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Vinícius Júnior rejeita proposta do futebol saudita; multa do Real de R$ 6 bilhões

noticiasaominuto.com.br   Candidato à Bola de Ouro e ao prêmio de melhor jogador do mundo na última temporada, Vinícius Júnior recebeu proposta bilionária do futebol saudita para se tornar o maior nome da liga e da Copa do Mundo de 2034, que acontecerá no país árabe. O Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita (PIF) sinalizou com a oferta, mas o atacante do Real Madrid rejeitou nesse primeiro momento.   Segundo informações do site The Athletic, o fundo procurou os representantes do atleta para apresentar a proposta, que o transformaria no embaixador do Mundial da Arábia Saudita e no atleta mais bem pago do mundo. A oficialização do país saudita como sede da Copa só acontecerá em dezembro, no congresso da Fifa, mas a candidatura da Arábia Saudita concorre sozinha até o momento.   Nem Real Madrid e nem Vini Jr. se mostraram interessados na transferência neste momento. Por parte do clube, uma negociação só ocorreria caso o PIF estivesse disposto a arcar com a multa rescisória de 1 bilhão de euros (cerca de RS 6 bilhões). Do lado do jogador, ele entende que, em Madri e no Campeonato Espanhol, ele teria chances de conquistar a Bola de Ouro e vive o melhor momento da carreira até agora.   As conversas entre o fundo saudita e os representantes do atleta devem continuar no futuro. Aos 24 anos, Vini Jr. tem contrato com o Real Madrid até 2028 e poderá formar um poderoso quarteto com Jude Bellingham, Kylian Mbappé e Rodrygo a partir da nova temporada europeia, que começa neste mês.   Ao longo dos últimos meses, o governo saudita também chegou a ventilar a contratação de Kevin de Bruyne, do Manchester City, mas o negócio não avançou. Para reforçar o campeonato local e sediar a Copa do Mundo de 2034, a Arábia Saudita trouxe Cristiano Ronaldo, Karim Benzema, Neymar, entre outros atletas, para reforçar times como Al-Ahli, Al-Hilal, Al-Nassr e Al-Ittihad.   Se fosse contratado pelo valor da multa rescisória, Vini Jr. se tornaria a contratação da história do futebol, ultrapassando os 222 milhões de euros (cerca de R$ 880 milhões) pagos pelo Paris Saint-Germain ao Barcelona por Neymar, em 2017. Desde então, nenhuma outra negociação ultrapassou a casa dos 220 milhões de euros.   Vini Jr. chegou ao Real Madrid em 2018, contratado junto ao Flamengo por 45 milhões de euros (cerca de R$ 180 milhões à época). Em 2024, é o favorito para a conquista da Bola de Ouro, premiação entregue pela revista France Football, em outubro deste ano. Fonte: ANH/AL

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Como a CazéTV se tornou a preferida do público jovem e bateu recordes na Olimpíada

