe é importante para que a população “nunca se esqueça daquilo que brasileiros e brasileiras passaram”.Segundo ela, o Brasil ainda não reparou e nem fez justiça sobre o que aconteceu nesse período. “Não vamos esquecer [o que aconteceu]. Vamos continuar cobrando, exigindo e levando às novas gerações a realidade sobre aquele tempo para que eles também nos ajudem a continuar essa luta. Não podemos permitir que os crimes da ditadura fiquem impunes, como os desaparecimentos forçados de mais de 4 mil brasileiros. Enquanto isso não for passado a limpo, a ditadura não acaba. Temos que continuar lutando por essa causa e não admitir que isso seja esquecido porque o esquecimento pode levar a riscos de outras ditaduras”. A caminhada teve como destino o Monumento em Homenagem aos Mortos e Desaparecidos Políticos, no Parque Ibirapuera. DOI-Codi O DOI-Codi foi uma agência de repressão política subordinada ao Exército. Neste local, os inimigos da ditadura foram encarcerados, torturados e mortos. Estima-se que por ali passaram mais de 7 mil presos políticos, quase todos torturados. Desses, pelo menos 50 deixaram o local já sem vida. Atualmente, neste endereço funciona o 36° Distrito Policial, da Polícia Civil. É neste lugar também que ultimamente tem sido realizada uma pesquisa arqueológica para aprofundar os conhecimentos sobre o prédio e também identificar as pessoas que passaram pelo local. Há também uma proposta de ressignificar esse espaço, transformando-o no Memorial da Luta pela Justiça. “Aqui foram assassinadas, pelo Ustra [comandante do Exército, Carlos Alberto Brilhante Ustra], mais de 50 militantes políticos”, falou Amelinha. “Aqui precisa ser um centro de memória e de defesa dos direitos humanos. A memória e o direito à verdade são direitos humanos. Aqui tem que ter um museu, um memorial e cursos de direitos humanos. Essa delegacia não deveria mais existir aqui porque essas paredes estão manchadas de sangue dos nossos companheiros”, acrescentou. A caminhada de hoje foi organizada pelo Movimento Vozes do Silêncio, representado pelo Instituto Vladimir Herzog, e pelo Núcleo de Preservação da Memória Política, com apoio de diversas instituições. Fonte: Agência Brasil    

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Calderano bate chinês bicampeão mundial e vai à final de WTT Champions

©ITTF Américas/Direitos Reservados Carioca decide título às 6h de domingo contra Jingkun, top 3 mundial   Número 8 do mundo, o mesa-tenista brasileiro Hugo Calderano desbancou o chinês Fan Zhendong, bicampeão mundial (2021 e 2023) e vice-líder no ranking, e avançou à final do WTT Champions Incheon (Coreia do Sul). Neste sábado (30), Calderano derrotou Zhendong na semi, por 4 sets a 2, com parciais de 11/6, 11/8, 11/9, 6/11, 8/11 e 11/5. A decisão do título está programada para às 6h (horário de Brasília) deste domingo (31). Calderano terá pela frente outro chinês, Liang Jingkun, número 3 do ranking mundial. O  WTT sul-coreano reúne os 32 melhores mesa-tenistas do planeta. Ao fim, os campeões (feminino e masculino) somarão mais mil pontos no ranking olímpico classificatório aos Jogos de Paris. A vitória sobre o Zhendong, prata nos Jogos de Tóquio, é a segunda a carreira do mesa-tenista carioca. “Lembro-me da primeira vez que venci, aqui mesmo na República da Coreia e pelo mesmo placar [4-2].  Por isso este é um lugar especial para mim. Eu tinha acabado de entrar no top 10”, recordou o brasileiro, em em depoimento à Federação Internacional de Tênis de Mesa (WTT, na sigla em inglês), logo após o triunfo sobre Zhendong. Para chegar à semi neste sábado (30) Calderano superou antes o francês Felix Lebrun, número cinco do mundo, nas quartas, por 3 sets a 0 (11/9, 11/8 e 11/5). A campanha exitosa do carioca em Incheon começou com vitória na estreia contra o japonês Shunsuke Tagami, por 3 sets a 2. Depois, nas oitavas, Calderano levou a melhor sobre Alexis Lebrun, por 3 sets a 1. O tênis de mesa brasileiro já têm presença garantida em Paris 2024 com as equipes masculina e feminina, e também nas duplas, com Vitor Ishiy e Bruna Takahashi. Fonte: Agência Brasil

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Decisão que pode ampliar alcance do foro privilegiado é adiada

© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil Presidente do STF, Roberto Barroso, pediu vista do processo   O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, pediu vista e, com isso, interrompeu um julgamento no plenário virtual da Corte que pode mudar o atual entendimento sobre a aplicação do princípio foro por prerrogativa de função, o chamado foro privilegiado. Até o momento, o julgamento, que começou na madrugada desta sexta-feira (29), tem quatro votos favoráveis à ampliação do alcance do foro privilegiado.   O relator do caso, ministro Gilmar Mendes, definiu que a saída de um cargo público com foro privilegiado por renúncia, não reeleição, cassação, aposentadoria, entre outros, só afasta a prerrogativa se o delito tiver sido praticado antes da investidura no cargo ou não tenha relação com o exercício da função. Já se o crime tiver relação com a atuação funcional, a prerrogativa deverá se manter mesmo com afastamento posterior do cargo. Este voto foi seguidio integralmente pelo ministro Cristiano Zanin, o segundo a votar, antes do pedido de vista. “Se a própria Constituição Federal delimitou o juízo competente para processar e julgar determinados agentes em razão do cargo, é possível depreender que atos contingentes de aposentadoria, renúncia e exoneração, bem como a circunstância de não ser reeleito o agente público, não devem possibilitar a desnaturação do foro previamente traçado. Como já dito alhures, em atenção à garantia do juiz natural deve prevalecer a regra de competência prevista no texto constitucional no momento da eventual prática do fato criminoso”, escreveu Zanin em seu voto. Após o pedido de vista, o ministro Alexandre de Moraes antecipou seu voto no plenário virtual, seguindo o mesmo entendimento do relator. “Acompanho o ministro Gilmar Mendes no sentido de estabelecer um critério focado na natureza do fato criminoso, e não em elementos que podem ser manobrados pelo acusado (permanência no cargo). E a proposta apresentada atende a essa finalidade”, escreveu. O ministro Flávio Dino também acompanhou o relator. Caso concreto A ampliação do alcance do foro especial foi proposta pelo relator Gilmar Mendes em resposta a habeas corpus do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA). O parlamentar é suspeito de ter exigido, a servidores de seu gabinete, o depósito de 5% de seus salários em contas do partido, prática conhecida como “rachadinha”. “Considerando que a própria denúncia indica que as condutas imputadas ao paciente foram praticadas durante o exercício do mandato e em razão das suas funções, concedo ordem de habeas corpus para reconhecer a competência desta Corte para processar e julgar a ação penal”, decidiu o ministro em seu voto. O crime começou a ser investigado ainda em 2013, quando Marinho era deputado federal. Ele, depois, foi eleito vice-governador do Pará e, em seguida, senador, cargo que ocupa atualmente. Ao longo desse período, o processo foi alternado de competência, conforme o cargo ocupado. O parlamentar defende que o caso permaneça no Supremo, uma vez que recuperou o foro privilegiado ao ter se elegido para o Congresso novamente. “O entendimento atual reduz indevidamente o alcance da prerrogativa de foro, distorcendo seus fundamentos e frustrando o atendimento dos fins perseguidos pelo legislador. Mas não é só. Ele também é contraproducente, por causar flutuações de competência no decorrer das causas criminais e por trazer instabilidade para o sistema de Justiça”, observou Mendes em seu voto. Ele ainda argumentou sobre a necessidade de manter o foro, para fazer jus ao princípio constitucional. “A subsistência do foro especial, após a cessação das funções, também se justifica pelo enfoque da preservação da capacidade de decisão do titular das funções públicas. Se o propósito da prerrogativa é garantir a tranquilidade necessária para que o agente possa agir com brio e destemor, e tomar decisões, por vezes, impopulares, não convém que, ao se desligar do cargo, as ações penais contra ele passem a tramitar no órgão singular da Justiça local, e não mais no colegiado que, segundo o legislador, reúne mais condições de resistir a pressões indevidas”, escreveu. O caso estava sendo julgado em plenário virtual, em que os ministros votam sem deliberação presencial. Com o pedido de vista, o prazo para que Barroso devolva o processo com seu voto é de 90 dias. A proposta contida no voto de Mendes altera os contornos da prerrogativa de foro que foram definidos pelo Supremo em 2018, quando os ministros restringiram o alcance do instituto para cobrir apenas os crimes cometidos durante o mandato e em razão dele. Na época, a restrição ocorreu por meio de uma questão de ordem levantada em ação penal pelo atual presidente do Supremo, ministro Luís Roberto Barroso. Com isso, após o fim de um mandato, por exemplo, um processo penal que não tivesse relação com o exercício da função era automaticamente remetido a instâncias inferiores. Motivação A análise do Supremo sobre o tema coincide também com a prisão do deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), apontado pela Polícia Federal (PF) como um dos mentores do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Brazão foi preso no último domingo (25), por ordem de Moraes. A prisão foi referendada pelo plenário do Supremo no dia seguinte, por unanimidade. Entretanto, na época do crime, em 2018, Brazão era vereador do Rio de Janeiro. As motivações apontadas – a disputa fundiária em zonas controladas por milícias – também não têm relação com o mandato federal do parlamentar, exercido desde 2019 na Câmara dos Deputados. Somente por Brazão ser deputado federal é que o caso Marielle chegou ao Supremo, onde aparenta ter ganhado tração. O entendimento atual do STF já define que qualquer conduta de um parlamentar federal, mesmo se cometida antes do mandato, deve automaticamente tramitar na corte a partir da posse ou diplomação no cargo. Na mesma investigação do caso Marielle, o Supremo decidiu pela prisão de Domingos Brazão, irmão de Chiquinho, que é conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), bem como do delegado Rivaldo Barbosa, da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Pela Constituição, o STF possui a competência para julgar casos envolvendo o presidente da República

