De acordo com o jornal “O Globo”, a fila para receber um coração novo respeita a entrada no cadastro do Sistema Único de Saúde. Acontece que alguns pacientes podem receber primeiro o novo órgão de acordo com a gravidade do quadro, que pode chegar a três condições segundo nota técnica emitida em 2021 pelo Ministério da Saúde.
Um desses três aspectos é se o paciente corre risco de morte. “O paciente com prioridade máxima é aquele que precisa de um retransplante agudo. Ou seja, ele foi transplantado e um mês depois teve algum problema grave relacionado ao transplante, como rejeição aguda. Em seguida, estão pacientes com ECMO”, relatou Stephanie Rizek, especialista em transplante do coração.
Por: ANH/Redação