noticiasaominuto.com.br Os Jogos Olímpicos de Paris-2024 se encerram neste domingo. No Brasil, a briga por medalhas veio acompanhada por disputas por audiência. A tradicional transmissão dos canais SporTV, do grupo Rede Globo, teve um concorrente inédito neste ano: o CazéTV, do streamer Casimiro Miguel, que não apenas trouxe uma alternativa para quem quisesse assistir à Olimpíada como também apresentou resultados bastantes expressivos. A inclusão da CazéTV como opção para acompanhar a Olimpíada de Paris-2024 ocorreu graças à uma parceria com o Comitê Olímpico Internacional (COI) e o Comitê Olímpico do Brasil (COB). Além da transmissão dos eventos, o canal do YouTube também contou com programas específicos, como resumo das competições do dia, vídeos que podem ser acessados a qualquer momento via internet. Além de se tornar uma alternativa, a CazéTV proporcionou ao espectador o consumo do conteúdo olímpico de uma forma mais descontraída, com linguagem informal e bem-humorada. Diversos foram os convidados que participaram das transmissões. Dentre eles, o comediante Hélio de la Peña, o surfista Pedro Scooby e a jornalista Fernanda Gentil, elogiada nas redes sociais por sua crônica no dia em que Rebeca Andrade venceu Simone Biles na disputa pelo ouro do solo da ginástica. O sucesso da CazéTV tem fundamento em números. Segundo levantamento da própria plataforma, 82% das pessoas que acompanharam os Jogos Olímpicos no canal têm menos de 44 anos. Isso foi um dos motivos que fez com que COI e COB fizessem a parceria com Casimiro Miguel: levar a tradição da Olimpíada a um público mais jovem de uma forma que os eventos pudessem dialogar com o público em questão. Levando em consideração os números da CazéTV como um todo, 8 dos 10 melhores dias de audiência do canal ocorreram em dia de eventos em Paris. Em 10 dias de Olimpíada, a CazéTV somou 2,5 vezes mais visualizações em comparação à Copa do Mundo do Catar, disputada entre novembro e dezembro de 2022. O pico de espectadores acompanhando o evento ao vivo chegou a bater 4 milhões de visualizações simultâneas. Foi a maior transmissão ao vivo de um evento olímpico de todo o mundo, que contou com a participação da ex-atleta Laís Souza. Até o fechamento deste texto, a live atingiu 13 milhões de visualizações. O canal também mostrou engajamento em outras frentes. Durante as transmissões, num movimento de estreitar a relação com os espectadores, foram feitos ‘desafios’ a fim de ajudar perfis de redes sociais, de forma a elevar o número de seguidores. Por exemplo, a página do COB no Instagram (@timebrasil) se tornou a maior dentre todas as contas oficias das delegações do mundo. A medalhista de ouro e bronze no judô Beatriz Souza alcançou 3,3 milhões de seguidores na rede social e superou simplesmente todos os atletas da modalidade no mundo, inclusive o lendário francês Teddy Riner. POLÊMICAS A simplicidade nas transmissões, acompanhada de uma linguagem mais informal e bem-humorada também veio acompanhada de polêmicas. Alguns dos alvos de críticas à CazéTV foram as críticas do nado artístico a um comentário de cunho sexual de um dos comentaristas e as especulações sobre o fim do relacionamento entre Sheila e Gabi, do vôlei. Um comentário sobre a polêmica envolvendo a jogadora da seleção feminina de vôlei, Gabi Guimarães e a ex-jogadora Sheilla, gerou constrangimento na transmissão no canal durante a cerimônia de abertura. A influenciadora Nathaly Dias tentou questionar a comentarista Adenízia, ex-jogadora da seleção e campeã olímpica em 2012, sobre o ocorrido. Visivelmente incomodada, Adenízia tentou contornar a situação. “Isso aqui é um programa de família, não é para colocar esses casos tão obscuros assim no ar. Então, vamos falar apenas de coisas alegres”, disse Adenízia. A resposta foi à pergunta de Nathaly, que queria saber mais detalhes sobre a relação de Gabi e Sheilla, afirmando que, “sempre que tem uma fofoca, a gente ganha”. A influenciadora continuou a insistir na questão, mas foi cortada por Adenízia. “Não compactuo com fofoca”, afirmou a campeã olímpica. Após o episódio, Nathaly sofreu ataques nas redes sociais e se pronunciou falando que era para ser um momento alegre. Em outro caso, após comentários da medalhista pan-americana Gabi Regly levantarem um debate sobre machismo em uma “fala infeliz” feita durante programa da CazéTV, foi a vez da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) se pronunciar. A entidade emitiu uma nota de repúdio pedindo “responsabilidade aos veículos de comunicação ao tratar tanto da vida profissional, quanto pessoal dos atletas do esporte aquático”. Fonte: ANH/AL

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Brasil cai diante dos EUA de novo e fica com a prata em possível adeus de Marta em Paris