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Moraes liberta coronéis da PMDF réus por omissão no 8 de janeiro

© Antônio Cruz/ Agência Brasil/Arquivo Eles usarão tornozeleira eletrônica e não podem utilizar redes sociais O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou soltar, nesta quinta-feira (28), três coronéis da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) que são réus denunciados por omissão durante os atos golpistas de 8 de janeiro do ano passado, quando as sedes do Três Poderes foram invadidas e depredadas. Eles estavam presos em Brasília. Foram liberados foram os coronéis Fábio Augusto Vieira (ex-comandante-geral da PM) e Klepter Rosa (ex-subcomandante). O coronel Marcelo Casimiro também foi beneficiado. Os três terão de usar tornozeleira eletrônica e estão proibidos de usar redes sociais ou se comunicar entre si. Pela ordem de Moraes, eles também ficam sujeitos a recolhimento noturno, estão proibidos de deixar o Distrito Federal, devem entregar seus passaportes e se apresentar semanalmente à Justiça. Ao soltar os três coronéis, Moraes escreveu que eles não representam mais riscos para a instrução da ação penal, pois passaram para a reserva remunerada. O ministro também citou uma “reestruturação total do comando da Polícia Militar no Distrito Federal”. Eles haviam sido presos em agosto de 2023, na Operação Incúria. Omissão Os três coronéis integravam a cúpula da PMDF durante os atos golpistas e foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por omissão aos crimes de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado, deterioração de patrimônio tombado da União e violação de deveres funcionais. Pela peça de acusação, eles teriam conspirado desde o ano anterior em favor de um levante popular pró-Bolsonaro e, no 8 de janeiro, deixaram deliberadamente que os crimes fossem cometidos. A PGR disse haver “uma profunda contaminação ideológica de parte dos oficiais da PMDF denunciados, que se mostraram adeptos de teorias conspiratórias sobre fraudes eleitorais e de teorias golpistas”. Em fevereiro, a Primeira Turma do Supremo aceitou a denúncia contra os três e outros membros da PMDF. Fonte: Agência Brasil

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Prefeitura de Maceió, em parceria com Grupo Pratagy, promove iniciativa para inclusão de crianças autistas na cidade