noticiasaominuto.com.br A seleção brasileira feminina de futebol perdeu, neste sábado, a decisão da medalha de ouro para os Estados Unidos, nos Jogos Olímpicos de Paris-2024, por 1 a 0. Atuando no Parque dos Príncipes, a equipe do técnico Arthur Elias teve grandes oportunidades para sair de campo com o título, mas desperdiçou uma série de lances claros de gol e viu as norte-americanas anotarem uma única vez para subir no lugar mais alto do pódio. Independentemente do resultado da final olímpica, a seleção brasileira já teria muito o que comemorar. O resultado inesperado fortalece o futebol feminino no País e traz a motivação necessária para a construção de um time e de uma energia positiva para a Copa do Mundo de 2027, que terá o Brasil como sede. É a terceira vez que o Brasil perde para os Estados Unidos uma final olímpica. O mesmo panorama foi visto em Atenas-2004 e Pequim-2008. A partida na capital francesa também pode ter colocado um ponto final da carreira de Marta junto à seleção brasileira e em torneios olímpicos. A maior estrela do País na modalidade está com 38 anos. Logo no primeiro minuto de jogo, Ludmila desperdiçou uma grande chance brasileira ao ficar frente a frente com a goleira dos EUA. Pouco tempo depois, foi a vez de Jheniffer perder o tempo da bola e furar em lance claro na área. Os Estados Unidos passaram a ficar mais com a bola e deixaram o Brasil preso ao campo de defesa, tentando explorar algum contragolpe. Aos 15 minutos, Ludmila tramou linda jogada pela esquerda, invadiu a área e marcou, mas a arbitragem assinalou impedimento no momento do passe em profundidade para a atacante brasileira e anulou o gol. A seleção brasileira criava os lances mais perigosos, especialmente quando apostava nos duelos mano a mano pelas laterais. A arbitragem foi tema de recorrentes reclamações por decisões favoráveis às norte-americanas ao longo da etapa inicial. Vaias ecoaram pelo estádio do Paris Saint-Germain. Depois da parada técnica para hidratação das atletas, o jogo ficou mais morno, o que ajudou as norte-americanas. A seleção brasileira valorizava as jogadas mais agudas e verticais, ou seja, aqueles lances que contam com mais velocidade e em direção ao gol. Já nos acréscimos, Gabi Portilho teve ótima oportunidade que parou na goleira Naeher. O Brasil foi muito superior aos Estados Unidos ao longo do primeiro tempo. Uma imposição técnica que já assistimos em outras finais olímpicas diante das norte-americanas. O grande pecado foi não ir para o intervalo com ao menos um gol de vantagem. Chances não faltaram, mas a precipitação e a falta de um pouco mais de capricho impediam o zero de sair do placar na capital francesa. No início da segunda parte, a seleção brasileira mudou um pouco seu estilo, preferindo ficar mais tempo com a posse de bola e articulando de forma mais paciente as jogadas. Essa alteração prejudicou a fluidez do jogo brasileiro. Não demorou para a consequência bater à porta, com os EUA usando a principal arma do Brasil durante o primeiro tempo. Swanson arrancou em velocidade pela esquerda, invadiu a área e marcou o gol para os Estados Unidos, aos 11 minutos. Com o placar adverso, Arthur Elias promoveu alterações. Marta entrou em campo, e Ludmila, que fora a melhor atleta na final, deixou o gramado. A ansiedade contribuiu para o desequilíbrio entre defesa e ataque do Brasil. Os Estados Unidos ficaram próximos de ampliar o placar. Problemas físicos foram sentidos pelas atletas brasileiras, casos de Vitória Yaya e Tarciane. No restante do duelo, o Brasil persistiu na luta pelo gol de empate, sem sucesso, ficando amarrado pela estratégia conservadora montada pelos EUA. COMO FOI A CAMPANHA DO BRASIL EM PARIS-2024 A campanha da seleção brasileira nesse Jogos Olímpicos começou com vitória magra sobre a Nigéria por 1 a 0. Na segunda rodada da fase de grupos, a vitória e consequente classificação antecipada para as quartas de final parecia encaminhada sobre o Japão, mas nos acréscimos do segundo tempo, as adversárias viraram a partida: 2 a 1. No jogo derradeiro, diante da Espanha, atual campeã mundial, Marta foi expulsa e o Brasil foi derrotado por 2 a 0. Graças ao formato da competição, o Brasil avançou para a próxima etapa como o segundo melhor terceiro colocado, representando a pior campanha entre as oito seleções das quartas de final. A adversária dessa fase foi a França, dona da casa. Na parte final do jogo, Gabi Portilho marcou o gol da vitória brasileira. O duelo ficou marcado pelo tempo dado de acréscimos pela arbitragem, que totalizou 25 minutos. O cenário se repetiu na semifinal, 24 minutos de acréscimo somando as duas partes do jogo. Sem poder contar com Marta, que pegou dois jogos de suspensão, o Brasil mediu forças novamente com as espanholas e foi muito superior durante toda a partida. A vitória por 4 a 2 garantiu a seleção de volta à final olímpica após 16 anos. Fonte: ANH/AL

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Conheça lista de doenças com potencial epidêmico divulgada pela OMS

agenciabrasil.ebc.com.br   A Organização Mundial da Saúde (OMS) atualizou este mês sua lista de patógenos com potencial de desencadear uma epidemia. Mais de 30 patógenos integram o levantamento, incluindo desde velhos conhecidos, como a dengue e o vírus influenza, até ameaças mais recentes, como o vírus Nipah. O vírus causador da mpox, que desencadeou um surto em 2022 e pode voltar a ser decretado como emergência internacional em saúde pública, também faz parte da lista. 09“Essa não é uma lista exaustiva nem indica as causas mais prováveis da próxima epidemia. A OMS revisa e atualiza essa lista à medida em que há necessidade e à medida em que as metodologias mudam”, destacou a entidade, ao citar que o levantamento tem como base doenças classificadas como prioritárias entidade. São elas: Covid-19 Infecção respiratória aguda causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, potencialmente grave, de elevada transmissibilidade e de distribuição global. O SARS-CoV-2 é um betacoronavírus descoberto em amostras obtidas de pacientes com pneumonia de causa desconhecida na cidade de Wuhan, na China, em dezembro de 2019. Pertence ao subgênero Sarbecovírus da família Coronaviridae e é o sétimo coronavírus conhecido a infectar seres humanos. A infecção acontece por meio da exposição a fluídos respiratórios de três maneiras: inalação de gotículas muito finas ou partículas de aerossol; deposição de gotículas respiratórias e partículas nas membranas mucosas expostas na boca, no nariz ou nos olhos, seja por respingos diretos e sprays; e tocar diretamente membranas mucosas com as mãos sujas por fluídos respiratórios contendo o vírus. Febre hemorrágica da Crimeia-Congo A CCHF, na sigla em inglês, é uma doença viral geralmente transmitida por carrapatos. Também pode ser contraída por meio do contato com tecidos animais onde o vírus entrou na corrente sanguínea, o que acontece durante e imediatamente após o abate dos animais. Os surtos de CCHF, segundo a OMS, constituem uma ameaça aos serviços de saúde pública, uma vez que o vírus pode levar a epidemias, apresenta taxa de letalidade elevada (entre 10 e 40% dos casos), pode resultar em surtos em hospitais e unidades de saúde e é difícil de ser prevenido e tratado. A doença é considerada endêmica em todo o continente africano, nos Balcãs, no Oriente Médio e na Ásia. Descrita pela primeira vez na Península da Crimeia em 1944, ela recebeu o nome de febre hemorrágica da Crimeia. Já em 1969, foi comprovado que o agente patogênico era o mesmo responsável por uma doença identificada em 1956 na Bacia do Congo, resultando na nomenclatura atual. Ebola A doença causada pelo vírus Ebola é descrita como uma zoonose cujo morcego é considerado o hospedeiro mais provável. Quatro dos cinco subtipos foram registrados em animais nativos da África. De acordo com o Ministério da Saúde, acredita-se que o vírus foi transmitido para seres humanos a partir de contato com sangue, órgãos ou fluidos corporais de animais infectados, como chimpanzés, gorilas, morcegos-gigantes, antílopes e porcos-espinho. A doença é considerada uma das mais importantes na região da África subsaariana, ocasionando surtos esporádicos em diversos países. O agente da doença é um vírus da família Filoviridae, do gênero Ebolavirus, descoberto em 1976 a partir de surtos ocorridos ao sul do Sudão e ao norte da República Democrática do Congo, próximo ao Rio Ebola, mesmo nome dado ao vírus. A enfermidade, conhecida anteriormente como febre hemorrágica ebola, é classificada como grave, com taxa de letalidade que pode chegar a até 90%. Doença de Marburg De acordo com a organização humanitária Médicos Sem Fronteiras (MSF), durante a primeira epidemia da doença – que ocorreu em 1999 e no anos 2000 na República Democrática do Congo –, a taxa de mortalidade chegou a 70% dos casos. Um surto grave envolvendo dois grandes centros, Marburg (Alemanha) e Belgrado (Sérvia), levou ao reconhecimento inicial da doença. Os surtos foram associados a laboratórios que realizavam pesquisas com macacos verdes (Cercopithecus aethiops) oriundos de Uganda. Posteriormente, surtos e casos esporádicos foram identificados em Angola, na República Democrática do Congo, no Quênia, na África do Sul e em Uganda. A taxa média de mortalidade é de cerca de 50%, mas já variou de 24% a 88%, dependendo da cepa e do gerenciamento de casos. Febre de Lassa Doença hemorrágica que causa sérios danos a diversos órgãos, reduzindo a capacidade de funcionamento do corpo. De acordo com o MSF, a enfermidade afeta de 100 mil a 300 mil pessoas todos os anos em toda a África Ocidental e causa cerca de 5 mil mortes. Em 2023, na Nigéria, foram identificados 8.978 casos suspeitos e 1.227 casos confirmados, conforme dados do Centro Nigeriano de Controle de Doenças. É transmitida por uma espécie de rato. Na Nigéria, o animal é encontrado principalmente em três estados no leste e sul do país: Edo, Ondo e Ebonyi. Quando roedores infectados se alimentam, deixam vestígios do vírus através de sua saliva e fezes. O vírus é contagioso e pode se espalhar de pessoa para pessoa por meio de fluidos corporais, incluindo saliva, urina, sangue e vômito. A doença geralmente atinge o pico do número de casos na estação de seca, quando os ratos procuram comida nas casas das pessoas. Síndrome respiratória do Oriente Médio (MERS) O tipo de coronavírus responsável pela doença é transmitido para humanos a partir de dromedários infectados. O vírus foi identificado em animais de diversos países do Médio Oriente, da África e do sul da Ásia. Ao todo, 27 países notificaram casos de MERS desde 2012. Até o momento, 858 mortes foram notificadas como tendo sido associadas à infecção ou complicações relacionadas As origens do vírus, segundo a OMS, não são totalmente compreendidas, mas a análise de diferentes genomas virais indica que ele pode ter se originado em morcegos e, posteriormente, foi transmitido a dromedários. A transmissão entre humanos, de acordo com a entidade, é possível, mas apenas alguns casos foram notificados, entre membros de família que vivem na mesma casa. Em unidades de saúde, entretanto, a transmissão entre humanos é mais frequente. Síndrome respiratória aguda grave (SARS) Para ser considerado caso suspeito de infecção por covid-19, o paciente deve apresentar a chamada síndrome gripal,