ara celebrar o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, que ocorre em abril, a Prefeitura de Maceió e o Grupo Pratagy se uniram para realizar um evento especial chamado “Mergulhe na Diversidade”. O evento será realizado no dia 13 de abril no Pratagy Acqua Park (Pescaria), e terá como foco proporcionar um dia de diversão e inclusão para crianças autistas das torcidas inclusivas do CSA e do CRB. A programação do evento incluirá atividades especialmente preparadas para as crianças autistas, garantindo uma experiência inclusiva e acolhedora desde o momento da chegada até a hora de retornarem para casa. Os horários das atividades serão divulgados em breve. Mitchel Lopes, consultor comercial do Grupo Pratagy, destacou que o objetivo da ação é celebrar o mês de conscientização do autismo, reunindo as torcidas do CSA e CRB no Pratagy Acqua Park para promover inclusão e paz. O evento conta com o apoio da Subsecretaria da Primeira Infância, Criança e do Adolescente da Secretaria de Desenvolvimento Social, Primeira Infância e Segurança Alimentar (Semdes) e da Secretaria Municipal de Educação (Semed). Para Taciana Flores, subsecretária da Primeira Infância, Criança e Adolescente, proporcionar um dia especial para as crianças autistas e suas famílias é motivo de grande alegria, e parcerias como essa enriquecem o trabalho realizado pela Prefeitura de Maceió. Michele Carvalho, mãe de uma criança autista e membro do Movimento Torcidas Inclusivas, expressou sua felicidade em participar do evento e destacou a importância de promover a inclusão em todos os lugares. A secretária municipal de Educação, Jô Pereira, parabenizou o Grupo Pratagy pela iniciativa, ressaltando a importância de trazer a inclusão para as crianças autistas. A deputada estadual, Rose Davino, também manifestou seu apoio à ação, enfatizando a necessidade de assistência e cuidado aos autistas e destacando o impacto positivo que o evento terá na sociedade. O “Mergulhe na Diversidade” acontecerá no dia 13 de abril, proporcionando um dia de inclusão e diversão para crianças autistas e suas famílias. Foto: Mariel Matias/Ascom Semed Redação ANH/AL ara celebrar o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, que ocorre em abril, a Prefeitura de Maceió e o Grupo Pratagy se uniram para realizar um evento especial chamado “Mergulhe na Diversidade”. O evento será realizado no dia 13 de abril no Pratagy Acqua Park (Pescaria), e terá como foco proporcionar um dia de diversão e inclusão para crianças autistas das torcidas inclusivas do CSA e do CRB. A programação do evento incluirá atividades especialmente preparadas para as crianças autistas, garantindo uma experiência inclusiva e acolhedora desde o momento da chegada até a hora de retornarem para casa. Os horários das atividades serão divulgados em breve. Mitchel Lopes, consultor comercial do Grupo Pratagy, destacou que o objetivo da ação é celebrar o mês de conscientização do autismo, reunindo as torcidas do CSA e CRB no Pratagy Acqua Park para promover inclusão e paz. O evento conta com o apoio da Subsecretaria da Primeira Infância, Criança e do Adolescente da Secretaria de Desenvolvimento Social, Primeira Infância e Segurança Alimentar (Semdes) e da Secretaria Municipal de Educação (Semed). Para Taciana Flores, subsecretária da Primeira Infância, Criança e Adolescente, proporcionar um dia especial para as crianças autistas e suas famílias é motivo de grande alegria, e parcerias como essa enriquecem o trabalho realizado pela Prefeitura de Maceió. Michele Carvalho, mãe de uma criança autista e membro do Movimento Torcidas Inclusivas, expressou sua felicidade em participar do evento e destacou a importância de promover a inclusão em todos os lugares. A secretária municipal de Educação, Jô Pereira, parabenizou o Grupo Pratagy pela iniciativa, ressaltando a importância de trazer a inclusão para as crianças autistas. A deputada estadual, Rose Davino, também manifestou seu apoio à ação, enfatizando a necessidade de assistência e cuidado aos autistas e destacando o impacto positivo que o evento terá na sociedade. O “Mergulhe na Diversidade” acontecerá no dia 13 de abril, proporcionando um dia de inclusão e diversão para crianças autistas e suas famílias. Foto: Mariel Matias/Ascom Semed Fonte: Redação ANH/AL

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Vem aí a nova Escola Municipal de Educação Básica José Bezerra da Silva, no bairro Pedra Velha.

As obras estão a todo vapor! Mais de 590 alunos serão beneficiados, com um novo espaço mais equipado, amplo, confortável e moderno. “Tá que tá, tá que tá, tá bom demais. O trabalho não para e vai ter muito mais!” Prefeitura de Delmiro Gouveia – Trabalho e desenvolvimento para todos! Fonte: ASCOM Prefeitura Municipal de Delmiro Gouveia

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Nota de esclarecimento sobre a ação da equatorial no cemitério novo

Na tarde desta terça-feira (26/03), a Equatorial foi acionada pela gerência do Cemitério Novo para realização de manutenção na rede elétrica da praça em frente ao local. Durante a prestação do serviço, por equívoco, houve o desligamento da energia elétrica do cemitério. Prontamente, a Prefeitura de Delmiro Gouveia acionou a Equatorial, que já restabeleceu o fornecimento. A gestão do município de Delmiro Gouveia foi surpreendida, assim como a população, pois mantemos os pagamentos de fornecedores e funcionários rigorosamente em dia. Prefeitura de Delmiro Gouveia – Trabalho e desenvolvimento para todos! Fonte: ASCOM Prefeitura Municipal de Delmiro Gouveia

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