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Gangstalking: médicos alertam para risco de crença em perseguição

agenciabrasil.ebc.com.br “Estou em prantos. Sinto tanta dor, inclusive em minhas partes íntimas, como se alguém as estivesse queimando”, escreveu a soteropolitana R.S.B*, ainda em 2012. À época, a mulher, que dizia ser alvo da ação de pessoas que a perseguiam e tentavam prejudicá-la, encontrou na internet um espaço onde compartilhar sua dor. “Sou mais uma vítima das chamadas armas psicotrônicas, cuja ação ninguém é capaz de enxergar. E que suspeito que estão sendo usadas contra mim por traficantes do bairro onde moro, que agem impunemente. Não consigo escrever mais porque, além de gravarem tudo que faço e penso, eles me causam um sofrimento que só quem passa conhece. Se não morrer, em breve volto a escrever, mas venho outra vez pedir ajuda”, acrescentou R.S.B. Não demorou para que outros internautas se identificassem com a “aflição”, o “desgosto” e a “raiva” que a soteropolitana manifestava em seus desabafos. Até porque, relatos semelhantes já não eram incomuns em fóruns e comunidades online, compartilhados por pessoas de diferentes nacionalidades e que manifestavam uma crença perturbadora: a de serem vítimas do chamado gangstalking. O gangstalking é um fenômeno complexo que, a exemplo de várias expressões de transtorno delirante, expõe o quão frágil pode ser a capacidade do ser humano de diferenciar a fantasia do real (no sentido de juízos socialmente compartilhados). Resumidamente, trata-se de uma crença infundada em que um indivíduo ou grupo é alvo da perseguição sistemática de pessoas ou entidades dispostas a desacreditar, prejudicar e levar suas “vítimas” à morte. Diferencia-se do crime de perseguição (ou stalking), tipificado no Código Penal brasileiro desde 2021, porque, enquanto este possui elementos objetivos e provas concretas para denúncia, a crença na perseguição por grupos está frequentemente associada a delírios e alucinações, muitas vezes envolvendo teorias da conspiração. Muitas pessoas que afirmam serem seguidas, vigiadas e assediadas física e psicologicamente se identificam como indivíduos-alvo (ou target individuals – TIs). Compartilham a tese de que seus “perseguidores” (ou stalkers) possuem não só “armas psicotrônicas”, capazes de afetar o sistema nervoso, como também modernos dispositivos eletrônicos capazes de “ler” pensamentos e controlar o comportamento de suas “vítimas”. Há, também, os que se veem como pessoas ungidas, escolhidas para desempenhar uma missão especial. E que, consequentemente, creem que seus supostos perseguidores não passam de marionetes a serviço de forças malignas que pretendem corrompê-los e desviá-los do caminho do bem. Internet O termo gangstalking não consta de nenhum manual de diagnóstico psiquiátrico, mas relatos como o de R.S.B. dão conta de um sofrimento real. Tanto que os poucos especialistas que já se debruçaram sobre o tema destacam a importância de que os casos sejam tratados com sensibilidade e empatia. Até porque, conforme explica o professor da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Paulo Dalgalarrondo em um livro que é referência acadêmica no estudo dos transtornos mentais, a crença em ser perseguido é o tipo de delírio mais frequente, podendo surgir de experiências sensoriais intensas, como alucinações. “O indivíduo acredita com toda a convicção que é vítima de um complô e que está sendo perseguido por pessoas conhecidas ou desconhecidas […] não lhe restando alternativa a não ser integrar [tal crença] em sua vida por meio do delírio”, disse o professor Paulo Dalgalarrondo. Com o advento da internet, comportamentos que antes demoravam a se propagar passaram a se espalhar rapidamente pelo mundo, sem filtros. E, em 2015, R.S.B. já não estava só. A soteropolitana viajou mais de 2,5 mil quilômetros para participar de um evento sobre crimes tecnológicos e direitos humanos, realizado no plenário da Câmara Municipal de Barra Velha, no litoral norte de Santa Catarina. O evento atraiu poucas pessoas, mas foi transmitido pela internet e gravado. Um trecho de R.S.B. palestrando segue sendo compartilhado por defensores do reconhecimento do gangstalking no Brasil. “Lembro vagamente desse evento. Acho que uma das organizadoras morava na cidade na época. Ela me pareceu muito atuante, muito inteirada. Eu nunca tinha ouvido falar sobre o assunto e, ainda que não me lembre mais dos detalhes, me recordo de ter pensado que algumas coisas me pareceram bem fora da realidade, fora de contexto, mas cheguei a ficar exatamente surpresa. Afinal, há tantas coisas que não acreditávamos serem possíveis que já aconteceram”, comentou a ex-vereadora Marciléia Reitz, que, à época, acompanhou parte do evento presencialmente. Determinada a dar visibilidade a sua causa, na sequência, R.S.B viajou a Brasília. Saindo da Rodoviária do Plano Piloto, a caminho do Congresso Nacional, fez uma transmissão narrando suas dificuldades. “Vou dizer uma coisa: vou morrer de cabeça erguida. Porque no dia em que fui para o Fórum [de Barra Velha], que desgraça. Tá louco. É tanto gemido, tanto toque na minha genitália, tanta ameaça e palavrão”, narrou a soteropolitana, falando alto, para espanto dos pedestres que caminhavam ao seu redor. “Olha como as pessoas estão espantadas. Olha! E eu não posso fazer nada”, continuou a soteropolitana, em prantos, gritando em plena rua. Ao fim de quase cinco minutos de um discurso desconexo, o vídeo é interrompido no momento em que R.S.B. passa por um viaduto e começa a reproduzir as vozes de comando que diz estar ouvindo. “Se joga! Se jogue do viaduto! Vaca.” R.S.B. caminhou por mais um quilômetro e meio até o Senado, onde abordou o então presidente da Casa, Renan Calheiros. Após participar de uma audiência pública no Auditório Petrônio Portela, o político respondia às perguntas de jornalistas quando a mulher pôs um ponto final na entrevista. “Seu Renan, quero que o senhor diga algo. Sou vítima de tortura pela neurociência. Empresários, todo o planeta, todos estão envolvidos. O que eu faço? Preciso de ajuda. Preciso que o senhor designe uma comissão para poder nos ajudar”. Protocolar, Renan a aconselha a enviar as informações de seu caso à presidência do Senado e some em meio aos corredores institucionais. Associações Enquanto isso, o termo gangstalking e a crença no emprego das chamadas armas psicotrônicas passaram a circular com mais força na internet. Nos Estados Unidos – onde não demoraram a surgir empresas vendendo de dispositivos contra o assédio eletrônico a camisetas alusivas ao tema – e no Brasil, foram criadas entidades nacionais

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LeBron leva quatro pontos no supercílio após cotovelada de Georginho

noticiasaominuto.com.br Em um lance acidental durante a partida entre Brasil e Estados Unidos nas quartas de final do basquete masculino nos Jogos Olímpicos de Paris, LeBron James foi atingido no rosto por uma cotovelada de Georginho. O astro norte-americano precisou de atendimento médico e levou quatro pontos no supercílio. O incidente ocorreu no terceiro quarto, quando Georginho, ao tentar converter uma cesta, acertou o rosto de LeBron com o cotovelo. Após receber atendimento médico, LeBron não retornou mais à partida. Apesar do susto, a equipe médica americana informou que a participação de LeBron na sequência dos Jogos não está comprometida. Os Estados Unidos venceram o Brasil por 122 a 87 e avançaram para as semifinais. Fonte: ANH/AL

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‘Minha filha é menina, foi criada como menina’, diz pai de boxeadora argerlina

noticiasaominuto.com.br (UOL/FOLHAPRESS) – O pai da boxeadora argelina Imane Khelif falou sobre a polêmica envolvendo o gênero de sua filha durante as Olimpíadas de Paris e disse que ela foi criada como menina. “Minha filha é uma menina. Nós a criamos como uma menina. É uma menina forte. Eu a eduquei para que trabalhasse e fosse corajosa”, disse Omar Khelif em entrevista à AFP. “Ela tem uma força de vontade para o trabalho e para o treino. Sua paixão pelo esporte vem desde pequena. Ela era sempre a melhor em todos os outros esportes, no atletismo e no futebol.” O QUE ACONTECEU Imane Khelif tem lidado com suspeitas sobre seu gênero desde 2023. Ela voltou a afirmar que é mulher logo após garantir ao menos a medalha de bronze ao vencer a húngara Anna Luca Hamori, pelas quartas de final da categoria até 66kg do boxe feminino, no sábado (3). “Quero dizer ao mundo inteiro que sou mulher e continuarei mulher. Eu dedico esta medalha ao mundo e a todos os árabes, e digo a vocês, vida longa à Argélia”, disse. A argelina buscará a vaga na final nesta terça-feira (6). Ela enfrentará a tailandesa Janjaem Suwwannapheng a partir das 17h34 (de Brasília). POLÊMICA SOBRE GÊNERO DE KHELIF A polêmica sobre o gênero de Imane Khelif começou em 2023. Ela participaria do Mundial de Boxe, organizado pela Associação Internacional de Boxe (IBA, sigla em inglês), mas foi desclassificada após não passar em um “teste de gênero” feito pela organização. Outra lutadora lida com a polêmica quanto ao teste de gênero feito pela IBA. A taiwanesa Lin Yu-ting, que participa das Olimpíadas e também já garantiu o bronze ao se classificar à semifinal da categoria até 57kg, também foi reprovada. A IBA não explica em seu site o método do teste, que diz ser “confidencial”, mas afirma que elas “têm vantagens comparadas com as outras competidoras”. Imane Khelif conseguiu vaga nas Olimpíadas de Paris-2024. A polêmica sobre ela ganhou força na última quinta-feira (1°), quando ela venceu Angela Carini. A atleta italiana desistiu da luta após 46 segundos, depois de levar golpes na altura do nariz. O porta-voz do COI explicou por que um teste de testosterona não é adequado. “O teste de testosterona não é um teste perfeito. Muitas mulheres podem ter níveis de testosterona iguais ou semelhantes aos dos homens, embora ainda sejam mulheres”, disse Mark Adams, porta-voz do COI, sobre o caso. O COI diz que a IBA, que organizou o Campeonato Mundial, não é mais um órgão reconhecido como competente pelo comitê desde 2023. Um documento oficial cita que a organização de boxe apresentou falhas recorrentes relacionadas à integridade e transparência da associação, que foi acusada de manipulação de resultados e corrupção. Não há qualquer confirmação que Imane Khelif não seja uma mulher cisgênero. A imprensa internacional chegou a levantar possibilidade -sem comprovação- de que a boxeadora argelina seja uma pessoa intersexo (que nasce com características sexuais não binárias). Fonte: ANH/AL

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Saúde confirma óbito fetal por transmissão vertical de Oropouche

agenciabrasil.ebc.com.br   O Ministério da Saúde (MS) confirmou um caso de óbito fetal causado por transmissão vertical de febre do Oropouche, que acontece quando o vírus é passado  da mãe para o bebê, durante a gestação ou no parto. A confirmação foi feita na sexta-feira (2) no estado de Pernambuco. A pasta informou que a grávida tem 28 anos de idade e estava na 30ª semana de gestação. Segundo o ministério, continuam em investigação oito casos de transmissão vertical de Oropouche: quatro em Pernambuco, um na Bahia e três no Acre. “Quatro casos evoluíram para óbito fetal e quatro casos apresentaram anomalias congênitas, como a microcefalia. As análises estão sendo feitas pelas secretarias estaduais de saúde e especialistas, com o acompanhamento do Ministério da Saúde, para concluir se há relação entre Oropouche e casos de malformação ou abortamento”, disse a pasta. Até o dia 28 de julho foram registrados 7.286 casos de Oropouche, em 21 estados brasileiros. A maioria dos casos foi registrada no Amazonas e em Rondônia. Até o momento, um óbito em Santa Catarina está em investigação. Os dois primeiros óbitos pela doença no país foram confirmados na semana passada. Os casos são de mulheres do interior do estado da Bahia, com menos de 30 anos, sem comorbidades, mas que tiveram sinais e sintomas semelhantes a um quadro de dengue grave. Transmissão A transmissão acontece principalmente por meio do vetor Culicoides paraensis, conhecido popularmente como maruim ou mosquito-pólvora. No ciclo silvestre, bichos-preguiça e primatas não humanos (e possivelmente aves silvestres e roedores) atuam como hospedeiros. Há registros de isolamento do vírus em outras espécies de insetos, como Coquillettidia venezuelensis e Aedes serratus. Já no ciclo urbano, os humanos são os principais hospedeiros. Nesse cenário, o mosquito Culex quinquefasciatus, popularmente conhecido como pernilongo e comumente encontrado em ambientes urbanos, também pode transmitir o vírus. Arboviroses O MS disse que vem monitorando a situação do Oropouche no Brasil em tempo real, por meio da Sala Nacional de Arboviroses, e que publicará, nos próximos dias, o Plano Nacional de Enfrentamento às Arboviroses, incluindo dengue, zika, chikungunya e Oropouche. As orientações incluem a metodologia de análise laboratorial, vigilância e a assistência em saúde sobre condutas recomendadas para gestantes e recém-nascidos com sintomas compatíveis com Oropouche. “Na nota técnica do Ministério da Saúde haverá recomendação de medidas de proteção para evitar ou reduzir a exposição às picadas dos insetos, seja por meio de recursos de proteção individual com uso de roupas compridas, de sapatos fechados e de repelentes nas partes do corpo expostas, sobretudo nas primeiras horas da manhã e ao final da tarde. Também haverá o reforço de medidas de proteção coletiva, tais como limpeza de terrenos e de locais de criação de animais, recolhimento de folhas e frutos que caem no solo, uso de telas de malha fina em portas e janelas”, continuou o MS. A orientação é para que as pessoas procurem atendimento nas unidades de saúde, informando inclusive os profissionais responsáveis pelo acompanhamento do pré-natal, nos casos de sinais e sintomas compatíveis com arboviroses, como febre de início súbito, dor de cabeça, dor muscular, dor articular, tontura, dor retro-ocular, calafrios, fotofobia, náuseas e vômitos. Fonte: ANH/AL

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Consulta pública da ANS recebe contribuições para atualização do Rol

agenciabrasil.ebc.com.br   Consulta Pública 134, para obter contribuições sobre a proposta de atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde para a seguinte tecnologia: ablação simpática renal por radiofrequência, foi aberta pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), nessa sexta-feira (2). O procedimento destina-se ao tratamento da hipertensão arterial sistêmica resistente não controlada. A tecnologia foi aprovada para ir à consulta pública durante a 8ª Reunião Extraordinária da Diretoria Colegiada (DICOL) 2024, realizada no dia 29 de julho este ano.. Por ter recomendação preliminar desfavorável à incorporação ao Rol pela área técnica da ANS, o procedimento também passará por audiência pública. Os interessados podem enviar suas contribuições até o dia 21 deste mês pelo site da ANS, onde também estão disponíveis os documentos relacionados às propostas durante o período de consulta. “Vale lembrar que os formulários para envio de contribuições das consultas públicas para a atualização do Rol foram reformulados. Com a alteração, a sociedade poderá informar se concorda; discorda; ou concorda/discorda parcialmente das incorporações. Antes da mudança, as classificações dos tipos de opinião disponíveis eram: concordo; discordo; ou concordo/discordo parcialmente da recomendação preliminar da ANS. O objetivo da modificação é conferir maior clareza e transparência ao processo de participação social”, informa a nota da ANS. O Rol tem sido constantemente atualizado por meio de um processo dinâmico, que conta com ampla participação social, no qual a análise das tecnologias é feita a partir de metodologia de avaliação de tecnologias em saúde e nos princípios da saúde baseada em evidências, utilizados em diversos países ao redor do mundo. Fonte: ANH/AL

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Australiano vence 50m livre das Olimpíadas, mas recorde de Cielo sobrevive

noticiasaominuto.com.br   PARIS, FRANÇA (UOL/FOLHAPRESS) – O recorde de Cesar Cielo sobreviveu a mais uma edição de Jogos Olímpicos. Nesta sexta-feira, na grande final dos 50m livre das Olimpíadas de Paris, o australiano Cameron McEvoy conquistou a medalha de ouro ao nadar em 21s25, bem longe da marca do brasileiro, que é de 20s91.     O pódio teve ainda Benjamin Proud, da Grã-Bretanha, com a prata, que nadou em 21s30, e Florent Manaudou, da França, com o bronze, que fez em 21s56. Não bateram (o recorde), mas foi muito legal assistir à prova de hoje. O francês chamou a arquibancada antes da prova, a galera começou a bater palma, coisa que a gente não está acostumado na piscina. Não quebrou a regra, está valendo. ‘A casa é minha, a piscina é minha, o país é meu’. E por fora, na raia 1, ele conquistou medalha de bronze   RECORDE DO BRASILEIRO   Em 18 de dezembro de 2009, Cielo fez 20s91 durante o Campeonato Brasileiro Sênior de Natação, disputado em São Paulo, quebrando, naquele dia, o recorde mundial de 20s94, então pertencente ao francês Frederick Bousquet. É importante destacar que a marca do campeão olímpico foi conquistada na época dos super trajes da natação, hoje proibidos.   Em uma entrevista em junho, Cesar Cielo comentou sobre a possibilidade da queda do recorde, mas confessou que preferia manter sua marca até que um brasileiro consiga alcança-la.   “A possibilidade da quebra do recorde faz parte do processo. Os recordes foram feitos para serem quebrados. E eu sei que a minha hora vai chegar, né? Eu já fui um cara que teve por muito tempo muito mais do que eu imaginei. Eu nunca imaginei estar falando de manter um recorde por mais de 10 anos”, disse.   “A minha torcida é para que os atletas façam ótimas performances. Se tivesse um brasileiro, ia ser mais fácil torcer pelo brasileiro. Eu não quero ficar torcendo para gringo”, brincou Cielo. Espero que eles consigam o melhor para a carreira deles. Mas a torcida pela linha vermelha, ela fica um pouquinho. Ela vai ficar mais contida, mais escondida. Mas ela sempre está ali”, completou.   Até o momento, durante as Olimpíadas em Paris, somente um nadador bateu recorde mundial. Na final dos 100m livre, o chinês Zhanle Pan nadou em 46s40 e quebrou sua própria marca alcançada neste ano, no Mundial de Esportes Aquáticos em Doha, no Qatar.   Foi o primeiro e único recorde mundial das provas de natação de Paris, que já estão no sétimo dia de competição. O brasileiro Cesar Cielo já foi dono da marca, quando nadou os 100m livre em 46s91, no ano de 2009, quando ainda era permitido o uso de trajes tecnológicos. O romeno Davi Popovici foi o primeiro a superar a marca do brasileiro, em agosto de 2022, ao fazer 46s86. Fonte: ANH/AL

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